quarta-feira, 28 de julho de 2010

Escrito em 28.07.2010

Oi dim,
Eu onttem me senti como peixe fora d´água. Cadê eu? Cadeê eu, dim?
Eu fiquei sem saber o que iria acontecer se/ quando houvesse uma interrupção.
Desapareci, dim.
Sabe aquele jogo de puxar linha em passatempo? tentei fazer para eu aparecer. Sabe aquele que a gente vai pintando com lápis? Não estou sabendo como vou fazer para voltar a aparecer. Dim, dá para você fazer eu aparecer?
Bem, eu já conheci e falei o caminho natural, agora, eu só vejo um jeito, o caminho sobrenatural.
Sobrenatural é só por ser diferente do comum.
Dá para me trazer de volta, jeans. Que coisa, jeans, não dim.
Foi aquele corvo. Vou ter que pegar o código dele. tic, tic, tic, tic, tic, tic, tic, tic, tic, tic, tic,
Acho que não tem jeito.

Sobrenatural, dim, é só por desconhecimento, é só por duvidar do possível.
Você viu o gatinho desenhado? Criança bateu o olho, gostou, mudou de lugar, veio para mais perto e resolveu desenhar um para ele. É, dim, para voltar, às vezes, precisamos de ajuda de 2, de 4, de 6 mãos. Agora, finalmente, ó, dim, voltei.
Não é preciso o sobrenatural, tem que ser verdade aquilo que se está falando, pedindo e fazendo. Daí, cá estou, eu, o Gato, ou melhor dizendo: eu.
Olhe, dim, você pode ir o mais longe possível é só pensar palavrinhas assim: voltar às vezes... Para quem está escrevendo um novela com o tema que você está escrevendo, pode ir muito longe, e não precisa nem regressão. É questão de verdade, verdade, verdade, se existe uma situação de verdade e coloca-se você dentro dela, você faz parte dela e tudo é possível acontecer. Não quis voltar ali onde deveria escrever uma. A gente faz código na escrita, dim, é só se estar falando a verdade. Você foi o mais longe possível, dim: Aonde você chegou: Porque eu não sei reviver, mas morrer, dim, a gente pode muitas vezes. Basta viver, insistentemente, um única vida, ou seja, seguir um mesmo caminho. Tá vendo ali ´na única vida, dá para você ler uma?

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