segunda-feira, 5 de julho de 2010

Escrito em 04.07.2010, às 10h19

Ontem foi um dia de nada dizer, nada fazer, nada falar, e, escrever, só o mínimo.
Parece que sobre o que eu podia dizer já havia sido escrito.
Com a letra pode-se tudo, tudo mesmo, professora, até transformar-me em penetra, mas aquela, deitada em cama alheia, não sou eu. Minha função é ensinar, principalmente os bons costumes, os bons hábitos.
Como se pode ensinar distor
cendo os valores.
Quem ensinou aquela criança tantos maus costumes, maus comportamentos? Nenhum valor. Não tem lição de moral , não? Pensou que eu fosse ser penetra só ao abrir o jornal? Eu sou a letra e não hacker, professora.
Escrito em 05.07.2010, às 14h52 minutos.
Eu mesma não sabia que penetra era isso. Como você sabe eu só faço o que me mandam.
Você não vê, mas enquanto falo com você (e eu não posso mentir) Queria que você lesse essas duas frases e faça uma visitinha a bíblia (se for possível) e veja o diálogo do grande homem e o seu algoz.
Tanto o grande homem quanto o seu algoz sabiam da importância do que se faz com a letra ao formar a palavra.
O algoz disse ao grande homem que ele transformasse pedra em pão, dado o poder que lhe foi dado.
O que o homem respondeu: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus. Curioso, por que o grande homem não respondeu apenas: Não quero fazer, não vou fazer. Não quero. Por que o grande homem precisou da palavra escrita(aos moldes religioso) para combater o seu algoz?
O mesmo grande homem disse: A letra mata. Por que? Porque ele me conhecia. De onde?
Por que o mesmo grande homem, instruiu aos seus discípulos que quando estivessem diante de autoridades não se apressassem no falar pois o espírito colocaria palavras na boca deles.
Por que o grande homem tem tanta desconfiança com a letra?
A desconfiança é resultado de alguma coisa acontecida que não foi legal, um confronto, sabido desleal.
Será que a letra é desleal? Desleal para com quem?
Porque a letra também oferta coisas para o homem, como fez o algoz ao grande homem.
De onde vem a letra?
O que é que a letra faz quando ela se reune, o mesmo que todo mundo que escreve faz.
Seleciona o melhor da palavra para dizer o que quer para induzir uma pessoa para fazer aquilo que ele quer.
O algoz do grande homem, certa feita, sem ser convocado, entrou numa fila. A letra também faz isso, espera para ser usada, requerida, desejada.
Pois bem, o algoz do grande homem, certa feita, se convocado eu não sei ou se já era costume, apresentou-se a DEus, respeitando fila. Quando Deus o viu, perguntou-lhe, De onde vem?
Venho de rodar a terra. E Deus, satisfeito, perguntou: Viste o meu servo Jó......
Vendo o algoz do grande homem, a satisfação de Deus para com o homem chamado jó, disse:
Também, e relacionou os benefícios que Deus propiciava ao homem, e tanto fez, usando a dinâmica da palavra que conseguiu retirar de Deus uma permissão para fazer o que achassse necessário para provar que não era bem como Deus pensava sobre Jó.
Quem, neste mundo, age diferente disso, quando o que está em questão é a palavra?
Quanto ao uso e o resultado que se espera.
A letra tem seu uso.
Mas por que o grande homem preferiu usar a palavra que já fora escrita antes, a apenas dizer não, não quero, não faço. Por que a palavra escrita tem mais poder do que a falada?
Mas como fica a população que não tem dinheiro para comprar quase comida quanto mais para comprar jornais e livros?
A letra é usada para formar palavras que mobilize pessoas a fazerem alguma coisa.
Tanto que o jornal é o melhor exemplo disso. A classe vai de A a não sei que letra, mais, quando isso era o meu interesse, só ia até a classe D, mas como essa informação só interessa a políticos e a ibope de programas de TVs, perdi a conta, não o interesse. Eu sempre me interesso pelas classes, principalmente porque elas surgem resultado do aumento da pobreza, do surgimento da miséria. Mas os jornais, os livros continuam firmes nas classes A B e talvez na C, acontece que a C parece que subiu um pouco, melhorou um pouco.
Agora que está próximo dos programas eleitorais, eles estarão presentes e representados por muitos.
DE A a não sei quanto.
Claro que não vou olhar no ibge. Sei lá se economicamente, para visibilidade do pais no exterior, é importante informar todos os lastros da pobreza criando mais uma ou duas classes descendente?
O Paulo disse que os que criam nele tinham a mente de Cristo.
Jesus não achou isso suficiente. Que tenha a mente dele, mas que guarde a sua palavra para ter a vida eterna, que é uma coisa que ninguém até hoje sabe exatamente o que é.
Eu não sei o que é ter a mente de Cristo. Paulo teve ter sabido, no entanto, ele disse que conheceu um homem que tinha chegado ao x céu, e ele disse que a isso ele queria conhecer.
Caríssimos, alguma coisa eu quero, que sendo meu, eu leve para o céu, as minhas palavras, as que disse, claro, quanto a isso o computador é uma grande invenção, porque os ambientes estão no mundo para isso, ter alguém na porta para evitar a entrada. Ée assim em todo lugar.
Mas, como a bíblia é o livro magnífico, um certo profeta, de nome eliseu, condenado pelo rei pelas suas atitudes, o país passava uma fome enorme, o profeta disse que comida viria, e disse como, mas um dos altos homens do rei, chicanou, ao que o profeta disse, isso acontecerá mas você não comerá nem verá, e foi o que aconteceu, o homem estava em pé na porta quando alguma coisa aconteceu e ele morreu.
Não se sabe quantas pessoas mortas estão em determinados ambientes, porque o que se quer, o que se espera é que onde estejam, estejam reunidos em nome de coisas específicas. Até parece o que o grande homem disse: Onde estiverem 2 ou 3 reunidos em meu nome eu estarei presente.
Mas essa é uma realidade que acontece em qualquer ambiente com porta, quando estão reunidos, estão reunidos em nome de quem ou do que. Até mesmo esta invenção interessante que é o computador, apesar das tantas portas físicas, virtualmente, a porta só pode ser aberta para quem concorde com o que, de quem.
Eu acho ótimo que discorde de mim, mas parece que não tem como.

Nenhum comentário:

Postar um comentário