terça-feira, 20 de julho de 2010

Escrito em 20.07.2010, às 7h24



Você, dr guilherme,
você não serve, não serve para ser meu namorado,
pois me falaram, meu bem, falaram que você é casado.

Como a mosca no mel, mas serve a sopa.

Eu sou a mosca que pousou na sua boca,
eu sou a mosca que pousou pra te avisar,
eu sou a mosca que procura o seu nome,
eu sou a mosca que pisou pra te ajudar.

Ô inácio, ô inácio, mulher parida não come,
ô inácio, ô inácio farinha do mesmo dia,
ô inácio, ô inácio se ela come ela morre,
ô inácio, ô inácio e o filho não se cria.

A dona da casa, a dona maria,
se não fosse o homem, a mulher não paria.

Onde foi mesmo que eu vi texto de pinguim?
Tenho olho zoom, não, e pra que anatomia em cima da cama?
Como é mesmo o nome da moça?
Não quero nada com o brasileiro. É marina?
O perdão dele para nada serve.
Por que não, que marina era apenas uma mosca.
Raul, ó, me resgatou, letrinha, letrinha, saltando e saltitando.
Quem vocês pensam que me ensinou a juntar letras?
Cada qual com a sua mosca.
A mosca de cristina, não é a mosca do raul,
mas o ritmo, uma maravilha.
Publicado em 20.07.2010, às 11h16 minutos.

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