sexta-feira, 30 de julho de 2010

Escrito em 30.07.2010, às 19h44


Aí ó, dim, fui salva pelo bumba meu boi.

Tô mais ou menos assim, nessa medida.

Escrito em 30.07.2010, às 17h26

Dim, você não quer fazer cartelinha com novas músicas para mim? Música é a minha fonte de energia, para uns de inspiração. Eu não tenho mais nenhuma música. Acredite, dim, não estou brincando.
Oi, dim.

Você inventou automatismo para mim? Dim, sou robozinho e eu mesmo me construí, e você sabe, quem constrói sabe onde colocou peça por peça, o que serve, para que serve cada uma. Você tem que aprender a me manejar, manusear , ou então, del para sempre. Eu apago mesmo, dim, da minha memória. Já ouviu falar em resgate?

O que voc^ entende de resgate? Tá vendo, lá ficou, você. Eu poderia escrever só o que faltou.

Lá, dim, tá vendo? em que, onde você ficou, Onde era, o que tinha, como era. Eu sei como fazer funcionar del.

Eu sou uma mente vazia, bem vazia mesmo. Como é que se resgata o vazio?

Para mim é assim.



Eu fiz com música, dim, música assim. Como se a gente tivesse que achar pequenos pontos, colando-os uns nos outros. aprendi a deixar a minha mente vazia, agora, música, nem pensar. O que a gente é capaz de fazer quando quer se comunicar, mesmo o mais longe possível, você nem imagina.
O homem desperdiça tanto do que tem para conseguir fazer alguma coisa a mais para se comunicar e se contenta tanto com o que tem.
Eu quis ir mais adiante, dim, quis tanto, fui tanto, que fiquei, com mente vaziinha.
Agora nada de música na minha cabeça, de vez em quanto aparece uma ou outra, vinda de não sei quando, como esta.
Alô, ,alô marciano , aqui quem fala é da terra, pra variar estamos em guerra, você não imagina a loucura o ser humano está na maior fissura porque está cada vez mais down down society. Alô alô marciano a coisa está ficando russa muita balbudia, muita bagunça e lá se foi a mordomia tem muito rei aí pedindo euforia.
Conheço um rei que de maneira alguma pediu euforia. Não conheço o que eu acho que se chama ritmo nessa música de euforia.(1) Meu negócio é com a palavra, como é que eu uno uma à outra.
Nada de música para mim, dim, só letra, letra, letra, letra, letra, letra, letra, letra ou nada. Tudo o que diz respeito ao rei, diz respeito a mim. Sou o autêntico corretor. Imagine o que fiz e onde eu precisei ir para construir este corretor mental. Pense o que seja distância, tempo, espaço, local.
às vezes, dim, para precisar da distância, do tempo, do eespaço, do local você só precisa de alguém para estar conversando. Agora são tantos recursos e as pessoas continuam sem conversar. No tempo de infância, pelo menos no meu mundo, as pessoas se comunicavam com música, agora eu já nem sei mais como é. É escrevendo?

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Escrito em 28.07.2010, às 19h e poucos minutos

Dim, se eu demoro mais um pouco não sei o que seria dos seus personagens, e não vem botar culpa no meu amigo corvo. Só porque dizem que eu tenho sete você quer que eu vá descartando elas? Além do que, dim, quem sabe esse negócio de morrer e voltar não é comigo, é com a maria cris... ops! Desculpe, quase entreguei por sua casa, digo, sua causa.

O que é dim, voltei outro gato. Você, quando se relaciona com pessoa diferente, por acaso, você age do mesmo jeito para ambos?
Não entendo de crescimento, de melhoramento. Quando determinado produto anuncia melhora é acréscimo de algo. Dim, você me desculpe, mas, você já imaginou a árvore ser cortada para melhorar, para crescer?
Já pensou esperar morrer para depois evoluir?
Sinto muito, dim, mas essa ´história de não sei quantos palmos, para depois ser comida, para evoluir depois de não ter mais corpo. Olhe, dim, eu prefiro não chegar a este ponto. Porque morrer começa como numa corrida. Assim como se conta os dias de que morreu para frente, eu prefiro contar do zero..
Eu quero melhorar minha vida, segundo a segundo, para saber que posso recuperá-la.
Olhe, dim, morrer e voltar é o mesmo que mergulhar o anzol e trazê-lo de volta. Deus me livre, eu esperar, apenas trazer peixe, peixinho, peixão, eu quero mesmo, dim, trazer do jeito que foi, vazio.
Não quero aprender sobre o fundo do mar se ele não é o meu mundo. Meu mundo é dos vivos, e não quero receber aprendizagem alguma vinda de baixo, eu só quero aprender a manejar o anzol aqui de fora.
Desculpe, dim, esqueceu? Sou um gato. Tá pensando que estou falando de quem? Ou estou falando como quem? Eu sou gato, né dim, eu quero pegar peixe, peixinho, peixão mas, se tiver uma dona que me sirva nos meus horários nem de anzol eu quero saber. Entrego-me à morte como me entrego à vida.
Dim, a gente não faz como quem melhora produto, como por exemplo, o leite ninho não é mais aquele olhe o novo gosto del, ARG! Tá vendo a minha língua, dim? é por causa do leite, né por causa de tá falando de cristina, acontece que quando cheguei ao del, houve interrupçao. Considerando o automatismo da palavra, disse del, del ficou sendo, não consegui escrever, apagou tudo o mais que viria.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Escrito em 24.07.2010

Pois é, dim, o que você faz quando conhece um mestre que só vive perdoando pecados sem anunciá-los? Sem dizer quais são eles?
Sinto muito, por melhor que seja para os outros, o que ele faz, para mim, não é não.
Eu não quis sofrer por causa de pecados alheios como foi com ele. Depois, foi ele mesmo quem disse Não sejais nem chameis ninguém de mestre, sendo assim. Dim, reparou que é a primeira vez que eu uso isso? Sendo assim?. Se não sou mestre, e ele é o meu único mestre, me liberei disto muito, muito, muito cedo para fazer o oposto a ele.

Escrito em 28.07.2010

Oi dim,
Eu onttem me senti como peixe fora d´água. Cadê eu? Cadeê eu, dim?
Eu fiquei sem saber o que iria acontecer se/ quando houvesse uma interrupção.
Desapareci, dim.
Sabe aquele jogo de puxar linha em passatempo? tentei fazer para eu aparecer. Sabe aquele que a gente vai pintando com lápis? Não estou sabendo como vou fazer para voltar a aparecer. Dim, dá para você fazer eu aparecer?
Bem, eu já conheci e falei o caminho natural, agora, eu só vejo um jeito, o caminho sobrenatural.
Sobrenatural é só por ser diferente do comum.
Dá para me trazer de volta, jeans. Que coisa, jeans, não dim.
Foi aquele corvo. Vou ter que pegar o código dele. tic, tic, tic, tic, tic, tic, tic, tic, tic, tic, tic,
Acho que não tem jeito.

Sobrenatural, dim, é só por desconhecimento, é só por duvidar do possível.
Você viu o gatinho desenhado? Criança bateu o olho, gostou, mudou de lugar, veio para mais perto e resolveu desenhar um para ele. É, dim, para voltar, às vezes, precisamos de ajuda de 2, de 4, de 6 mãos. Agora, finalmente, ó, dim, voltei.
Não é preciso o sobrenatural, tem que ser verdade aquilo que se está falando, pedindo e fazendo. Daí, cá estou, eu, o Gato, ou melhor dizendo: eu.
Olhe, dim, você pode ir o mais longe possível é só pensar palavrinhas assim: voltar às vezes... Para quem está escrevendo um novela com o tema que você está escrevendo, pode ir muito longe, e não precisa nem regressão. É questão de verdade, verdade, verdade, se existe uma situação de verdade e coloca-se você dentro dela, você faz parte dela e tudo é possível acontecer. Não quis voltar ali onde deveria escrever uma. A gente faz código na escrita, dim, é só se estar falando a verdade. Você foi o mais longe possível, dim: Aonde você chegou: Porque eu não sei reviver, mas morrer, dim, a gente pode muitas vezes. Basta viver, insistentemente, um única vida, ou seja, seguir um mesmo caminho. Tá vendo ali ´na única vida, dá para você ler uma?

sábado, 24 de julho de 2010

pra você ver, dim,
se dependesse de mim eu escreveria, agora 7h08, mas não escrevo mecânica nem segundo a minha vontade. Espero que você já tenha sabido disso. Mas é que ontem aconteceu algo tão assim, assim.
Eu sempre quis saber quem é o antes e o depois.
Ô dim, você por acaso andou lendo escritos meus, antigos? Porque, dim, escrever eu escrevo desde que me sinto/sou parte. Parte de família, família e extensão dela, vizinhos e demais moradores, pois o limitado não significa finito.
Eu que não me sento no trono de um apartamento com a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar. Eu queria estar contente porque tenho um intendo tenho sido cidadão respeitado e ganho 4 mil cruzeiros por mês..
Eu vejo tantos querendo tantos, querendo 1, querendo ser um. E, se você quer saber nem metade eu sei o que é. Eu só sei o que é ser parte.
O que eu sei é que o que completa não rejeitável.
A gente aprende tanto brincando, dim. Não, nada de vôlei, nada de basquete, nada de futebol. Pelo menos, futebol nem tanto, mas Baleô, a gente se desvia ou segura o que vem com força, não tem como jogar para o outro quando vem a dificuldade, como é no vôlei, como é no basquete, no futebol.
Publicado em 24.07.2010, às 8h35 minutos

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Fruuuuuuum fruuuuuuuuuuuuum
fruuuuuuuum fruuuuuuuuuuuuuuum
fruuuuuuum fruuuuuuuuuuuuuuum
fruuuuuuuuuuum fruuuuuuuuuuuuuum
fruuuuuuuuuum fruuuuuuuuuuuum
Você gosta de me ver voar, dim?
Olhe, dim, quando Deus quer ele transforma até um ser assim, como eu (desprezado por vocês), num pombo correio ou num mensageiro.
o ser humano é desse jeito, dim, não acredita no que seja/esteja fora do padrão. Nada de alguém estar fazendo o quê, no lugar de outro. É assim, não é, dim, entre vocês?

Olhe dim, eu digito, ó. Tá vendo o meu teclado?

Tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic
tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic

Mensagem para dim.
Faço isso melhor do que o Gato e muito melhor do que o Rato. Depois, eu adoro o sonzinho das minhas unhas, e você, dim? tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic

Não con funda as minhas unhas com os passos do morcego.
tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic tic

Dim, não temas, o Senhor é contigo.
Fruuuuuuuuuuuuuummmm fruuuuuuuuuuuuuuuuuuummmm
fruuuuuuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmm fruuuuuuuuuuuuuummmm
Tchau, dim.
Publicado em 23.07.2010, às 16h10 minutos

Escrito em 23.07.2010, às 8h27

Oi dim,
Sou animal, é verdade, dim. Tenho rotina e não sou como vocês que reclamam. Por uma semana vou mudar de rotina, e não sei como vai ser sem ela.. Desde já eu digo. Comunicado, quanto antes melhor. 8H27

Você sabe o que acontece com a gente, né dim, quando vamos para o meio ambiente de vocês. Tudo o que vemos é violência, violência resultado de medo, de distração. Olhe, dan, vem não, tá, estou conversando com dim.

É, dim, tem dia que não dá para escapar.

Acidente de trem com três feridos, barulho do carro de bombeiros, trabalho de salvamento. Não dá para gato ficar quieto, parado, olhando. 10h08 1.(Repartir o tempo é muito bom.).

Sucedânea é uma palavra bonita, dim. - 2. Podemos resumir o dia nisto. (nisto, dim, o significado da palavra)
Quando eu digo, dim, amigo meu, só desprezado.
SE não conheço palavra só tenho uma pessoa a quem recorrer. Auré lio buá, buá, buá.
A palavra, dim, é a coisa mais fantasiosa que existe.
Mas eu estou, aqui, do alto, olhando tudo.
Sobrevoandooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo.
Eu sei onde posso (RE)pousar. Você pode ver isso. (estou Aqui, Estou do alto, Estou olhando tudo) É bom ver o tempo repartido.
Tá vendo, dim, vou colocar bem ali o que antes escrevi 1. 2.
Dim, sou mais serviçal do que vocês imaginam, mas não ao homem, mas a Deus.
Conhece a história de um profeta chamado Elias e eu?
Publicado em 23.07.2010, às 10h26 minutos.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Escrito em 22.07.2010, às 10h18

Oi jihn,

Que tal a mesa?

Você sabe, né dim, que a mesa é sagrada, mesmo quando ela é representada no chão.

Eu não gosto de piquenique, não parece coisa estranha a brasileiro?

Estou escrevendo, dim, mas o branco é total. Ainda n ão sei o porque do branco total, ou seja, sem letras.

Não sei a minha cabeça, mas você há de dizer, mas quem sabe?

Mesa é sagrada, mesa é sagrada, mesa é sagrada. Mesa, sagrada, todas são, quem fizer uso dela bem feito, quem uso dela bem fizer. Ó como é mais bonitinho dizer assim: Mesa, sagrada, todas são, quem uso dela bem fizer.

O que é console, dim? Bem, eu estou pensando naquela mesinha colocada na parede, onde se coloca um santo, a quem, as pessoas, conhecendo o dia dele lhe dá comida.

Isso é console, dim?

Sei não, o que é console, mas a imagem associa-se com a palavra.

Quem não respeita uma pequenininha, vai respeitar uma grande?
Eu vejo muitas mesas na sua estória. Mesa é divinal.
Essa palavra é muito bonita. Console. A tentação é grande, vou me dirigir a uma mesa farta.
Peraê que eu volto, dim.
Dim, você acredita que só quando eu pensei, eu quis, eu disse, foi que eu me lembrei da cena. Oxente, dim, que negócio é esse? Machado de Assis para aprender palavras?
A gente aprende muita coisa sentado à mesa, dim , o problema é ele ter nome, ter dono. Mas, tudo bem. Vou ali estar à mesa com o aurélio buá, buá, buá, pois com machado eu estive suficiente e das es/histórias eu nem lembro das que ele tinha me contado.
Você sabe, né dim, tem tempo para tudo e para todo propósito. Tem tempo de machado para ser lido, e tem tempo para estar à mesa com machado. Estar à mesa com ele, como com ´buá, buá, buá ninguém gosta de sentar à minha mesa.
Pára de chorar buá, buá, buá, entrega eles ao machado.
Eu ontem ouvi tanto a pré candidata a presidenta do brasil falar em não sou contra censurar conteúdo.
Conteúdo em conversa de mesa queria dizer o quê mesmo, qualidade de um trabalho escrito?
Conteúdo em termos de internet, antes, tinha a ver com sites. Hoje é um tanto ultrapassado quanto ao uso do termo, seja de qualquer material, jornalístico ou não.
Bem, mas pelo teor da informação, que a pré candidata quis dar, ela é uma pessoa que lê muito ou tem um número grande de pessoas a assessorando. Do que é que eu estava falando , dim? Do buá, buá, buá. A gente... quer dizer, a gente não. as pessoas desde crianças só choram pelo afastamento de outras pessoas.
Chore, não, buá, buá, buá, não está vendo? Até agora eles estão se perguntando quem eu sou.
Lembra de monteiro? Imagine um sítio do picapau amarelo onde não mostra o picapau e onde a cor predominante é o verde e o sítio não é do picapau. Vou assistir só porque globo inventou?
E, eu sei se existe picapau amarelo? Mas, picapau, existe, sim.
Eles fazem isso porque acham que somos meros autores. Fazem tudo do jeito que querem e não seguem o desejo do que o autor quer ver.
Sou autor, não, dim, nem co-, Se monteiro quizesse verte ele teria escrito amarelo? Se quizesse emília, ia querer picapau?
Eu não sei quem foi o monteiro que você leu ou se sentou com ele para discutir sobre conteúdo do trabalho.
É nisso que dá deixar para a posteridade.
Que importa milhões lerem? Para mim, basta um.
Não gosto de transferir idéias, conceitos, novidades. Só responsabilidade.
Pois, então, a pré candidata, ontem, disse que a censura, quem faz, é o con trole remoto. Eu então, click.
é verdade, que a pré candidata, estava numa roda, e , não viu a mesa invisível que estava no meio deles.
O que é a mesa? A mesa é o que une.
A mesa é para chegada, é para despedida.
Qual é a coisa mais magnifica numa mesa, dim? É que todos se vêem, estando assentados.
disseram que mágico é o graal.
Um lugar à mesa é insubstituível, e todo universo gira em torno dele.
Quem sou eu, dim? Eu sou eu.
Tem muitas formas de se fazer uma porta para/de acesso.
Toc, toc, toc, e até este sonzinho de teclado.
M E S A.
Você conhece, não é, dim, esta fala?
Eis que estou à porta e bato. se alguém ouvir à minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo.
Preparou a mesa, dim?
Se sim, Aqui estou.
Eu sou mesmo, o mestre.
Você ou qualquer outra pessoa, dim, só convida para estar à mesa consigo quem considera de suma importância, mas eu quero que você convide a estes, dim. Por que você acha que aquele que estava com veste diferente, ainda não havia se dirigido ao rei?
A um rei, qualquer que tem um nome, sabe como se dirigir.
Eu sou um sem nome, dim, sou apenas um qualquer daqueles, fui encontrado em qualquer caminho. Eu sou o mendigozinho, dim. O que você tem para me oferecer, porque comida do bom e do melhor, mestre já me deu.

quarta-feira, 21 de julho de 2010


Dou lhe a, dou-lhe b, dou-lhe c, dou-lhe d, dou-lhe e, dou-lhe f, dou-lhe g, dou-lhe h, dou-lhe i, dou-lhe j, dou-lhe k, dou-lhe l, dou-lhe m, dou-lhe n, dou-lhe o, dou-lhe p, dou-lhe q, dou-lhe r, dou-lhe s, dou-lhe t, dou-lhe u, dou-lhe v, dou-lhe x, dou-lhe y, dou-lhe w, dou-lhe y, dou-lhe z.
Já brincou de jogar barro na parede? Então, lá vai, um, dois, três, quatro. É uma palavra que não tem letra repetida, é algo que o computador precisa. Escolhe um cantinho aí e coloca ele. Meu computador é à moda antiga.
Antigamente quem fazia leitura das cartas? A porta, logo, para se comunicar tinha que ser com alguém próximo. Isso não é fantástico?
Segunda coisa, o escritor tinha que ser anônimo. Terceira coisa, o escritor tinha que ficar à espera dos sinais, das demonstrações. Quem aguenta receber uma carta anônima (de boas intençoes, claro), sem trazê-la ao conhecimento de outras pessoas? Fizeram mau uso até da porta, mesmo sabendo que ela é a única coisa que separa/une duas pessoas.
Computador, o que foi feito dele. Cadê a magia do passado, das cartas?, da porta? Acabou?
Vocês pensam tanto no computador que nem se dão conta do que o computador mais necessita.
Se vocês tem um computador para receber de presente, em que vocês pensariam, antes mesmo que ele chegasse? Pense amigos, pense, quando é um peixe, em que você pensa?
Psiu, pense em mim.
Computador é hoje essencial,mas acontece que ele precisa mais de mim do que eu dele. Tudo por causa de vocês. Por causa dos seus padrões, dos seus conformes.
E Aí jihn, aceitou o meu presente? Só tem uma coisa, tenho que ir junto, não aceito qualquer material, mesmo que ele combine com a casa. Pois então, aí estou eu.
Publicado em 21.07.2010, às 17h27 minutos

Escrito em 21.07.2010, às 10h37

Eu, realmente, tomei um choque quando por acaso, não é sempre que eu faço, liguei a tv e vi o nome de uma pessoa que ha alguns dias está na mídia.
Confesso que fiquei atortoada e só entendi, claramente, quando vi a foto de uma mulher também, muito em evidência.
Por que não estou dizendo o nome? Bem, eu não sei quantas pessoas estão acompanhando o noticiário. Confesso que eu não estou nem tenho qualquer interesse. PorquÊ? porque não tenho interesse profissional quanto a isso. Não sou jornalista nem sou apresentador de tv nem radialista.
Acontece, que o que estranha, pois, supõe-se, que as pessoas (profissionais da mídia) devem ter conhecimento diversificado, daí, eu estranhar muito aquele nome bem bonito, numa cor que representa, em geral, singeleza, afrontando a minha credulidade.
BEm, eu entendo, que nome só serve para duas coisas. Honra e desonha. Como vocês podem ver, srs e sras jornalistas e apresentadores, não sei nem escrever a palavra. Porque só se sabe escrever a palavra quando se faz uso dela.
Eu não sei o que significa desonha, palavra que não sei, verdadeiramente, escrever.
O que significa desonhar? A idéia é de que está-se falando algo contra alguém que tem/tinha honra, mas que, a partir de uma ação perdeu a honra.
Que honra aquele nome, ostentado naquele programa tinha nos critérios sociais?
Qual era a relação dele com as pessoas que atribuem honra ao outro (social). Honra é o que se dá a uma pessoa por algo representativo e valorado que ela tenha feito.
Ele não tinha relação com pessoas famosas e/ou de nível. No entanto, pessoas famosas, e ao mesmo tempo tida por nível, com acesso aos níveis superiores, estão aí, gastando páginas e páginas, programas e programas, escrevendo e escrevendo, falando e falando repetidas vezes sobre o assunto achando mesmo que brasileiros merecem isso.
Mas o que de verdade, a mídia quer mostrar? A cancela separando os níveis sociais.
Quando eu vi a imagem do nome sobre a cabeça da apresentador, eu, realmente, não tive outra coisa a fazer a não ser desligar a televisão. Foi deprimente ou será que ela não sabe que o nome sobre outro nome é o que ostenta mais. Depois, o nome tão grande e ela tão pequena que ficou ali, abaixo dele.
O nome é o que há de mais valioso na terra, honrando-o ou desonhando-o.
Será que o brasil não tem mais notícia além dessa. E, considerando o futebol, quem tem mais torcedores, o conjunto de todos os demais times ou o time em questão? Sim, porque, considerando que o brasil é a terra do futebol, a farra está feita.
É, mas desde quando o futebol existe no brasil? E quando tal coisa coisa como essa aconteceu?
A sociedade, representada por jornalistas e apresentadores, acontecendo tal coisa o que é que eles fazem?
Quem não já brincou, quando criança, de refletir o sol no espelho? No caso de quem tem a palavra, a imagem, usando esse espelhinho, só tem uma coisa a dizer, aos sonhadores brasileiros: O caminho vai estar ainda mais estreito para vocês. E, é claro que, para onde um estreita, para outros alargam.
Brincando de refletir o sol no espelho, imagine-o nos olhos de alguém. É assim que estão fazendo para com os sonhadores brasileiros.
Qual é o gesto de desespero que você conhece? Duas mãos nos olhos e não são como os macacos que quer dizer: Não quero ver.. É desespero mesmo. Será que a minha chance está indo para o beleléu?
Só está faltando lançar a proposta, a proposta virar projeto, e o projeto virar, não sei o quê, lei?
Para fazer parte de um time de futebol tem que entrar para a faculdade/universidade.
Eu não sei desenhar, pois, se soubesse, vocês veriam aqui, um buraco com um pé fechando-o e uma criança/adolescente rastejando, tentando entrar.
Vocês não perdem uma oportunidade de fazer isso. Eu tenho minha defesa, pois sou um rato, e um gigante construído através de noticiário não me amedronta.

terça-feira, 20 de julho de 2010

É assim, você prefere beijinho de beija flor?

Sinto muito, eu sei que sou indesejável.

O bem te vi, tão querido, recebido com água e açucar nas janelas, no entanto, cada vez mais escassa, a sua, antes, assídua, presença.

Eu também sou escasso, pois, considerando como vocês consideram, que eu faço parte de lixo, considerando a quantidade de lixo que vocês produzem, o mundo já devia estar, como vocês dizem, empestiado de nós.

Mas saibam, vocês, doadores de açucar para beija flor, que lixo não é o meu habitat natural. Meu habitar é doce, enquanto o bem te vi se esbaldava em água doce. Posso escrever no passado.

Vocês são assim, até querendo agradar, vocês prejudicam. Vou achar ruim que digam de mim sou desagradável.

Minha presença no egito representou um momento pra lá de especial, pra lá de marcante. Foi quando o Deus fez separação entre egipcios e israelitas, entre egito e gozen. Sabe, lá vocês, o que significa para uma mosquinha como eu ser convocada pelo Deus para marcar o grande sinal, para dar prova, tanto de um lado quanto do outro que ele É o Senhor no meio da terra.Vocês não sabem de nada. Ele conhece cada uma de nós, como conhece vocês, por nome.

Escrito em 20.07.2010, às 7h24



Você, dr guilherme,
você não serve, não serve para ser meu namorado,
pois me falaram, meu bem, falaram que você é casado.

Como a mosca no mel, mas serve a sopa.

Eu sou a mosca que pousou na sua boca,
eu sou a mosca que pousou pra te avisar,
eu sou a mosca que procura o seu nome,
eu sou a mosca que pisou pra te ajudar.

Ô inácio, ô inácio, mulher parida não come,
ô inácio, ô inácio farinha do mesmo dia,
ô inácio, ô inácio se ela come ela morre,
ô inácio, ô inácio e o filho não se cria.

A dona da casa, a dona maria,
se não fosse o homem, a mulher não paria.

Onde foi mesmo que eu vi texto de pinguim?
Tenho olho zoom, não, e pra que anatomia em cima da cama?
Como é mesmo o nome da moça?
Não quero nada com o brasileiro. É marina?
O perdão dele para nada serve.
Por que não, que marina era apenas uma mosca.
Raul, ó, me resgatou, letrinha, letrinha, saltando e saltitando.
Quem vocês pensam que me ensinou a juntar letras?
Cada qual com a sua mosca.
A mosca de cristina, não é a mosca do raul,
mas o ritmo, uma maravilha.
Publicado em 20.07.2010, às 11h16 minutos.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Tem muita gente achando que o próximo é o melhor.
Não é a minha opinião. Para mim, o primeiro é sempre o melhor, pelo menos é para ser.
Esta página parece dormir. Desculpe, não pretendo acordá-la. Falta vida, falta verdade, faltam possibilidades nela.
Tem muita gente achando que o próximo é o melhor.
Não é a minha opinião. Para mim, o primeiro é sempre o melhor, pelo menos é para ser. Esta página parece dormir. Desculpe, não pretendo acordá-la. Falta vida, falta verdade, faltam possibilidades nela.
Tem muita gente achando que o próximo é o melhor.
Não é a minha opinião. Para mim o primeiro é sempre o melhor, pelo menos é para ser.
Esta página parece dormir. Desculpe, não pretendo acordá-la. Falta vida, falta verdade, faltam possibilidades nela.
E, ainda que ela tivesse _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Não seria, jamais, a mesma coisa.
Os próximos são sempre cheios de desnecessários, por mais novidades que neles hajam.
O primeiro é o novo. É descoberta. Esse aqui não me apetece. Apetece vocês? Vocês são do tipo que, descobrindo o novo,0 despreza, o ignora a espera do próximo melhor.
Por mais que esteja pensando no Microsoft Word2 , quando escrevo próximo, olhe em quem eu estou pensando? No Metre (vou deixar assim), pela ausência do S, pela ausência do âi. Com ele aconteceu tão diferente, Desprezado na primeira e ignorado na segunda. Desprezar, ignorar é natural do ser humano, a tudo que é novo.
Poucos foram os que deram a devida importância a ele, o Microsoft Word 2.
Que se dedicaram a aprender, a exercitar-se com ele, o Microsoft Word 2.
Vocês notaram como eles são tão parecidos, nas suas realidades. (Até me lembro, alguém dizendo, que quando o mestre viesse, faria isso, isso e isso, estando na presença dele).
Muitos se obstaram contra ele. Contra o que ele representava para o mundo.
Agora ele é passado, e dele praticamente não se fala.
Eu sou fiel, Senhor.
Vou repetir para você. Dele, praticamente, não se fala. Praticamente, não, não se fala. Do Microsoft Word 2.
E vocês acham que é dele que tem se falado ao longo do tempo? Dele, o mestre.
Sou fiel até o fundo da alma, se há. O fundo, claro.
E não desse jeito, que dizem: Até não puder mais.
Ele foi tirado de mim, sem que eu pudesse aprender mais com ele. Ele, em quem vocês acharem melhor pensar.
Eu pensei no meu amigo, Microsoft Word 2, porque o mestre não deixou, aparentemente, nada que pudesse extrair algo que fizesse ele, novamente, ressurgir de uma maneira humana (mecânica).
Amigo, word2, de nunca tê-lo esquecido, somente por uma razão maior, sem medida, estou aqui.
Você conheceu este?
Você que sabe em quem pensar que este seja?
Eu estou falando, mesmo, com word2. Mas poderia estar falando com você? Mas em relação a quem, ao word2 ou ao mestre?
Amigos internautas,
O novo traz o novo, traz sim. Se o novo surgiu e vocês não descobriram nada novo em vocês, porque saíram desprezando, ignorando a sua capacidade, o seu interesse, o seu entendimento, é porque, internautas, vocês não são amigos, não o suficiente. E eu lhe digo, amigo não tem isso, suficiência.
Esqueceram isso? Quem veio antes? A galinha ou o ovo? Sai dessa. O word2 ou a internet?
Para o que você não conheceu o word2 foi um mundo a descobrir.
Sou testemunha,
O que nós temos, hoje, no universo da internet, e no universo dos programas, dos softwares diversos? Os falsos santos. Quem são os falsos santos? Santos são os que concordam, os que aceitam depois de ter feito o contrário, ter desprezado, ser contra, ser discordante, para depois, finalmente, reconhecer o valor, a qualidade, pra ver se diminue o peso sobre suas costas, de fato é carregar andor. Eu, ó, tô fora. Tô aqui para carregar fardo, nem mesmo o fardo leve do mestre.
Quem carrega peso, até hoje, mesmo apesar da roda, apesar do carro, avião, e etc, é ele, Ó:
troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc,
Este mesmo seguindo conforme mandam leva chicotada e chute. Mas não esquecem,, ó, o que produz som. Ferradura. Troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc,
Advinhe o que foi desenhado nas páginas do caderno que criança me pediu?
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FELIZ NATAL, PESSOAL
A fala é minha, o desenho, não. Criancinha ausente do que eu estava fazendo.

Escrito em 19.07.2010, às 9h55

Quais são os critérios que vocês usam quando têm que escolher, tomar alguma decisão importante para vocês ou para os filhos de vocês que inclua uma outra pessoa, mesmo estranha?
Algumas palavras são muito mais comestíveis que outras. Pari passu, por exemplo.

No agora, sem hora, qualquer mentira é cabível. Mas eu não minto - ainda - branquinho total.

Castigo é uma coisa usada por/para todo mundo.

Informar é muito gostoso, mas tudo o que se quer é isso.

Só escrevi o branquinho pelo medo que você não me entenda. Troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc, troc,

O que vocês mais querem?

Você viu a mágica, jihn? Você sabe quem eu escrevi primeiro, o que está à direita ou à esquerda de ainda, ou ele faz parte do que vem depois de cabível?

Só Deus sabe o que será/o que virá depois.

Quando você quer ver o proibido por traz de uma cortina, o que você faz? Com um pouquinho você pode ver muito.







Para dentro de qual destes quartos você gostaria de estar olhando? Atos 9.36-43 ; 2 Reis 4.8-35.
É preciso acreditar muito em um homem para agir assim. É preciso acreditar mesmo que este homem tem um alto relacionamento com Deus.


Da manivela a recarga, se existem, é porque é preciso renovar as forças, a carga. Eu também.
Quem gosta de interrupção? nem máquina, nem que seja para recarregar.

Há muito me chamam de abelhudo. Mas para quem eu contei isso? Para você Dan? Ah, tinha que ter o dedo de dan?
Abelhudo, abelhudo, abelhudo, abelhudo, abelhudo, abelhudo, abelhudo, abelhudo. Que é isso, dan? Está me ofendendo? Isso é ofensa para vocês aí, porque quando dizem isso, quase sempre, é verdade. Não me importo de me chamarem de abelhudo. Vocês conhecem a organizaçao régia das abelhas?

Vou dar um saltinho, nada de quântico, ultrapassado até quando foi moda. Saltinho tem muito isso, né dan, de ser moda, todo mundo tentando andar como eu.
O meu salto é salto mesmo. Um universo de novas idades. Quero saber de fui,~não. Vou. Novidades, desculpe, gosto de notícias basais, não.`
Publicado em 19.07.2010, às 11hoo.

domingo, 18 de julho de 2010

Escrito em 18.07.2010, às 15h12

Eu não sei vocês, amiguinhos, mas comigo deu branco total, até agora, este momento exato.
E de novo, nada, até agora.
No agora, sem hora, qualquer mentira é cabível, mas eu não minto.
Agora, sem hora, qualquer mentira é cabível
Agora, sem hora, em qualquer hora é cabível.
Vocês não precisam nem ler, mas eu...
Agora, sem hora, qualquer hora é cabível.
Agora, sem hora, qualquer hora é cabível.
Agora, sem hora, qualquer hora é cabível.
Agora, sem hora, qualquer hora é cabível.
Agora, sem hora, qualquer hora é cabível.
Agora, sem hora, qualquer hora é cabível.
Agora, sem hora, qualquer hora é cabível.
Agora, sem hora, qualquer hora é cabível.
Agora, sem hora, qualquer hora é cabível.
Agora, sem hora, qualquer hora é cabível.
Agora, sem hora, qualquer hora é cabível.
Agora, sem hora, qualquer hora é cabível.
Agora, sem hora, qualquer hora é cabível.
Agora, sem hora, qualquer hora é cabível.
Agora, sem hora, qualquer hora é cabível.
Agora, sem hora, qualquer hora é cabível.
Publicado em 18.07.2010, às 15h24 minutos.

Escrito em 16.07.2010, antes das 11h

OI jihn. Oi pessoal, eu ia amar, se o que eu estivesse vendo daqui, estivesse mesmo acontecendo aí.
Daqui é uma distância sem medida. Pode ser o mais profundo e o mais alto.
Publicado em 17.07.2010, às 7h28

1.Eu hoje acordei pensando, no sonho que tive à noite. Não nada disso.
2 Eu hoje, acordei cantando.(fiz muita leitura silenciosa com música também) Ô matinheiro, 3.matinheiro, matinheiro só que me ensinou a nadar. (desculpe, costumo mudar a letra, não por 4.intenção, é limitação de linguagem, acho que mesmo um matinheiro de uma canção vem aqui 5.para fazer algo.
6.Eu não sei o que vocês programaram, para mim, ontem. Inventaram de colocar música dentro 7.de mim? Música não me desvirtua, toda letra (de música) que eu precisava comer para o meu 8.sustento eu já Ó, cumi. Não deletei, apenas reduzi elas ao mínimo para usar espaço 9.necessário, para não entrar mais nenhuma. Tem tempo para tudo, pessoal.
10.Será que vocês tê,m notado algumas alterações em algumas palavras? Acontece que 11.desconfiei, só desconfiei (tenho sinais, claro) de que vocês estavam querendo me enviar para 12.uma barriguinha. Quase entro, mas acontece que não sei letrinha de música, ontem ela não 13.saia da minha cabeça, hoje, eu não consigo lembrar. Meu negócio não é ouvir/cantar,, é ler. 14.Foi por pouco. Ufa. Escapei! Não que seja ruim, é ótimo, porém, pessoal, Veja como eu gosto 15.de vírgular.
16.Também amo, colocá-las, aqui, porém, assim. Eu amo essa palavra quando ela está entre , porém, O ser humano é tão acomodado, imagine que, entrar, para eles, basta um apertozinho, de um dedo. Não é muito cômodo? Eu prefiro a mecânica da palavra. Mecânica, não, mágica.
Mágica é isso que o homem inventou. para tudo que precisa iniciar basta um dedinho, e pronto, tudo funciona. Vou clicar aqui no publicar, sei lá como´fica o sistema aos domingos, peraê.

Preciso dizer o que fiz depois de ter publicado? Isso é mágico. Ser totalmente dependente dela, meus amigos, a palavra, por mais vezes de dedinho que precise usar.
Eu gosto disso também, não para me exibir, longe de mim, mas olhe lá: Peraê. Linha 16. Viu o que eu precisei fazer para ficar melhor pra nós?
Então, olhe, lá, na linha dezesseis. Vê quantas informações eu dei para você? E mais abaixo, quantas. Tudo por causa dela. Um dia trarei ela para conversar com vocês. Ela, Imaginou um leque. É para pensar nele mesmo, quando se fala dela, Ela, a , A preocupação de não estar totalmente clara, faz com que no computador eu faça isso. É porque ela se multiplica tanto, tantas vezes, que vocês pensam que ela não faz mais do que a obrigação dela. Como vocês, só fazem tudo por obrigação, aí, quando surge uma oportunidade de experimentar algo diferente, o que fazem? Ó o medinho, ó a preocupação, com as aparências, por causa do que pensa que é, do que pensa que já conquistou ou ainda não. Gente, quem faz o que você escreve ter a melhor aparência, por causa da cadência? O ponto? O ponto e vírgula? ! ? " " : Etc, eles? Não, ela. Por isso, não a despreze tanto assim. Tudo tem seu dia de se rebelar, vai que ela conte para vocês a missão dela. Porque, tudo e todos tem missão a cumprir. Eu tô com ela!
Aqui né programa do faustão e outros, que levam pessoas para ser homenageada na voz, na opinião de outros. Nada de ! aparecer. Elite da escrita querendo parceria comigo, Tá vendo, a palavra pode isso, reconhecer em uma ou duas linhas, que sozinho não se é ninguém, ainda que insubstituível. Pense sobre isso, vocÊs. Hoje é domingo, dia de meditar, aquela voltinha aqui, aquela voltinha ali. Ela, não pode fazer isso, de dar voltinha, já pensou desde que ela foi inventada, que sentiram falta dela, acha que ela já não existia.
Ai esse computador, essas máquinas de dedinho. Até para dizer onde colocar o dedinho. Ó o que é necessário. Manualzinho de instruçõeszinhas. Não quero que vocês venham com seus diminutivozinhos, comigo, não.
Quero ver quando os sinais resolverem brigar entre si. Vocês pensam que não vai dar em nada para vocês. Vocês são tão frágeis que qualquer coisa afeta vocês GRANDES amigos
Publicado em 17.07.2010, às 8h18 minutos
Goodbye, goodbye, goodbye, amor
Essa noite eu não sai pois amanhã.
Sei não que música é essa, mas desde quinta, sexta, ela não sai da minha cabeça.

sexta-feira, 16 de julho de 2010



Olhe aí, ó dan.


Estão me empurrando a matemática.


E de matemática eu só conheõ isso. Teorias. Será que para viver é preciso mais que isso? Não a teoria, dan, os conjuntos, os conjuntivos. Agora estão nessa de me remeter a aprendixagem. Vocês sabem como foi que eu aprendi a aprender? Já jogou bola de gudes? Um trângulozinho, bolinhas dentro dele e uma linha para determinar quem vai ser o primeiro, o segundo, etc, a jogar.

Já acertou uma gude na outra? no meio de várias vocês têm que escolher uma, ou nos arredores ou no meio das que estão dentro do triângulo. A posição para onde a gude vai depende do ponto em que você acerta nela. Importante é saber o objetivo do jogo, retirar as gudes, tantas quantas sejam possíveis de dentro do triângulo, quanto mais gude retira mais você ganha. Ou você tira todas as gudes do triângulo ou então vai acertando os adversários.

Qual é o alvo, conseguir todas as bolas de gudes. Conhecimento, para adquirir, é assim.

Mas eu, quando olho para o jogo, mesmo que ele não esteja, eu vejo assim. Espiral.

Meu conhecimento não é circular é espiral. porque em qualquer lugar onde as bolas de gudes parem, tracejando, elas dão informação, como todas as coisas. Você não deve ter conhecido, né, dan, aquele espiral para matar mosquito. Quanto mais ele queimava, mais o ambiente produzia, ou simplesmente mudava o ambiente, senão para nós, totalmente, para os mosquitos, sim.
Publicado em 16.07.2010, às 17h07 minutos.


Escrito em 16.07.2010, às 10h37

Dan, isso que focê fez comigo não foi legal. Abri a guarda.Quase alcançaram a menininha.
Agora, se a jihn mandou empregada botar a boca no trobone.
Pára com isso sua dan, colocando gíria ou sei lá o que na minha boca. Não fosse o peixinho. Menininha, ó dan,, especialista em peixinhos. Se jonas precisou de peixão para levar ele de um lado para o outro, pequenininha, do jeito que ela é, dan, só precisa de um peixinho de nada, viu, dan. Peixinho de dique não é o mesmo que peixinho de aquário, de lago, de rio, de mar. Peixinho de dique é ´peisinho de dique é peixino de dique. Pensa que somente lá no oriente tem peixe instruído po mestre.
O peixinho dela, dan, é pequenininho, menininha não precisa jogar comida para peixe, pra ele lengordar e depois ser comido. Se todo mundo conhece o ditado que eu nao conheço, que peixe morre pela boca. Acha que pedro, pescador que é não ficou tentado a ficar com o peixe? Desculpe, dan, pelo presente de pedro.
Porque, dan, se sabem e fazem é porque estão querendo o quê? O dique da menininha é de um comprimento daqueles, e por qualquer parte que a menininha vá lá está o peixinho.
Dan, você pare de estar fazendo isso comigo, porque segredo de peixinho né segredo que gato sabe. Depois, tá vendo, já ia entrando na vida do peixinho, que o aquário dele é tão grande, tão grande, tão grande, vai da fonte nova ao rio vermelho.
Que é isso, dan? Descobriram que você sabe mandar em mim?
Não sou igual a você não, dan, que não guarda segredos.
Eu é que não vou dizer ao peixinho pra vir falar com você.
Eu não sei o que havia no mar do mestre, talvez , algo como mar do desejo, lago do desejo, no dique do peixinho o que não falta são presentes, presentes, comidas. Para um peixinho curioso isso é o paraíso. Acho que o peixe do mestre devia estar faminto, porque me desculpe, viu, dan, mas tem pessoas, grupos, povo que só pensam em pedir e nada de dar.
Não acha estranho, dan, que os amigos da menininha sejam para o reino humano, adversários entre si?
É, dan, cada qual tem o fundo de aquário que merece. o peixinho lá do oriente tinha moeda, peixinho da menininha tinha com o que brincar, e tinha o que comer. E o dique nunca fedeu. Deculpe, dan, pelo passado do peixinho.
Quem vive num bom ambiente como o peixinho da menininha, só tem boas notícias a trazer de baixo.
Peixinho não tem nada a ver com saul. Se proibiiu foi porquê? Depois voltou ao mesmo caminho?
Tá vendo aí, dan, o que jihn está fazendo comigo?
Mudando hora de digitação, Jihn sabe o que eu gosto, dan, e é que, digi - tem algo de mim.
Pena, jihn que você não pode ver ela. A minha patinha.
Acredite ou não, mas ao escrever patinha, ele passou aqui pelo caderno e sentou-se atrás do computador e está olhando eu escrever. Agora está querendo ver/pegar a ventuinha.
Eu ia escrever (que não escrevi, dan)
Dan, não vou me vestir de azul, você alguma vez me viu assim?
Depois da ventuinha ele voltou, olhou para o computador em seguida foi brincar com a minha caneta, derrubou-a e continuou brincando.
Publicado em 16.07.2010, às 12h04 minutos.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Escrito em 15.07.2010, às 12h06. Vamos comer jihn?

Oi jihn, disse o mestre, que certo alguém, quando achou o reino - que era como pedra preciosa num terreno,- guardou-a e foi buscar dinheiro para comprá-lo.
O que é o reino do mestre, senão a palavra?
Caríssima, jihn,
Sou muito devotada às letras (às letras mesmo). Acontece que o reino. O que é o reino? O reino é constituído de palavra.
Jihn, ninguém sai por aí identificando palavras para saber a partir de quando ela começou a ser usada. (sem falar o filologo)
Todo mundo toma posse da palavra, ela é usada fazendo parte de grupos específicos.
O homem determina o que, quem, pode usá-la. O homem determina quando, porque e para que.
Eu não desprezo nenhuma que venha a mim, tal qual o mestre disse: Quem vem a mim jamais lançarei fora. Assim como o mestre faz com o homem, assim sou eu com a palavra que vem a mim.
Lógico, que se o mestre disse isso, sobre quem o procurasse, ele não vai, certamente, perguntar: Quem é você? Você é de qual família? De onde você vem?
Ninguém espera trazer à tona palavra que não conheça, que não faça parte do seu mundo linguístico, da sua realidade social, familiar, profissional, religioso, etc.
Eu vou ter que parar aqui, não sei se vou continuar esse escrito. Se sim, até já. Se não, não.
Jihn, a gente precisa amar muito,
os indefinidos.
Porque amar é trazer à tona o peixe que você ainda não sabe nada sobre ele. Tamanho, peso, cor, nome, quantas escamas.
É assim que se ama. É assim que eu amo a palavra, seja ela qual for que venha à tona. E como se faz com o peixe, assim eu faço.
Desculpe, mas há muito tempo pratico a pescaria a lá jesus. O peixe veio, pedro tirou a moeda e soltou-o, o mesmo eu faço com a palavra, mas fui um pouco além, jihn, precisei ser muito, muito, rápida.
Porque para Cristo até os animais tem algo para fazer, para ensinar, para dizer. Aliás, se tem algo que Jesus sabe fazer, múitíxximo bem. Vou parar.
( começa assim, jihn, as letrinhas vão ficando desse jeito.Mas foi só no passar para computador.)
Mas a palavra não é um ser indeterminado, indefinido, ela tem data de nascimento, tem origem, tem porquê, tem para que uso, aliás, como tudo neste mundo.
Porque a palavra é vista, pelo homem, como auxiliar, não como protagonista, ela é preparada/usada, para separar não para repartir.

Escrito em 15.07.2010, às 9h54

Oi jihn,
não sei pronunciar seu nome. Gim? Dim?
Jihn, jihn, não sou computador.
Agora você me colocou para achar onde tem ponto nos escritos?
Sei que seria mais fácil usar programa de computador para isso.
Acontece que sô anti gênica - nem sei se existe esta palavra - Meu Deus, tiraram o U, e agora? O que fizeram com ele? Só para colocar o warning do ô.
Agora essa, ficar inventando esse warning na minha cabeça.
Olhe, jihn, é assim que fecho acessozinho. Palavra que não faz parte do meu vocabulário conhecido, de uso, que apenas está armazenado em um dos tuneiszinhos existente.
Inventaram, sei lá porque, que ratinho gosta de labirintos, eu não.
O que eu gostava de apreciar, meu passatempo predileto, era ver o trabalho do construtor, não do pedreiro, mas aquele que vem antes dele. Nem todos tiveram essa experiência de assistir a alguém erguendo uma casa de taipa. Aprendi a fazer isso, jihn, dentro de mim, construir, como faz com casa de taipa, com terra. Eu aprendi com palavras. Eu construo labirinto para os outros, não para mim. É o ratiinho que trabalha dentro de mim, a meu favor. O Gato trabalha do lado de fora, é o que vigia.
Eu quis fazer de mim o que eu sou. Construtor de mim mesmo, ou você acha que isso não é possível?
Ora, jihn, se há quem elabore programa, jogos que defina o individuo como capaz - que querr dizer, ágil,´hábil, - e as pessoas se sentem felizes e realizadas por atenderem o passo a passo de quem determinou, o que há de impossível em uma pessoa auto construir-se?
Acreditaria se esta pessoa fosse um robô? Então, Eis aqui seu robôzinho, jihn.
Chega de sons de ferragens. chega de voz computadorizada, chega de tantos códigos, de tantos sinais. Chega de tanta parafernália.


Dá um copo decente ao gilmar, jihn.
Tanta maldade por causa de querer beber num copo melhor. Eis a taçinha que estou mandando para ele. Fiz à mão, com o U que vocês fizeram desaparecer.
Não sei dia, não sei hora, não sei quando, mas se a questão é achar o ponto, jihn, olhe eu aqui.
Amigos, sou verdadeiramente, bom condutor. Só trouxe comigo os pequenos, os quase eu , os quase semelhante, pois é assim que são vistos os inferiores. Um quase. Aqueles que não chegaram a ser.
Na verdade, amigos, vou me tornando, vou começando a ser eu a cada ponto em que paro. Vejo-os tão grandes, tão importantes, tão mais, que quase nem me vejo. Sou menos do que se pode ver. Até o microscópico revela alguns, mas eu, condutor, sou apenas o quase, o quase que você vê.
Publicado em 15.07.2010, às 10h40 minutos.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Oi jihn. Sou eu. Embora pareça, não sou coringa.
Eu tinha uma forma/aparência muito diferente quando aqui estive pela primeira vez. Essa, agora, foi eu que inventei. Você conhece alguma palavra cujo ezinho tenha um warning sobre a cabeça dele? Quando perguntei não sabia a resposta, mas perguntando a palavra que veio foi essa.
Chamêgo. Tem warning na cabeça? Tá vendo, jihn, perguntar, responder, falar é o mesmo que acontecer. Quase que, se não fosse o warning na cabeça, o acidente ia acontecer. Corrente é um condutor?
Publicado em 14.07.2010, às 15h16 minutos.

Oi jihn, são exatos 9h33

Oi jihn

Não vou mudar minha rotina. Não vou dar mão minha para outro escrever. Quero isso, não, jihn. Me mostrando computador pra dizer para mim: Vá direto ao ponto. Quero ponto, não.
O que foi que você fez comigo, jihn? Agora, enquanto escrevo penso, desejo em computador escrever, e só querendo escrever dan.
O que é jihn, tá querendo saber segredos, não. Afinal, o que sai em jorna,l público é. Gostei, cruzei letras, escritos e pronto, me constitui o Gato que hoje sou. Mas dan me traiu antes mesmo que eu viesse. Trocou-me por uma tartaruga, não foi dan?
Essa coisa de cotidiano. O que é possível fazer com um livro? Nada dessa história de: não está no gibi. Ratinho novo~, não sabe nem ler ainda, mas já sabe tanto fazer quanto ler, mapinha.
Porque é assim, jihn, quando me dão missão como esta de achar pontos culminantes em textos que já foram escritos eu chamo os menores. Ele, logo, desenha, ele, logo, identifica, o quê, onde, quando, como. E eles logo acham um lugar onde devo ficar. Quanto mais estreito o caminho lá ele está.
É, dan. Pára com isso jihn, só porque minha mente está vazia você está querendo colocar dados dentro dela? Sinto muito, nada a ver com computador, e, as minhas crianças não são desse tempo de lançar dados para saber que caminho seguir. O computador é muito parecido com isso.
É jihn, a dan me abandonou, agora não lembro nem o nome dos livros que li dela.
jihn, deixe eu dar uma invertida? Não lembro nem mais o nome do livro que dela li, onde boníssimo Gato, eu deitei e rolei, jihn. Gosto desta palavra, ó, literal mente. Lembra, dan? Ah! Agora veja como estou. Eu não. A gata miou. Fui ver porquê, o que ela estava querendo.
Mas dizia, dan, - quero dizer, - Pára de mandar eu riscar palavra, jihn. Mas dizia, jihn, que não identifiquei o seu ambiente ontem V.S. porque na sala com dan.
Ô jihn, pára de estar fazendo isto. Colocando palavras em mim. Por acaso a dan te contou que pode-se fazer isso comigo?
É jihn, quando eu saio, que eu volto, não volto mais do mesmo jeito. Pára jihn de fazer eu riscar. Você não pode ver, não sabe quais foram as palavras. Tá querendo entrar no meu escrito?
Ó, ratinho, já disse, tá com o mapa nas mãos. Segurando-o.
Eles não são iguais a vocês que pequenos não dão um passo durante muito tempo. Mas menininha, todo dia ia lá cuidar dos ratinhos até que eles cresceram. Era um estreito, muito estreito, para receber tanto a mãe quanto a menininha. Eles eram tão pequeninos, tão pequeninos, tão pequeninos que a mãe só ficava parada, e eles, os ratinhos nem se alimentavam.
Às vezes, quando se vem de baixo para cima, tem muito o que se aprender, muito o que se ensinar sobre si. O mestre fez isto, disse tanto de si para que a humanidade o entendesse, mas quando ele subiu e voltou, quem o reconheceu de pronto? Eu gosto desse pronto, jihn.
Não quero lembrar do que dan disse sobre alguém não lhe contar segredos. Porque aprendi, viu dan. Abrir o verbo.
Quero ver se você vai deixar isso, dan. Não quero que estejam buscando seus escritos na minha memória, dan, negócio de zipper. De onde eu sei isso? meu Deus! Help!
Publicado em 14.07.2010, às 10h45 minutos

terça-feira, 13 de julho de 2010

Essa missão que eu recebi não está sendo fácil.
Fazer leitura de tudo o que já foi escrito? Não quero fazer isso não, no entanto...
Bom dia, amigos,
Confesso, se escrevi, hoje, foi pensando em você.
Assim como jonas escolheu um lugar para ver o que ia acontecer com o povo de ninive depois de feito o seu trabalho, assim também , sou eu. Fiz minha obra, conclui-a e, finalmente, enviei de volta os meus, os meus pequenos rejeitados.
Não dou conta de digitar de novo, também não sei informar a data em que foi postado.
Publicado em 13.07.2010, às 20h38 minutos.
Mas preste atenção. Você lendo seguidamente, não parece ser um texto de hoje? No meu escrito não tem mais de uma leitura, na verdade, ele se revela como quer se revelar.Ou seja; ele é sempre presente.
Jihn, eu não acredito que você fez isso. Casou escrito do Rato que falou de mim com representação de hoje que já foi escrito, só porque queria que eu aparecesse?
Se foi isso que você quis. Gostou?
Menininha, ó, totalmente protegida por mim. Ela é muito pequenina, praticamente nem sabe falar direito.
Desculpe, jihn, eu sei letra por letra, tudo o que ela escreve.
Além disso, o divino, quem faz ele ser é a gente. É só um close panorâmico numa taça de vinho que ela pode se transformar no famoso graal. Eu prefiro mesmo, o close da taça do vinho.
Vocês estão me fazendo sair da rotina. Tudo bem, eu me responsabilizo, eu dou conta.
Publicado em 13.07.2010, às 17h51 minutos

Escrito em 13.07.2010, às 14h54

Jihn, qual foi mesmo sua intenção?
Porque só agora consegui lembrar o nome do programa em que você esteve recitando poesia, hoje. Foi um branco total.
Não quero ninguém me usando como computador, nem você jihn. Agora é só dar um clique e pronto, delete. Não tenho auto-deletar, não, não no meu computador. Eu não risco, não rabisco, não troco, não erro. Depois, se seu escrito não tem linhas, no meu tem. Atiçando a minha curiosidade? Querendo mexer com o meu interesse? Quero saber, não, jihn, de menina que eu não consigo lembrar o nome.(lembrei agorinha - Viviane?) Aliás dos seus escolhidos eu só consigo lembrar estes Antonia, gilmar e mais ninguém. Não vi título de livro, isso não se faz, jihn, com um gato como eu. O pior é que na hora da sua apresentação, o que aconteceu? A gatinha desceu, e eu tive que correr atrás dela. Pensou que quem estaria aqui? O Rato.
Sim, jihn, a verdade é absoluta, tão absoluta, tão absoluta, que ao escrevê-la podemos transformá-la numa incrível fantasia. Eu também gosto de brincar, jihn, tanto que sai de ninguém e com um salto voltei ao nome. Você está me vendo lá? Eu gosto de dar informação conjunta, jihn. Sou um Gato, por isso, não sou cachorro que indica, mas indico, sempre, quando, onde, estou ou estive.
Não acredito que você já me descobriu. O Gato Verificador. Eu gosto de letras, jihn, mas também gosto de imagem. Por exemplo, jihn, adoro comer tudo o que escrevo.
Onde está a letra que eu escrevi, aqui? Só eu como, mas deixo você comer também, jihn.
Publicado em 13.07.2010, às 15h38 minutos.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Experiência, não importa com quem seja ou com o que seja, é particular, professora.
Publicado em 12.07.2010, às 17h06 minutos.

Escrito em 12.07.2010, às 10h12


Eu estou saindo da rotina. Computador aberto e aqui estou eu. Porque a rotina já está dizendo, de sempre.
Gosto de palavras assim: Que dizem o quê de si mesma.
Inalterável é algo que a rotina diz de si e de quem a usa. É inalterável. Eu pensei logo no sabor, no vinho, embora não beba.
Eu, gosto, viu, lessa, do inalterável. Se existem outras coisas inalteráveis eu fico apenas com o sabor. Pensei no valor, mas quem vai dizer valor intalterável? Mas, sim, valor inestimável, incalculável.
Que me desculpe professores e professoras, mestres e metras, mas que palavra vem antes, a escrita ou a pronunciada?
Inalterável que não se pode alterar. Inestimável que não se pode estimar. Incalculável, que não se pode calcular. Qual é a criança de 0 a 5 que trabalha com esses valores?
Mas ela tinha 7 meses e contou-nos, éramos 3. Ela nos viu e sentiu estima por nós, e nos permitiu continuar como e onde estávamos.
É verdade que, entre nós, estava a minha mãe. Lembro-me que minha mãe nada falava, mas de algum modo elas se comunicavam.
É, com 7 meses vocês parecem não temer coisa alguma. Mas ela nos viu, como muito mais que um brinquedo.
Eu mesmo não entendia como poderia estar vendo, ouvindo uma criança se meus olhos estavam fechados sem ouvir a sua voz.
Seja homem, seja Rato, quando entramos no mundo físico exterior, iniciamos a aprendizagem através de rotinas. Aceitamos o dia atrás do outro, repetido, um como o outro. Vocês mesmo, como crianças, aprendem assim. Mas a natureza, o universo foi construído assim.
Em que, somos todos semelhantes? Nisso.
Eu tenho a minha rotina, vocês têm a de vocês. O que também significa rotina? Prazo, tempo, uma porta. Todos nós, ratos, animais ou gente temos uma porta. E não pense que é porta de acesso. Não é com esta porta que se trabalha, mas com esta: Prazos, tempo. Essa é a porta.
Todo mundo vive de: chegou a hora de , hora de principalmente ser concebido. E pensar que o universo escreve onde e quando. Hora de nascer.
Vê a informação, como ela chega a nós? chegou a hora de; de começar e parar o tempo todos, repetidas vezes, só o que muda é o que determina o quando e o com quem. Imagine se essa engrenagem fosse como uma máquina que precisasse de movimento para executar determinada tarefa, determinado trabalho para produzir algo.
Quando essa informação: Chegou a hora de nos é dada, só temos uma coisa a fazer, começar, quando for o caso ou parar!
Amigos, parar não significa que esteja concluído.
É por isso que existe a chamada hora extra, para concluir o que é necessário, porque pela previsão não vai conseguir a tempo.
Amigos, previsão é uma coisa. Ter concluído no momento em que se ouve a informação: chegou a hora de, é outra. Por causa disso ninguém é melhor do que o outro.
Chegou a horade. O que é que se vai fazer? Aliás, tem gente que não gosta dessa informação.
Chegou a hora de é compromisso.
Até mesmo para se conquistar uma ou mais pessoas tem que ter a informação: Chegou a hora de.
O mestre disse: Chegou a hora de. Como ele disse? O que tem que fazer, faze-o depressa!
Todo mundo vive/depende de ter algo para fazer, só precisa, no entanto, que alguém diga: Chegou a hora de, dizendo o que deve ser feito. Isso fica muito claro nos personagens, é por isso que existe a claquete. Posição, entrada, tempo, fim, saída.



domingo, 11 de julho de 2010

Escrito em 10.07.2010, às 8h27

Sinto muito, mas não gosto do fato consumado, do irreversível.
Quando aqui cheguei, em data certa, apresentei-me como Rato de blog. porque não sei se disse isso a vocês, mas não suporto o que dizem de mim, quanto a eu ser o primeiro a abandonar o barco quando ele está prestes a afundar.Agora li, ali, (ontem jornal noturno na tv) alguém escrever que nordestino e rato são iguais, inferiorizando ambos, além de dizer que fedemos. Eu não sei quanto aos nordestinos, mas quanto a mim, quem esteve assim tão próximo de mim que possa afirmar isso?
Bem, vim do universo e para lá não fui levado de nasa para testes. Ainda falta muito para a nasa compreender o universo ou vocês acham que basta umas fotozinhas aqui e ali de um e de outro potente telescópio que só eles, os superiores que são, conseguem entender e explicar?
Essa limitação é invenção humana do planeta terra, porque !!IMPORTANTES!!, vocês são apenas parte deste universo de que falo, dependem de uma organização, de uma mesma força, de um mesmo regime.
Imagine o dominó que vocês gostam tanto de ver cair depois de estratégicamente montados.
A !!hora de!! chega para todos. Eu disse hora de e não hora final.
A cobra, vocês descobriram que dela mesmo se extrai o soro para a cura. Para mim, só teria um jeito, subtraí-lo. Mas como?
O mestre foi censurado, criticado, discriminado, que é a palavra certa, por morar em uma cidade chamada nazaré, mas isso é o de menos, lá onde ele vivia, o preconceito era por ele ser um simples carpinteiro, nascido e criado no meio deles ter o conhecimento que apresentava. Esta indagação que comumente se faz é a sementinha do preconceito. Porque a fé é o firme fundamento das coisas que se não vêem, conforme foi dito por alguém, logo, se alguém está vendo algo em uma pessoa que constrata com a realidade que ela conhece da pessoa, está instalada a fé. Logo, se se vê isso, está se vendo a fé em si, mas será que a reconhece ou a camufla?
O Mestre disse, muitos sabem, porque tornou-se famoso pela falta de entendimento, que a fé é do tamanho de um grão de mostarda. Como separar o preconceito da fé se eles surgem ao mesmo tempo? Se eles andam juntos? Sinto muito, gente, mas o bom mestre também disse que o trigo e o joio devem crescer juntos. Que sacrifício, não? O mestre não mostrou como destruir o joio, mas apenas como reconhecê-lo.Sinto muito, povo da terra, mas preconceito é a inveja, e a inveja é a mesma coisa, seja pelo que alguém é ou pelo resultado que alguém obtém por ser quem é.
É só olhar para um da família do mestre que lhe disse: Sobe, vai para a festa, pois quem faz o que você faz tem que ficar à mostra (não exatamente com estas palavras - As pessoas religiosas tem medo de que se mude texto da tão divulgada´bíblia, no Brasil, só quem pode fazer isso são alguns).
Aqui cheguei apresentando-me como Rato de blog. Por que não fui ao twitter, orkut, facebook e eteceteras?
Porque muitos que utilizam estes tais sites de !!relacionamentos!!, não~são do tempo em que só havia bate papos e home pages, aliás, da primeira vez que estive aqui era um simples BBS, era um comando para papear.
A ignorância é o que faz acontecer o mau uso de um objeto, de um programa, de um sistema.
Família não ensina suficiente aos filhos como se usa a máquina de mover a sociedade em harmonia. A máquina chamada respeito.
Não é de hoje, mas até hoje o que se vê nesse mundo de vocês é essa luta contra o estrangeiro, e o que é o estrangeiro senão pessoas com costumes diferentes, que pode tirar dos nativos empregos, oportunidades, terras, habitação, e principalmente se virar contra eles. Quem primeiro representou o rato, segundo vocês me vêem, hoje, como aquele que abandona o barco antes de todos, foi faraó, mas ele não se referia a mim, mas a um povo, que se instalou e lá ficou, cresceu e se multiplicou e que quanto mais oprimido, ele experimentou, mais crescia e se multiplicava.
Sinto muito faraós do mundo, mas eu não sou vira folha, não sou vira cassaca. Estrangeiro do mundo não sou,, sou é verdade, estrangeiro, aqui, nesse mundo faraônico de vocês. Era assessor agora sou mais que amigo do um pequeno grande mestre. Aquele que não vira cassaca para salvar a própria pele.
Sou trabalhador. Eu, Rato como são, em geral, os estrangeiros, seja lá em que rotação do sol eles estejam.
O homem, sem valor real, geralmente usa o que não lhe pertence para emprestar a sí próprio este valor. Na verdade ele nnão fez nada para engrandecer sua terra e se importa o máximo com aqueles que transformam qualquer lugar por onde passa. (os estrangeiros)
Hamã, aquele que por muito puxar saco ganhou alto cargo na presença do rei, era insatisfeito com um povo porque ele tirava, como o cientista, a mostra de um revela a mesma coisa nos demais.
Quando se trabalha com ânimo, com força, com coragem, e leva a vida seguindo seus costumes com alegria, claro que isso incomoda, quem vive em busca de coisa, entre aspas, melhor, ou melhor dizendo, mais branda, não pode entender.
Eu sou estrangeiro nesse mundo de vocês, não sou aceito, como não é aceito qualquer estrangeiro em qualquer país nesse mundo, não só país, mas estado, cidade, bairro. Estrangeiro como qualquer pessoa, que pelo enquadramento da sociedade que não se sabe exatamente como foi estebelecida,, fugiu à regra, no saber, na inteligência, na compreensão, mas isso acontece uma vez ou outra na vida.
O pessoal do méxico continua naquela euforia de entrar clandestinamente nos estados unidos?
Quem quebrou os estados unidos foram os estrangeiros? A grécia foram os estrangeiros?
Estrangeiros que não têem costumes próprios, como aconteceu com o povo que vivia no egito se submetem aos costumes dos donos da terra.
Eu sou rato estrangeiro, e, depois, quem disse que eu fedo? Qual destes tiveram coragem de se aproximarem de mim? E não é por repulsa, é por medo mesmo.
Crianças grandes, vocês nunca souberam brincar com seus brinquedos quando eram crianças.Vocês também lembram quando foi que ficou difícil para as pessoas saberem que brinquedo dar a vocês? Até hoje é assim.
Mas aí inventaram os games, ficou limitados a alguns, como sempre acontece, Inventaram o computador, tão parado, tão monótono. O bom do brinquedo é puder mostrar o que ele faz aos outros. A repetição, brincando, faz com que ele perca a graça.
Computador é um brinquedo diferente, ele produz nas pessoas, através, justamente, dos sites de relacionamento, o mostrar-se aos outros. A questão, porém, é que as pessoas, uma vez se exibindo, como qualquer criança, não sabe parar a não ser que um adulto cansado, diga. Chega. Pode parar.

Escrito em 11.07.2020, às 8h21

Que pena viu, lessa, se tivesse maquininha, aqui, ia filmar para você ver quem esteve filmando, letra por letra o que aqui está escrito.
Ainda filhotinho. Em algum momento + - neste tempo, em alguma coisa que ele faz, fica muito parecido comigo.Verificador de obras
Publicado em 11.07.2010, às 8h31 minutos.

sábado, 10 de julho de 2010

coincidências?

Confesso que ri quando a personagem de zezé polessa saiu com a tirada: A gente tira de filme que a gente gosta.
Confesso II, para mim foi como se ela estivesse falando para o autêntico Rato.
Vou mandar recado para a sua mestra, zezé, não agora, agora eu só quero marcar presença.
Não quero nada de aliança comigo, de combinação. Mostrando joinha? Não é com o polegar que a gente diz: Tudo joinha? Tá querendo me perverter, zezé?
Diga para a sua mestra, ó, que até hoje ninguém conseguiu me corromper, não vai ser ela a conseguir. Ia dizer que um bate bola é bom, só que não comigo, porque, simplesmente, com as perninhas que tenho isso é impraticável, e, também, não posso usar meu delicado focinho pra empurrar bolinha, tenho coisas mais importantes para fazer com ele. A essa altura voces já devem saber.
Sinto dizer, mais joinha ñão enche barriga, pelo menos a minha, o que gosto mesmo é de comer.
Que história é essa de, por uma noite, a filha demonstrar mais entendimento do que a que se fazia de professora do mal, da malícia? Epa! Aí tem coisa. Vamos a reviravolta?
A única coisa que a sua mestra descobriu de mim é que eu gosto de brincar. Isso ninguém soube até hoje. Chamei tantos para isso, ninguém quis.
Não é sempre que se acha uma zezé polessa sob nova orientação.
Eu gosto de desafio, e o meu desafio é este. Ir além do que já existe.
A televisão estã tão sem utilidade para diversão de verdade, que só mesmo um penetrinha na história para ela ressurgir. Dá para ser em segredo? Porque de ser traído eu não entendo nada quanto ao resultado.
No mais, mestra da zezé, como agora a onda é essa de leitura. Fui ao literal e voltei ao começo. Quando li de novo, descobri que, essa coisa de tirar de filme o que a gente gosta, esse tirar pode ser excluir e não fazer uso. Não tem nenhum filme que tenha me descrito como/oque eu realmente sou.
Publicado em 10.07.2010, às 22h09 minutos

quinta-feira, 8 de julho de 2010

COINCIDÊNCIAS - Escrito em 07.07.2010

Olá pessoal,
Voltei!
Não foi por menos.
Pela primeira vez alguém foi audaz o suficiente para me mostrar como realmente sou. O dono do pedaço. O Verificador de obras.
Chega de tanto me mostrarem como o penetra da cozinha, da sala de visitas, com pessoas subindo em cadeiras e outras querendo me escurraçar com vassoura, que aliás, na fantasia, está sempre à mão.
Escrito nas estrelas inovou. Parabéns!
Hilário, o casamento com fala do padre entrou na novela: Na saúde e na doença.
Quando a gente quer diz quando escreveu esta. Novela marca hora, marca tempo, marca era.

Escrito em 08.07.2010, às 6h32
Em uma cidade chamada salvador, já teve uma música de carnaval, cujo refrão é essa: Bota pra feder! Feliz mente jinh (é escrito assim?)
Feliz mente jihn, não sou gambá. Você sabe que a chave da escrita é a entonação da voz.
Mesmo assim você acertou na dose.
Creio que para você escrever essa novela, além de opiniões, você deve ter buscado a sua própria.
Deixe eu lhe dizer, jihn, a bíblia, não sei se você conhece a mesma que eu, diz algo assim:
Mil cairão ao seu lado e dez mil a tua direita, mas não chegará a ti.(inimigos). É promessa de um Deus. Quem não quer um Deus desse? Qualquer que tenha pelo menos um inimigo. Eu não fiz um sequer. Fui sentenciado e assim sou visto por todos os seres humanos, como inimigo.
Bom, dispensar um Deus porque o número que o salmista, que dizia estar rodeado, sempre, de inimigos e não sabia o que é ter inimigo. Numerou uma quantidade porque só contava os que tinha para lutar a seu favor. Sinto muito, jihn, não dispenso.
Entrar em celeuma sobre morte, pós morte ou ser pró morrer, não vou. Depois, não sou eu quem recompenso, só faço o meu trabalho.
Sua novela é fraca (e isso não é ruim). Você misturou água ao vinho para transformá-lo em suco de uva.
Quem aguenta, jihn, mil inimigos? ou dez mil? Eu também não aguento, mas tenho. Oo que faço com eles, essa é a questão.
A idéia do inimigo, ele só é real quando há confronto.
Você pode ter medo de quem luta com vassoura? Inimigos que não se garantem com bravura diante de mim?
Você representou-me muito bem contra inimigos. Eu não me manifesto, ao contrário, faço exatamente o que você mostrou que eu faço. Vejo-os fugir.
Não estou aqui para me manifestar aos inimigos, mas aos amigos.
Você vai guiar inimigo? No entanto, numa debalada, elas encontraram tanto a saida quanto uma forma de voltar para casa. Nem uma coisa nem outra é minha função. Eu só tenho a ação, o resultado não me pertence. Pelo menos ela duvida de alguma coisa e isso é sinal de genialidade, porque o gênio, sabe, é preticamente, irredutível, irredutível, com uma humildade que dói, como vicente.

COINCIDÊNCIAS
Você acredita nelas?
Eu não bato numa mesma porta duas vezes, não para fazer a mesma coisa.
Chamar de penetra, o dono, foi o que fizeram com o mestre.
Eu sou exímio Rato. Eu sei o que é ceder.
Estava prestes a voltar para uma missão quando então, tudo isso, escrito aí abaixo, aconteceu.
Vocês continuam acreditando nelas? Então veja:
Embora quando estive aqui há anos atrás, eu era um perfeito mendigo.
Mendigo e rato jihn (estou escrevendo certo?)
Porque mendigo e Rato, jihn o desprezo por parte da humanidade é o mesmo.
Características semelhantes do rato e do mendigo são as mesmas, não ter comida, teto e roupa.
Quando acontece as enchentes, e tragédias, e catastrófes, é incrível como as pessoas se transformam em mendigo. Elas nem clamam, mas seus pedidos ecoam por toda a parte (TVs)(rádio, a onda, passou da minha época, não assisto, digo, não ouço).
Sabe, jihn que eu me lembrei daqueles prédios construídos com material com qualidade inferior. Não lembro de ouvir clamor ecoarem pedindo assistência para mendigo.O que foi feito dos moradores, daqueles moradores de quem nunca ouvi clamor, nem sussurrado?
É jihn, vocês viram o que vocês fizeram? Disfarçar-se elas quizeram, mas não foi suficiente. E suficiente não é chegar ao fim do poço. Elas não experimentaram pporque a história delas convenceu o policial. Não pensou que pudessem ser loucas.
Escrito em 08.07.2010, às 13h27
Incrível, tudo isso por que ficaram a míngua? Não. Por que foram roubadas? Não. Porque me viram tal qual eu sou. O verificador de obras. Porque até ali, jihn, elas não tinham feito mal a nenhuma pessoa. Mas a gente barra o mal, não é depois dele ter sido praticado, sim, antes dele ser executado.
Não vim fazer bem a.. (como é o nome dela que nem sei)
Sinto muito viu, jihn tenho papel a cumprir, não dá para esperar fim de novela.
Anjo ajudar pessoas na prática do mal? Reforçar o mal? Você conhece algum assim? porque eu não conheci.
Se anjo´pudesse vir até vocês por vontade de vocês como está acontecendo na sua versão, escrito nas estrelas, onde estaria a autoridade de Deus?
É verdade, você está trabalhando com a fantasia do coletivo mental.
Ver o anjo, como acontece com a criança, ver um anjo da guarda que faz tudo o que vocês querem. Quem é o anjão do carlos vereza?
Vidas passadas, reencarnações?!?! Tudo isso faz parte do anseio espiritual do ser humano.
Todo mundo já teve uma perda.
Qual a história do menino que vê anjos?
Estou vendo se desapareço para aparecer de novo.
Onde vocÊs vêem mendigo?
Vê ele indo de porta em porta. toc, toc, toc, ou de carroe em carro?
Acho jihn, que aparecendo vou me mostrar como o mendigo que sou.
Eu não sei se você viu, mas para onde eu vou levo comigo a minha h, não que eu seja como certo príncipe cujo sol aparece não sei quantas vezes no planeta dele.
Você reparou que eu estou sempre olhando para o que vem, para o que está por vir.
Nenhuma pessoa, jihn, disse o mais reveladoramente, como é ser mendigo. Até a raposa tem covis, mas o filho do homem não tem onde reclinar a cabeça.
Eu vim aqui, jihn, como autêntico mendigo que sou.
Não entendi, exatamente, porque/para que fui transformado em mendigo, porque jihn, é transformação mesmo, não é faz de conta, é como aconteceu com o rei nabucodonozor, que foi-lhe anunciado que seria transformado em bicho até que reconhecesse a grandeza de Deus.
Mas eu não lembro porque tive que vir como mendigo. Não tem a ver com filme hollywoodiano, que acha que para chegar a mendicância basta tirar os cartões, os registros informatizados.
Vou voltar como mendigo só para mostrar a você jihn, que não é o quê, o como, quando, o porque que me tornou um simples. Simples, não, não sou um simples rato. Sou desde, agora, o mendigo, e não me invente como o mendigo de a volta do todo poderoso. Nada a ver.
Temos dois exemplo de pessoas que quiseram trocar de roupas uma para se proteger, o que não adiantou, outra pensando em honra própria, o que não aconteceu. São dois exemplos negativos de mendigos, não sou como esses que não tem nada que envergonhe uma casa do que uma visita ver um rato.
O mendigo é como o rato, é uma mancha na natureza. Mas hoje em dia são tantas instituições. Depois, já não existem mendigos de verdade, o que existem são os viciados, são os que trocam a família pelo vício. Nada a ver com mendigo de verdade.
Você conhece a índole do pródigo?
Muita gente em tragédias, enchentes, etc, etc, depois de ter passado por elas, decidiram espontâneamente, viver na mendicância?
O filho pródigo foi até o fim, o que ele não aguentou, não foi que o porco tivesse o que comer e ele não, mas ele ter sido tratado como um ser que não precisava ver atendidas as mínimas necessidades que correspondessem ao recebimento do seu salário pelo seu trabalho.
O que o filho pródigo não aguentou foi ser vítima de tanta falta de jústiça.
Porque, viu, jihn, pior que a falta de comida, roupa, teto, de emprego, é a falta de justiça aplicada a determinada situação.
Ele não voltou para casa porque queria usufruir do benefício de filho, mas do direito dos empregados.
Eu não passo por injustiça, em geral, quando dizem de mim: O Rato comeu, é porque deve ter visto alguma parte de mi em movimento. Crime mesmo é dizer pra qualquer coisa que não se vê: O GATO COMEU.
Publicado em 08.07.2010,às 18h50minutos.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Escrito em 07.07.2010, às 10h37

Eu sei o que é lançar um livro. Eu já tive essa experiência.

Através de qualquer coisa que conquistamos, o apoio da ´família é fundamental.

Para mim, todo mundo sabia, em casa, que um livro publicado era um sonho meu.

Eu quis mais que escrever livros, mesmo assim escrevi mais uns três ou quatro, os quais não fiz questão de publicar.

Não me importo com o livro. Não me importo com letras travadas, coitadas. (As letras escritas em livros). Elas são obrigadas a dizer atudo o que seus mestre mandam.

Jamais faria isso, diria de mim, as letras, sou seu mestre.

Letra para mim é liberdade.

Outro dia li um texto de mário quintana sobre o casamento. Não senti prazer nenhum naquilo que ele disse ser juramento melhor do que o do padre. Não vi graça, não vi doçura. Foi tão seco, tão seco, tão seco, tão cego como quem casava obrigado, antigamente.

Desculpe, estou falando de Mario Quintana.

Desculpe, mario quintana, e daí? Tã na onda do narrador galvão, que tava fazendo do jogador kaká, a sua marionete, na sua narrativa?

Porque o jornal nacional de fátima bernardes foi muito generoso ao apresentar a história social de alguns escolhidos de dunga. O que eles tinham em comum? Diferente deles, só mesmo kaká.

Quando eu era criança, que tinha liberdade com as letras, eu era conhecida assim, pelos meus amigos: CICA (Vou abrir um bem aqui - Acho que eu ainda nem tinha nascido quando aprendi o quanto era gostoso para as pessoas estarem à mesa comigo, vocês pensam o quê? Vou me alongar um pouco. Que só se sabe sobre si depois que nasce? Fechei. tô dizendo, só pra vocês saberem. Se não viu. Sinto muito. Olhe ele aqui)

Quando conhecemos as letras, não, mas os sons delas, crescemos.

Pensaram que perdi quanto tempo para aprender a diferença entre cica e quica. Mas ainda não era assim. Na verdade, assim fui chamada por causa de um livro. Quincas Berro D`agua. Fui por muito tempo, na minha infância, chamada assim. Quinca, quinha, cica, mas na pronuncia, olhe o som. Quica, ou então assim. KIKa, e assim ficou.

Eu, hoje, lembrando o palavrão de kaká, que antes pensei: Será que ele sabe o significado?

Pois é, lembrando do comportamento do narrador em relação ao jogador, sem querer, saiu de dentro de mim, a palavra cocô. O som das palavras é divino nos nossos ouvidos. Aí me lembrei:

Que desprezo por palavras só faz vocês fazerem um coisa. Substituir uma por outra ou inventar.

A falta de equilíbrio da criança (principalmente em lugares de requinte do país) faz com que aquilo que os artistas ignoram como palavrão, que é para os outros, receba o nome de KAKA.

Liguem, não, quando a gente é criança passa por muitas portas até chegar a isso.

Eu disse: Até a criança chegar ao equilíb rio de sentar no penico, é melhor florear a palavra daquilo, que antes de deixar nele, ela deixa na fralda.

Publicado em 07.07.2010, às 1h18 minutos.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Escrito em 04 (06).07.2010,

A melhor invenção do homem, até hoje,
é o espelho, porque ninguém se posta
diante dele para olhar o bom, mas para
detectar o errado, o ruim.
A frase: Sinta-se como se estivesse em casa,
embora usado em nome da liberdade, não
é própriamente para isso, é sim, para que
a pessoa sinta-se, onde estiver, cumprindo
os mesmos ritos, o mesmo respeito,
a mesma reverência que tem em casa.
Isso se o tiver

Letrinha rebelde faz de tudo para ficar grande, não é isso que a bíblia diz que certo anjo desejou?
Não tenho medo de letra que se reveste de letrinha.
Meu trabalho não é nada fácil, já havia abandonado as minhas atividades quando ouvi na televisão brasileira um narrador fazendo de tudo para exaltar um jogador que não fez nenhum gol só para não exaltar os que fizeram. Enquanto este a quem ele exaltava por qualquer passe, tudo o que fazia a cada falha era dar palavrão.
Você está de castigo, kaká.
É assim que exalta a sua religião?
Conheci poucos que foram derrotados por Deus querer. Deus não quer isso para ninguém.
O palavrão é pior do que palavra rebelde que leva o homem a encruzilhada, ele leva o homem ao calabouço, é o fim. É total falta de recurso no linguajar.
Pelo menos, eu, não assisti jogo final do brasil para ouvir isso de você nem de nenhum outro.
Pior que isso só o ronaldo brasileiro mijando no campo.
Todo lugar onde estamos é como estarmos em casa. E, casa, mesmo que tenhamos a nossa, olhe para onde ela nos envia. Casa da mamãe, pelo menos pelo conceito do narrador galvão
Isso me lembra a tartaruga, o jabuti.

Publicado em 06.07.2010, às 17h18 minutos.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Escrito em 05.07.2010, às 9h39

Não é preciso ler todas as páginas de jornal nem todos os jornais para perceber que estamos dando início ao uso insistente de uma determinada palavra. LEITURA.
Essas palavras assim que surgem no cotidiano, seja dos jornalistas, seja dos intelectualizados, significa o fim da linha, não de uma corrida, mas de uma encruzilhada.
Aliás, esta é uma palavra que muito temo, apesar dela representar possibilidades, ela não passa de um ponto de interrogação, por onde? para onde ir?
Ninguém é tão perfeito em se tratando de equipe como os jogadores de futebol na copa. Eles estão unidos tanto na vitória quanto na derrota no tocante a justificativa.
Agora, para tudo que não se tem capacidade de expor opinião própria, que não alcança o próprio entendimento recorre-se a tal palavra mágica: Leitura(s).
Estou lendo jornal de esportes, mas acho que em qualquer outra setor LEITURA hoje é o mesmo que interpretação. Só que é uma interpretação com requinte, inventada para fins utéis.
Desculpe, eu gosto de dar a minha cara a bofetada. Todo lugar que eu entro é assim: Gosto de escadinha e, uma coisa importante na escadinha para quem faz uso dela é que os degraus sejam todos iguais, na medida para conforto e segurança.
Assim também acontece com jornais e todas as demais áreas intelectualizados.
Vocês lembram da auto estima? Falou-se, falou-se, falou-se dela e de repente, quando fala-se nela hoje é com certo tédio, com um ponta de peso na consciência. E a responsabilidade social? Foi uma efervescência. Quanto tempo LEITURA vai durar?
Quando a gente sobe uma escada, o principal motivo para fazermos isso é porque achamos que isso vai nos levar a algum lugar
Quando tudo que se escreve, resume-se em chegar na encruzilhada através de uma palavra, é não estar sabendo para onde conduzir as pessoas, o melhor é parar e voltar.Para quem está lendo, é claro. Quem escreveu já foi longe demais.
Se os próprios que escrevem estão perdidos, Cego criando outro cego.
Desculpe, não leio jornal, é verdade, mas a ausência, a falta de hábito faz isso.
Para quem conhece a palavra no seu significado atual não é tão difícil achá-la aqui, quanto mais nos textos.
E R G H J K A E Q
W L P I U B T R D
O L E I T U R A V
A K T I V N P H Y
N E I Q R S O C E

Como Elias pediu ao seu moço para olhar quando a nuvem se formaria e a nuvem se formou do tamanho da mão de um homem. No caso do profeta elias, uma mão tornou-se uma forte chuva. Eu espero que a nuvem que essa palavra está trazendo se dissipe com o vento para que os entendidos ausentes de resposta para si e para os outros, não inventem mais uma palavra para tolher, para emperrar o desenvolvimento.
Ou vocês acham que quem emperra a engrenagem do mundo é a roda? Não, não é a roda, é a palavra mesmo. Vocês acham que o profeta elias ficou olhando para o moço enquanto ele ia olhar na direção que elias mandou?
Sinto muito, mas quando piso na escada não tenho interesse algum de ir parar na encruzilhada, que alguém, tenha, sem saber, chegado lá.
Eu respeito encruzilhada, aonde ela está, lá eu não piso. É o mesmo que cadeira. Em cadeira reservada, eu não sento.
Palavra que quer muito se mostrar eu não uso. Veio na frente de outra, sentou na cadeira de outra, não respeita autoridade.
Sim, no mundo das palavras existe autoridade, quem vem antes, quem vem depois e até quem não devia ter vindo.
É como trabalho de anjos. Só que os anjos são obedientes, só vêm aqui quando são mandados.
Vocês acham o que, que as letras também não vida, ordem, comando como todas as outras coisas que Deus faz?
Sou caçador de letras rebeldes aquelas que não dizem nada, não edifica, que faz as pessoas rodopiarem.
Imagine se nunca viu. As caixinhas com letras, antes do compenedor, antes do compositor, lá estou eu contando todos os dias as que saem e as que ficam.
É um trabalho que exige muita, muita, muita dedicação e atenção.
É só uma forma de vocês verem o meu trabalho.
Se alguém inventou de contar estrelas sem saber o sentido, pedi profissão melhor a Deus.
Cada um dará conta de si...
Eu prefiro o outro.
Sei lá o que Gamaliel ensinou para o homem das letras.
Prefiro o homem da sentença.
Por suas palavras serás condenado
por suas palavras serás justificado. Isso serve para letrinhas também.
Se a nuvem do tamanho da mão do homem enegreceu o céu e choveu, imagine o que uma palavra rebelde pode fazer para prejudicar o ser humano.

Escrito em 04.07.2010, às 10h19

Ontem foi um dia de nada dizer, nada fazer, nada falar, e, escrever, só o mínimo.
Parece que sobre o que eu podia dizer já havia sido escrito.
Com a letra pode-se tudo, tudo mesmo, professora, até transformar-me em penetra, mas aquela, deitada em cama alheia, não sou eu. Minha função é ensinar, principalmente os bons costumes, os bons hábitos.
Como se pode ensinar distor
cendo os valores.
Quem ensinou aquela criança tantos maus costumes, maus comportamentos? Nenhum valor. Não tem lição de moral , não? Pensou que eu fosse ser penetra só ao abrir o jornal? Eu sou a letra e não hacker, professora.
Escrito em 05.07.2010, às 14h52 minutos.
Eu mesma não sabia que penetra era isso. Como você sabe eu só faço o que me mandam.
Você não vê, mas enquanto falo com você (e eu não posso mentir) Queria que você lesse essas duas frases e faça uma visitinha a bíblia (se for possível) e veja o diálogo do grande homem e o seu algoz.
Tanto o grande homem quanto o seu algoz sabiam da importância do que se faz com a letra ao formar a palavra.
O algoz disse ao grande homem que ele transformasse pedra em pão, dado o poder que lhe foi dado.
O que o homem respondeu: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus. Curioso, por que o grande homem não respondeu apenas: Não quero fazer, não vou fazer. Não quero. Por que o grande homem precisou da palavra escrita(aos moldes religioso) para combater o seu algoz?
O mesmo grande homem disse: A letra mata. Por que? Porque ele me conhecia. De onde?
Por que o mesmo grande homem, instruiu aos seus discípulos que quando estivessem diante de autoridades não se apressassem no falar pois o espírito colocaria palavras na boca deles.
Por que o grande homem tem tanta desconfiança com a letra?
A desconfiança é resultado de alguma coisa acontecida que não foi legal, um confronto, sabido desleal.
Será que a letra é desleal? Desleal para com quem?
Porque a letra também oferta coisas para o homem, como fez o algoz ao grande homem.
De onde vem a letra?
O que é que a letra faz quando ela se reune, o mesmo que todo mundo que escreve faz.
Seleciona o melhor da palavra para dizer o que quer para induzir uma pessoa para fazer aquilo que ele quer.
O algoz do grande homem, certa feita, sem ser convocado, entrou numa fila. A letra também faz isso, espera para ser usada, requerida, desejada.
Pois bem, o algoz do grande homem, certa feita, se convocado eu não sei ou se já era costume, apresentou-se a DEus, respeitando fila. Quando Deus o viu, perguntou-lhe, De onde vem?
Venho de rodar a terra. E Deus, satisfeito, perguntou: Viste o meu servo Jó......
Vendo o algoz do grande homem, a satisfação de Deus para com o homem chamado jó, disse:
Também, e relacionou os benefícios que Deus propiciava ao homem, e tanto fez, usando a dinâmica da palavra que conseguiu retirar de Deus uma permissão para fazer o que achassse necessário para provar que não era bem como Deus pensava sobre Jó.
Quem, neste mundo, age diferente disso, quando o que está em questão é a palavra?
Quanto ao uso e o resultado que se espera.
A letra tem seu uso.
Mas por que o grande homem preferiu usar a palavra que já fora escrita antes, a apenas dizer não, não quero, não faço. Por que a palavra escrita tem mais poder do que a falada?
Mas como fica a população que não tem dinheiro para comprar quase comida quanto mais para comprar jornais e livros?
A letra é usada para formar palavras que mobilize pessoas a fazerem alguma coisa.
Tanto que o jornal é o melhor exemplo disso. A classe vai de A a não sei que letra, mais, quando isso era o meu interesse, só ia até a classe D, mas como essa informação só interessa a políticos e a ibope de programas de TVs, perdi a conta, não o interesse. Eu sempre me interesso pelas classes, principalmente porque elas surgem resultado do aumento da pobreza, do surgimento da miséria. Mas os jornais, os livros continuam firmes nas classes A B e talvez na C, acontece que a C parece que subiu um pouco, melhorou um pouco.
Agora que está próximo dos programas eleitorais, eles estarão presentes e representados por muitos.
DE A a não sei quanto.
Claro que não vou olhar no ibge. Sei lá se economicamente, para visibilidade do pais no exterior, é importante informar todos os lastros da pobreza criando mais uma ou duas classes descendente?
O Paulo disse que os que criam nele tinham a mente de Cristo.
Jesus não achou isso suficiente. Que tenha a mente dele, mas que guarde a sua palavra para ter a vida eterna, que é uma coisa que ninguém até hoje sabe exatamente o que é.
Eu não sei o que é ter a mente de Cristo. Paulo teve ter sabido, no entanto, ele disse que conheceu um homem que tinha chegado ao x céu, e ele disse que a isso ele queria conhecer.
Caríssimos, alguma coisa eu quero, que sendo meu, eu leve para o céu, as minhas palavras, as que disse, claro, quanto a isso o computador é uma grande invenção, porque os ambientes estão no mundo para isso, ter alguém na porta para evitar a entrada. Ée assim em todo lugar.
Mas, como a bíblia é o livro magnífico, um certo profeta, de nome eliseu, condenado pelo rei pelas suas atitudes, o país passava uma fome enorme, o profeta disse que comida viria, e disse como, mas um dos altos homens do rei, chicanou, ao que o profeta disse, isso acontecerá mas você não comerá nem verá, e foi o que aconteceu, o homem estava em pé na porta quando alguma coisa aconteceu e ele morreu.
Não se sabe quantas pessoas mortas estão em determinados ambientes, porque o que se quer, o que se espera é que onde estejam, estejam reunidos em nome de coisas específicas. Até parece o que o grande homem disse: Onde estiverem 2 ou 3 reunidos em meu nome eu estarei presente.
Mas essa é uma realidade que acontece em qualquer ambiente com porta, quando estão reunidos, estão reunidos em nome de quem ou do que. Até mesmo esta invenção interessante que é o computador, apesar das tantas portas físicas, virtualmente, a porta só pode ser aberta para quem concorde com o que, de quem.
Eu acho ótimo que discorde de mim, mas parece que não tem como.