terça-feira, 10 de agosto de 2010

Oi dim,
Pelo que li outro dia sobre a sua novela, a ênfase seria mais sobre uma forma de renascimento, através da utilização de semen após a morte do indivíduo. É uma temática da qual não se fala a respeito, falou-se muito mais sobre célula tronco como a extensão da vida, o que se trata neste caso é mais sobre a interrupção da vida ser premente.
Quanto a utilização do sêmen de pessoa morta, eu me pergunto: Em que isso alteraria o mundo espiritual? O único problema seria no universo físico, material, financeiro, mas esse qualquer membro em uma família passa pelo mesmo problema, seja de pais vivos, seja de pais mortos.
Será que as pessoas acham mesmo que o mundo espiritual sofre alteração mediante as alterações que o homem faz no reino natural?
Imagine o que aconteceu com Jesus, que segundo foi narrado na Bíblia nasceu apenas da semente de uma mulher e da semente do Espírito Santo.
Foi uma realidade que, para aquela época e, seria para a época de hoje, nada aceitável.
Naquela época até se mataria a mãe, talvez, antes mesmo dela ter concebido. Uma outra realidade foi montada a qual o mundo inteiro conhece, aceita e não questiona.
Temos que agradecer, hoje, pela informação ser coisa variada, diversificada, necessária e de interesse quanto ao fácil acesso. Mas até hoje vivemos uma realidade que hipócritamente é usada contrariamente a atitude da mulher, da família, de um grupo, da sociedade esconder a verdade mediante a proteção de alguém, de um grupo, principalmente em relação a mulher e o filho.
Mesmo a Bíblia revelando, não sei o motivo, os eventos, concepção x Espírito Santo. O gesto de assumir o filho de outro é costume hoje como já foi antigamente, e caracteriza, a sociedade reforça, representada pela família, caráter e brio.
Alguém tem que se expor, se colocar diante do problema, e o fato de todo mundo aceitar, sem questionar o que foi apresentado ao mundo inteiro. Ou seja, o subterfúgio social.
Ora, qual foi a história de jesus que ficou conhecida? A social, nascido em, ser morador de tal lugar, filho de josé. Nem Jesus diante da história que fôra criada em redor dele, podendo, disse: Fui gerado pelo Espírito Santo., que concebeu em minha mãe.
Alguém , pela narrativa bíblica, tornou público a história, senão ela não teria chegado ao conhecimento do escritor.
é de achar muito estranho, eu diria, a devassidão da informação, o alarde da informação.
Segredo hoje não vale tanto dinheiro para ser guardado,, mas pelo espaço que ele ocupa, ele é partilhado.
O curioso é que quando o segredo surge como notícia, tem sempre aquele que foi o primeiro a anunciar, a notícia que é fruto do burbúrio.
Assim nós vivemos uma sociedade, naquela época já camuflada, já com subterfúgio, falo da formação do berço familiar de Jesus, hoje está-se a salvo disso pelo dna.

A célula, é gostosa de ler sobre ela.
Quais são as partes dela?
Ai meu Deus, vou ter que voltar a biologia, nós somos assim. Sociedade, grupo restrito e família básica, entramos no universo que está acima da família... é a justiça e, nada que compõe a célula que produz o indivíduo evita que ele seja responsável pelos seus atos, pela sua palavra.
Quem sofreria a pena produzida pelo universo justiça no caso da relação social, com a carreira de Jesus se o arranjo fosse descoberto?A palavra de Jesus iria água abaixo. Se pelo fato dele ser filho de um marceneiro, de morar em determinado lugar, ser conhecido por ser parente de uns e outros, ele sofria preconceito, imagine o que seria dele, da sua palavra, se se descobrisse essa história que é contada dele nas primeiras páginas dos evangelhos?
Eu pergunto: Quando essa narrativa foi apresentada publicamente, sem julgamento, do que é maior do que o individuo, a família, oa grupo. A justiça.Nenhuma censura, nenhuma repremenda?
O começo do evangelho parece mesmo como acontece em época de copa, que os jornais como o JN, por exemplo, apresenta vários jogadores elevando-os pelo que são, que foram, que fizeram, apresentando o desempenho dos pais para o desenvolvimento dos filhos, pelo menos foi assim nesta copa. Toda rede de notícias faz a mesma coisa. é para atingir a quem? Para achar afinidade com quem? Para alcançar pessoas de que níveis sociais, materiais, intelectuais?
Continua
Publicado em 10.08.2010, às 18h25minutos

Continuação...
Quando jesus alegrou-se no espírito por causa de os pobres estarem ouvindo a palavra. Considerando a atualidade ele deveria estar como? O evangelho estaria em total profusão na mídia.
Chame um pobre para subir num palanque, para falar de Jesus ou sobre qualquer outra coisa, ele talvez fosse vítima de chacota. Quantas pessoas vocês acham dariam ouvidos a ele?
Mas, vamos colocar uma banda e chame alguém conhecido para fazer a mesma coisa. Eu preciso dizer? Ah! tem as faixas, os folhetos.
Caríssimos, marketing é muito necessário.
Jesus tinha lá o marketing dele.
Roupas com estilo. Com certeza
ele tinha o essencial, postura.
Zaqueu estava na árvore para
ver jesus, logo, certa altura
jesus tem, porque pelo menos
pelo que narra a bíblia, pelo
tom de voz que jesus usou
para falar com zaqueu, ele
estando na árvore, o mestre,
baixo, ele não era.
Ora quem sobe numa árvore
para ver algo, faz isso quando
quer ver próximo? Não.
Zaqueu, sendo como a bíblia
diz que ele era, ele gostava
de levar vantagem, pelo visto
em tudo o que fazia e queria.
Se jesus fosse baixinho ou
gordinho, nunca o tratamento
de zaqueu seria o que ele deu
ao mestre.
Uma vez, subindo na árvore,
zaqueu teve tempo suficiente,
e visão privilegiada para apreciar
o mestre em quantidade (virtude -
aquilo que ele produz nas pessoas.
Qualidade - aparência.
Não seria demais Deus fazer um
exemplar de gosto duvidoso,
aparência duvidosa?
Será que só eu sei, que só sabemos
de um pelo outro com quem ele
trata?
Cada um tem seus pobres, o mestre
tinha os dele.
No geral, pobre quer dizer, não ter
o que outros tem, esse aqui se en-
quadra direitinho nesta fala do
mestre. Os pobres sempre tendes
convosco. Neste caso o dinheiro
se enquadra perfeitamente.
Especificamente, pobres é o mesmo
que sem acesso. Essa cena, por
exemplo de sua novela, em que a
personagem vai pela primeira
vez ao teatro assistir um concerto.
Pense em quantas situações ela
precisou passar (claro que coisa
de novela), sem contar que a
presença dela na casa, usufruindo
das benesses, é mantida por ela
às custas de uma mentira, que
tem a ver com a figura do pai
dela. Depois, viu, dim, ser pobre
é uma coisa, não suportar a vida
que tem indo correr atrás das
coisas dos outros, isso não é
ser pobre, isso é tornar-se
marginal, desonesto.
Publicado em 11.08.2010, às 15h32minutos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário