quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Escrito em 05.08.2010, às 10h40

Sabe, dim, que meu escrito é como imã.
Escrevi dia deses, mas na verdade foi ontem, que achei muito estranho escrever no escrito, assistir com significados diferentes. Meu faro é total, dim, minha intuição, depois do escrito remeteu-me para o oriente, quando lá cheguei, o que vi, uma escrita muito parecida com a minha.
Minha palavra, dim, esteja ela onde estiver sinto o faro dela, porque ela, para mim, é comida. Porque onde está ela, lá estou eu.

E depois, professora, meu prato preferido é esse. vírgua, vírgua, vírgua, vírgua, vírgua, vírgua, vírgua, vírgua, vírgua.
Huumm huuum, huum, huuum, huuum, huuum, huuummm.
chomp chomp chomp chomp chomp chomp chomp chomp chomp.
Olhe dim, me oferecendo comida. Não entendo posição de vírgula, só entendo, aliás, acho que você sabe,né, dim, se para essa vírgula ali se faz entoação ou entonação. Não quero professora colocando essas coisas assim na minha cabecinha de isso é, isso é, duplamente , não. Sou filhote e já tenho dona, professora. Depois, a professora é importante e sei que o nome dela não pode ser pronunciado mesmo ela sendo pessoa pública. Já vim com todas as informações conhecidas, professora. Não queremos mais saber de oriente, quem está interessado nele, não sabemos porque, é o presidente da república de vocês, e, infelizmente, o comportamento de vocês para conosco continua sendo indigesto. Vocês, brasileiros, claro.

Publicado em 05.08.2010, às 11h36 minutos.

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