
Dou lhe a, dou-lhe b, dou-lhe c, dou-lhe d, dou-lhe e, dou-lhe f, dou-lhe g, dou-lhe h, dou-lhe i, dou-lhe j, dou-lhe k, dou-lhe l, dou-lhe m, dou-lhe n, dou-lhe o, dou-lhe p, dou-lhe q, dou-lhe r, dou-lhe s, dou-lhe t, dou-lhe u, dou-lhe v, dou-lhe x, dou-lhe y, dou-lhe w, dou-lhe y, dou-lhe z.
Já brincou de jogar barro na parede? Então, lá vai, um, dois, três, quatro. É uma palavra que não tem letra repetida, é algo que o computador precisa. Escolhe um cantinho aí e coloca ele. Meu computador é à moda antiga.
Antigamente quem fazia leitura das cartas? A porta, logo, para se comunicar tinha que ser com alguém próximo. Isso não é fantástico?
Segunda coisa, o escritor tinha que ser anônimo. Terceira coisa, o escritor tinha que ficar à espera dos sinais, das demonstrações. Quem aguenta receber uma carta anônima (de boas intençoes, claro), sem trazê-la ao conhecimento de outras pessoas? Fizeram mau uso até da porta, mesmo sabendo que ela é a única coisa que separa/une duas pessoas.
Computador, o que foi feito dele. Cadê a magia do passado, das cartas?, da porta? Acabou?
Vocês pensam tanto no computador que nem se dão conta do que o computador mais necessita.
Se vocês tem um computador para receber de presente, em que vocês pensariam, antes mesmo que ele chegasse? Pense amigos, pense, quando é um peixe, em que você pensa?
Psiu, pense em mim.
Computador é hoje essencial,mas acontece que ele precisa mais de mim do que eu dele. Tudo por causa de vocês. Por causa dos seus padrões, dos seus conformes.
E Aí jihn, aceitou o meu presente? Só tem uma coisa, tenho que ir junto, não aceito qualquer material, mesmo que ele combine com a casa. Pois então, aí estou eu.
Publicado em 21.07.2010, às 17h27 minutos
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