domingo, 11 de julho de 2010

Escrito em 10.07.2010, às 8h27

Sinto muito, mas não gosto do fato consumado, do irreversível.
Quando aqui cheguei, em data certa, apresentei-me como Rato de blog. porque não sei se disse isso a vocês, mas não suporto o que dizem de mim, quanto a eu ser o primeiro a abandonar o barco quando ele está prestes a afundar.Agora li, ali, (ontem jornal noturno na tv) alguém escrever que nordestino e rato são iguais, inferiorizando ambos, além de dizer que fedemos. Eu não sei quanto aos nordestinos, mas quanto a mim, quem esteve assim tão próximo de mim que possa afirmar isso?
Bem, vim do universo e para lá não fui levado de nasa para testes. Ainda falta muito para a nasa compreender o universo ou vocês acham que basta umas fotozinhas aqui e ali de um e de outro potente telescópio que só eles, os superiores que são, conseguem entender e explicar?
Essa limitação é invenção humana do planeta terra, porque !!IMPORTANTES!!, vocês são apenas parte deste universo de que falo, dependem de uma organização, de uma mesma força, de um mesmo regime.
Imagine o dominó que vocês gostam tanto de ver cair depois de estratégicamente montados.
A !!hora de!! chega para todos. Eu disse hora de e não hora final.
A cobra, vocês descobriram que dela mesmo se extrai o soro para a cura. Para mim, só teria um jeito, subtraí-lo. Mas como?
O mestre foi censurado, criticado, discriminado, que é a palavra certa, por morar em uma cidade chamada nazaré, mas isso é o de menos, lá onde ele vivia, o preconceito era por ele ser um simples carpinteiro, nascido e criado no meio deles ter o conhecimento que apresentava. Esta indagação que comumente se faz é a sementinha do preconceito. Porque a fé é o firme fundamento das coisas que se não vêem, conforme foi dito por alguém, logo, se alguém está vendo algo em uma pessoa que constrata com a realidade que ela conhece da pessoa, está instalada a fé. Logo, se se vê isso, está se vendo a fé em si, mas será que a reconhece ou a camufla?
O Mestre disse, muitos sabem, porque tornou-se famoso pela falta de entendimento, que a fé é do tamanho de um grão de mostarda. Como separar o preconceito da fé se eles surgem ao mesmo tempo? Se eles andam juntos? Sinto muito, gente, mas o bom mestre também disse que o trigo e o joio devem crescer juntos. Que sacrifício, não? O mestre não mostrou como destruir o joio, mas apenas como reconhecê-lo.Sinto muito, povo da terra, mas preconceito é a inveja, e a inveja é a mesma coisa, seja pelo que alguém é ou pelo resultado que alguém obtém por ser quem é.
É só olhar para um da família do mestre que lhe disse: Sobe, vai para a festa, pois quem faz o que você faz tem que ficar à mostra (não exatamente com estas palavras - As pessoas religiosas tem medo de que se mude texto da tão divulgada´bíblia, no Brasil, só quem pode fazer isso são alguns).
Aqui cheguei apresentando-me como Rato de blog. Por que não fui ao twitter, orkut, facebook e eteceteras?
Porque muitos que utilizam estes tais sites de !!relacionamentos!!, não~são do tempo em que só havia bate papos e home pages, aliás, da primeira vez que estive aqui era um simples BBS, era um comando para papear.
A ignorância é o que faz acontecer o mau uso de um objeto, de um programa, de um sistema.
Família não ensina suficiente aos filhos como se usa a máquina de mover a sociedade em harmonia. A máquina chamada respeito.
Não é de hoje, mas até hoje o que se vê nesse mundo de vocês é essa luta contra o estrangeiro, e o que é o estrangeiro senão pessoas com costumes diferentes, que pode tirar dos nativos empregos, oportunidades, terras, habitação, e principalmente se virar contra eles. Quem primeiro representou o rato, segundo vocês me vêem, hoje, como aquele que abandona o barco antes de todos, foi faraó, mas ele não se referia a mim, mas a um povo, que se instalou e lá ficou, cresceu e se multiplicou e que quanto mais oprimido, ele experimentou, mais crescia e se multiplicava.
Sinto muito faraós do mundo, mas eu não sou vira folha, não sou vira cassaca. Estrangeiro do mundo não sou,, sou é verdade, estrangeiro, aqui, nesse mundo faraônico de vocês. Era assessor agora sou mais que amigo do um pequeno grande mestre. Aquele que não vira cassaca para salvar a própria pele.
Sou trabalhador. Eu, Rato como são, em geral, os estrangeiros, seja lá em que rotação do sol eles estejam.
O homem, sem valor real, geralmente usa o que não lhe pertence para emprestar a sí próprio este valor. Na verdade ele nnão fez nada para engrandecer sua terra e se importa o máximo com aqueles que transformam qualquer lugar por onde passa. (os estrangeiros)
Hamã, aquele que por muito puxar saco ganhou alto cargo na presença do rei, era insatisfeito com um povo porque ele tirava, como o cientista, a mostra de um revela a mesma coisa nos demais.
Quando se trabalha com ânimo, com força, com coragem, e leva a vida seguindo seus costumes com alegria, claro que isso incomoda, quem vive em busca de coisa, entre aspas, melhor, ou melhor dizendo, mais branda, não pode entender.
Eu sou estrangeiro nesse mundo de vocês, não sou aceito, como não é aceito qualquer estrangeiro em qualquer país nesse mundo, não só país, mas estado, cidade, bairro. Estrangeiro como qualquer pessoa, que pelo enquadramento da sociedade que não se sabe exatamente como foi estebelecida,, fugiu à regra, no saber, na inteligência, na compreensão, mas isso acontece uma vez ou outra na vida.
O pessoal do méxico continua naquela euforia de entrar clandestinamente nos estados unidos?
Quem quebrou os estados unidos foram os estrangeiros? A grécia foram os estrangeiros?
Estrangeiros que não têem costumes próprios, como aconteceu com o povo que vivia no egito se submetem aos costumes dos donos da terra.
Eu sou rato estrangeiro, e, depois, quem disse que eu fedo? Qual destes tiveram coragem de se aproximarem de mim? E não é por repulsa, é por medo mesmo.
Crianças grandes, vocês nunca souberam brincar com seus brinquedos quando eram crianças.Vocês também lembram quando foi que ficou difícil para as pessoas saberem que brinquedo dar a vocês? Até hoje é assim.
Mas aí inventaram os games, ficou limitados a alguns, como sempre acontece, Inventaram o computador, tão parado, tão monótono. O bom do brinquedo é puder mostrar o que ele faz aos outros. A repetição, brincando, faz com que ele perca a graça.
Computador é um brinquedo diferente, ele produz nas pessoas, através, justamente, dos sites de relacionamento, o mostrar-se aos outros. A questão, porém, é que as pessoas, uma vez se exibindo, como qualquer criança, não sabe parar a não ser que um adulto cansado, diga. Chega. Pode parar.

Escrito em 11.07.2020, às 8h21

Que pena viu, lessa, se tivesse maquininha, aqui, ia filmar para você ver quem esteve filmando, letra por letra o que aqui está escrito.
Ainda filhotinho. Em algum momento + - neste tempo, em alguma coisa que ele faz, fica muito parecido comigo.Verificador de obras
Publicado em 11.07.2010, às 8h31 minutos.

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