Vocês querem saber quem é/foi o Davi ou proporcionalmente o menor que Davi nas eleições 2010 do Brasil? Não, não houve/há nenhum. Geograficamente, talvez, sim., mas comparado com Davi, só no tocante a geografia.
É verdade, que DAvi não foi nem um pouco humilde. Porque quem tem determinação, quem sabe o que quer não tem um pingo de humildade.
Humildade é uma farsa, é um disfarce, portanto menor que DAvi não há/houve. Porque a que~stão de Davi não foi/é de tamanho, não é cor, não foi/é vestimenta. A questão de Davi é uma só, é o que determina a vitória, é saber que o que tem nas mãos é o seu trunfo aliado a sua habilidade.
Assim sendo, nas eleições que ocorreram não houve Golias, só Davis. Todo mundo de trunfos nas mãos. Eu já fiz vou fazer de novo, nós fizemos e vamos fazer mais
O Golias bíblico, a bíblia não revelou o que ele era, quem ele era antes, o que ele fazia, ele não era apenas um gigante posto ali para amedrontar, tudo porque vestiram ele de acordo com o seu tamanho. Todo mundo ficou com tanto medo de Golias, que sem querer, ao invés de um DAvi trouxe mais um DAvi.
Davi aquele que venceu, venceu as adversidades sociais. Quem fez isso e chegou aqui pode fazer mais.
O Davi tal qual Davi o(s) que es~tá/estão todos prontos para derrubar Golias.
Quem disse que o Golias bíblico estava preparado para lutar, que era hábil para a luta?
Quem nunca foi aquilo que pretende ser como está preparado para ser? Ainda mais agora que tivemos um Presidente e, pela própria avaliação dele, fora bem sucedido e tudo o que antes fazia era se candidatar.
Alguém sabe o que é humildade? Desculpe, mas isso, simplesmente, não existe. Não, não existe mesmo. Numa competição não existe a figura do + - +_ humildade não existe.
Quando o Golias, bíblico desejou que um homem só lutasse´com ele, é porque ele só sabia lutar com um único, foi assim que ficou definido o critério. Acontece que se muitos fugiram foi/é porque muitos temeram.]
A verdade é que, nas eleições do Brasil em 2010, havia um único Golias, o Golias que a religião transferiu mundo afora. O GOLIA S DO CONVENCIMENTO., aquele que era tão convencido, tão convencido e no final foi derrotado por um menino. A questão não foi a pedra, pois o Golias nem sabia com que arma Davi iria lutar.
Ora, quando Golias de uma certa forma chamou DAvi de menino é porque para ele menino era o mesmo que dizer iniciante, principiante. Mas por que o gigante ficou tão zangado?
Que pena! Muitos Davis, só um Golias, assim mesmo a versão do Golias Brasileiro é a mesma que foi transferida para o mundo todo. O Golias biblíco ele era tão principiante quanto Davi, acontece que, quanto mais um(a) principiante é mais ele(a) quer competir, vencer o/a maior.
Ora, ora, ora, tire as suas conclusões: Assim como o rei saul quis dar a Davi as suas vestimentas, os filisteus não poderia ter feito o mesmo com o gigante?
Publicado em 07.10.2010, às 15h47
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
ELEIÇÕES DO BRASIL 2010 II
http://www.jusbrasil.com.br/politica/5964556/lula-vota-e-brinca-que-seu-rosto-nao-esta-na-urna-eletronica-em-2010
Geografia é tudo, pessoal.
Jesus Cristo, graças a geografia foi desacreditado várias vezes, tanto pelos seus quanto por outros.
A geografia determina a pequenês de um indivíduo, por mais importante que ele tenha se tornado. E de novo, cito Jesus Cristo.
Minas Gerais tem histórias política, independente da origem da candidata. Os pais dela escolheram o berço esplêndido da política. Também o candidato, no tocante a cidade de São Paulo.
Caríssimos brasileiros, não dá para entender essas eleições sem olhar para a história da política destas duas cidades.
Vocês hão de ser perguntar: Por que a candidata quando foi fazer algo para colaborar com o Brasil, foi para longe? Ao invés de Minas foi para Curitiba?
A gente pergunta, porque ela não começou a sua vida de prestação de serviço público em Minas, uma cidade berço político do Brasil.
Todo mundo que começa alguma coisa de cunho público, de vida pública, começa na sua cidade, na sua comunidade.
Bem, com Jesus foi assim. Estou comparando Jesus com um e/ou outro candidato? Não. Mas toda pessoa de vida pública, do maior (Jesus) ao menor, ao mais insignificante. O mais insignificante da pessoa pública, quem é?
Bem, amigos, não existe. SE é pessoa pública já sabe, o nome já diz. Essa pessoa já fez por onde.
O que qualifica uma pessoa como pública?
Por que um simples feirante não pode ser chamado de pessoa pública? Quando é que um feirante pode ser uma pessoa pú blica? Se ele sai em defesa de alguns. Alguns e não algum.
Pessoa pública é aquela pessoa que sai em defesa de alguma coisa para beneficiar alguns. É, sem benefício, sem estar buscando o benefício de alguns nenhuma pessoa se torna pessoa pública.
Que me desculpem os(as) candidatos(as), mas quem recebe salário para beneficiar alguns não é pessoa pública regida pelo caminho justo.
Quem busca benefícios para alguns em troca de salário, não faz mais do que sua obrigação. Todod empregado tem que mostrar trabalho/serviço para justificar a permanência no emprego, tem que produzir, tem que mostrar serviço em qualquer escala funcional, vai desde o presidente da república até a menor da profissões.
Bem, supõe-se, que tanto um Presidente quanto o menor dos profissionais, por melhor que faça, por mais que produza, eles recebe o salário que foi combinado, para ambos.
Qual a diferença do que acontece com o Presidente da República e o menor do profissional em relação aos salários de cada um? Não, não preciso dizer porque o problema não é salário do maior ou do menor, mas, liberdade para cada um fazer o que, como, onde, por quem, quando, quanto. Comparemos então, O Presidente da Republica e um profissional como o COVEIRO.
Que liberdade proffisional para produzir mais e melhor um coveiro tem na prática do seu trabalho?
Para o Presidente são trazidos demandas. O que ele faz? Verifica os custos? Ou apenas passa a responsabilidade para outros?
Um coveiro também pode fazer isso? Transferir a responsabilidade do seu trabalho para outro por estar com a saúde debilitada. A morte,simplesmente, não espera. Mas o Presidente da República tendo uma demanda pode transferir a decisão, a escolha, a desculpa para outros.
Um coveiro (substituto), pode até dizer aos familiares: Não tenho experiência, estou apenas substituindo um colega. Os familiares podem ponderar, mas durante quanto tempo? Ninguém quer ver o seu morto em exposição no cemitério ao pé da cova, não, ninguém quer. Então, o coveiro improvisado é aceito pelos familiares, afiinal, que dificuldade há em cavar? é o que se pensa. Mas, quantos estão dispostos, podem ou querem fazer isso?
É, entre um feirante e um coveiro há uma grande distância operacional. O coveiro não faz parte dos eventos pós morte. Ele não vê o rosto nem o corpo nem a roupa que o morto está vestido, malmente ele ele vê o caixão e acaba até conhecendo a qualidade dele.
Nós estamos olhando o Brasil pelos olhos de um Presidente, mas estamos olhando um(a) novo(a) presidente/presidenta, como o coveiro que apesar de anunciar-se conhecedora de tudo o que há no governo, como se ele estivesse aberto para todos, o Governo está sendo mostrado para nós como quem mostra o caixão fechado ao coveiro.
Imagine o contador fechando a conta. Toda empresa, toda indústria tem seu balanço, e tudo o que se quer é que as contas estejam todas quitadas. Não vou dizer que o governo não quis abrir o caixão diante do coveiro. Não se vê um papel descrevendo, especificando as contas em dias até a presente data.
Tudo bem que para o coveiro, tanto faz, naquele momento (de cavar e colocar o caixão no devido lugar e cobrí-lo com a terra) saber o que/quem há/está dentro do caixão, ele quer somente fazer o trabalho dele, encerrar com dignidade aquilo que a pessoa, ali dentro, fez antes dele, encerrou o seu trabalho. Se bem ou se mal ele não sabe, e, uma vez concluído o trabalho do coveiro isto terá sido encerrado para sempre.
Que Brasil nós estaremos recebendo em 2011? O do caixão ou o do coveiro? Porque o coveiro, de uma coisa só sabe e se especializou, e pode dizer: Este é rico ou este é pobre. E o´que o coveiro pensa do rico: Este viveu regaladamente. E do pobre: Este é pobre, sem regalias até na hora de ser enterrado.
O Brasil está assim, tal qual o rico, vivendo regaladamente, quanto a distribuição de riquezas. Até me lembrei do rei que saiu mostrando tudo o que tinha para a comissão de Nabucodonozor
Publicado em 07.10.2010, às 15h07
Geografia é tudo, pessoal.
Jesus Cristo, graças a geografia foi desacreditado várias vezes, tanto pelos seus quanto por outros.
A geografia determina a pequenês de um indivíduo, por mais importante que ele tenha se tornado. E de novo, cito Jesus Cristo.
Minas Gerais tem histórias política, independente da origem da candidata. Os pais dela escolheram o berço esplêndido da política. Também o candidato, no tocante a cidade de São Paulo.
Caríssimos brasileiros, não dá para entender essas eleições sem olhar para a história da política destas duas cidades.
Vocês hão de ser perguntar: Por que a candidata quando foi fazer algo para colaborar com o Brasil, foi para longe? Ao invés de Minas foi para Curitiba?
A gente pergunta, porque ela não começou a sua vida de prestação de serviço público em Minas, uma cidade berço político do Brasil.
Todo mundo que começa alguma coisa de cunho público, de vida pública, começa na sua cidade, na sua comunidade.
Bem, com Jesus foi assim. Estou comparando Jesus com um e/ou outro candidato? Não. Mas toda pessoa de vida pública, do maior (Jesus) ao menor, ao mais insignificante. O mais insignificante da pessoa pública, quem é?
Bem, amigos, não existe. SE é pessoa pública já sabe, o nome já diz. Essa pessoa já fez por onde.
O que qualifica uma pessoa como pública?
Por que um simples feirante não pode ser chamado de pessoa pública? Quando é que um feirante pode ser uma pessoa pú blica? Se ele sai em defesa de alguns. Alguns e não algum.
Pessoa pública é aquela pessoa que sai em defesa de alguma coisa para beneficiar alguns. É, sem benefício, sem estar buscando o benefício de alguns nenhuma pessoa se torna pessoa pública.
Que me desculpem os(as) candidatos(as), mas quem recebe salário para beneficiar alguns não é pessoa pública regida pelo caminho justo.
Quem busca benefícios para alguns em troca de salário, não faz mais do que sua obrigação. Todod empregado tem que mostrar trabalho/serviço para justificar a permanência no emprego, tem que produzir, tem que mostrar serviço em qualquer escala funcional, vai desde o presidente da república até a menor da profissões.
Bem, supõe-se, que tanto um Presidente quanto o menor dos profissionais, por melhor que faça, por mais que produza, eles recebe o salário que foi combinado, para ambos.
Qual a diferença do que acontece com o Presidente da República e o menor do profissional em relação aos salários de cada um? Não, não preciso dizer porque o problema não é salário do maior ou do menor, mas, liberdade para cada um fazer o que, como, onde, por quem, quando, quanto. Comparemos então, O Presidente da Republica e um profissional como o COVEIRO.
Que liberdade proffisional para produzir mais e melhor um coveiro tem na prática do seu trabalho?
Para o Presidente são trazidos demandas. O que ele faz? Verifica os custos? Ou apenas passa a responsabilidade para outros?
Um coveiro também pode fazer isso? Transferir a responsabilidade do seu trabalho para outro por estar com a saúde debilitada. A morte,simplesmente, não espera. Mas o Presidente da República tendo uma demanda pode transferir a decisão, a escolha, a desculpa para outros.
Um coveiro (substituto), pode até dizer aos familiares: Não tenho experiência, estou apenas substituindo um colega. Os familiares podem ponderar, mas durante quanto tempo? Ninguém quer ver o seu morto em exposição no cemitério ao pé da cova, não, ninguém quer. Então, o coveiro improvisado é aceito pelos familiares, afiinal, que dificuldade há em cavar? é o que se pensa. Mas, quantos estão dispostos, podem ou querem fazer isso?
É, entre um feirante e um coveiro há uma grande distância operacional. O coveiro não faz parte dos eventos pós morte. Ele não vê o rosto nem o corpo nem a roupa que o morto está vestido, malmente ele ele vê o caixão e acaba até conhecendo a qualidade dele.
Nós estamos olhando o Brasil pelos olhos de um Presidente, mas estamos olhando um(a) novo(a) presidente/presidenta, como o coveiro que apesar de anunciar-se conhecedora de tudo o que há no governo, como se ele estivesse aberto para todos, o Governo está sendo mostrado para nós como quem mostra o caixão fechado ao coveiro.
Imagine o contador fechando a conta. Toda empresa, toda indústria tem seu balanço, e tudo o que se quer é que as contas estejam todas quitadas. Não vou dizer que o governo não quis abrir o caixão diante do coveiro. Não se vê um papel descrevendo, especificando as contas em dias até a presente data.
Tudo bem que para o coveiro, tanto faz, naquele momento (de cavar e colocar o caixão no devido lugar e cobrí-lo com a terra) saber o que/quem há/está dentro do caixão, ele quer somente fazer o trabalho dele, encerrar com dignidade aquilo que a pessoa, ali dentro, fez antes dele, encerrou o seu trabalho. Se bem ou se mal ele não sabe, e, uma vez concluído o trabalho do coveiro isto terá sido encerrado para sempre.
Que Brasil nós estaremos recebendo em 2011? O do caixão ou o do coveiro? Porque o coveiro, de uma coisa só sabe e se especializou, e pode dizer: Este é rico ou este é pobre. E o´que o coveiro pensa do rico: Este viveu regaladamente. E do pobre: Este é pobre, sem regalias até na hora de ser enterrado.
O Brasil está assim, tal qual o rico, vivendo regaladamente, quanto a distribuição de riquezas. Até me lembrei do rei que saiu mostrando tudo o que tinha para a comissão de Nabucodonozor
Publicado em 07.10.2010, às 15h07
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Responda aí, crente (30.09.2010, às 18h16
o que será o amanhã?
Alguém tem essa resposta?
Dilma, Serra, Marina?
O que levou você a escolher um deles?
Foi ordem de Deus?
Qual o motivo?
Então, crente, o que será o amanhã do povo brasileiro?
Como é precioso irmão, estar bem junto a ti, e junto lado a lado...
Eu sou lívre pra te amar pra te aceitar e para te pedir, perdoa-me...
Pela minha falta de coragem, de unidade, de perspicácia,
pela minha falta de tempo para, verdadeiramente, orar, por quem realmente é o interesse de Deus:O povo brasileiro.
Crente,
a partir de que momento da sua caminhada você passou a acreditar que não faz parte deste mundo? Porque estrangeiro também paga imposto, mesmo aquele que verdadeiramente não fazia parte deste mundo fez questão de pagar imposto. Ele usou um pescador para trabalhar para ele indo buscar a moeda, e você, crente, tem alguém para trabalhar por você para providênciar o imposto que tem que ser pago para lhe dar direitos como morador, direito de pôr os pés, de pisar na terra.?
Crente, em que lugar neste mundo você vai viver sem pagar um preço por pisar na terra?
A primeira coisa que a gente faz quando está no que é nosso é tirar os sapatos. Foi o que Deus falou a Moisés, no entanto, ele não entrou na terra prometida.
Quando a gente tira os sapatos em casa,a gente se sente lívre, lívre do trabalho, do cansaço, porque, crente, Moisés antes de ser seu grande líder, ele era empregado, como os brasileiros são.
Pois é, crente, mesmo o seu líder maior, quando Deus convocou-o para ser líder, a primeira experiência que fez ele sentir foi a da liberdade, e, a liberdade maior que existe é pisar no solo próprio, no seu caso, como de qualquer brasileiro, ficar descalço na sua casa.
O Mestre experimentou isso, mas só por causa daquela mulher que molhou os pés dele com lágrimas. E, o que foi que ele disse a Simão? O mesmo que digo a você: Você tem agido/permitido aos moradores desta terra (Brasil), tratá-lo como verdadeiro estrangeiro? Aliás, você é estrangeiro ou estranho? Porque Ló tratou os anjos como estrangeiros, quem trantou eles como estranho foi o povo. Mas os anjos deram oportunidade a eles de reconhecê-los.
Quem experimenta o turismo (estrangeiro provisório sabe muito bem o que o natural do lugar faz de tudo para que o turista (estrangeiro provisório) usufrua do melhor em termos de conforto e tudo o mais, porque é isso que estrangeiro(visitante) tem a receber.
Mas estrangeiro o é porque não vai ficar muito tempo, vai seguir adiante, agora, estrangeiro provisório/permanente, que não diz a que vem nem faz o que tem que fazer, que não cumpre suas obrigações, sejam elas espirituais ou não.
Porque, crente, existe a obrigação funcional do cidadão seja da terra, seja do céu, que é reconhecer o tempo quando o tempo é o tempo determinado por Deus. (Lucas 12.54-59)
Alguém tem essa resposta?
Dilma, Serra, Marina?
O que levou você a escolher um deles?
Foi ordem de Deus?
Qual o motivo?
Então, crente, o que será o amanhã do povo brasileiro?
Como é precioso irmão, estar bem junto a ti, e junto lado a lado...
Eu sou lívre pra te amar pra te aceitar e para te pedir, perdoa-me...
Pela minha falta de coragem, de unidade, de perspicácia,
pela minha falta de tempo para, verdadeiramente, orar, por quem realmente é o interesse de Deus:O povo brasileiro.
Crente,
a partir de que momento da sua caminhada você passou a acreditar que não faz parte deste mundo? Porque estrangeiro também paga imposto, mesmo aquele que verdadeiramente não fazia parte deste mundo fez questão de pagar imposto. Ele usou um pescador para trabalhar para ele indo buscar a moeda, e você, crente, tem alguém para trabalhar por você para providênciar o imposto que tem que ser pago para lhe dar direitos como morador, direito de pôr os pés, de pisar na terra.?
Crente, em que lugar neste mundo você vai viver sem pagar um preço por pisar na terra?
A primeira coisa que a gente faz quando está no que é nosso é tirar os sapatos. Foi o que Deus falou a Moisés, no entanto, ele não entrou na terra prometida.
Quando a gente tira os sapatos em casa,a gente se sente lívre, lívre do trabalho, do cansaço, porque, crente, Moisés antes de ser seu grande líder, ele era empregado, como os brasileiros são.
Pois é, crente, mesmo o seu líder maior, quando Deus convocou-o para ser líder, a primeira experiência que fez ele sentir foi a da liberdade, e, a liberdade maior que existe é pisar no solo próprio, no seu caso, como de qualquer brasileiro, ficar descalço na sua casa.
O Mestre experimentou isso, mas só por causa daquela mulher que molhou os pés dele com lágrimas. E, o que foi que ele disse a Simão? O mesmo que digo a você: Você tem agido/permitido aos moradores desta terra (Brasil), tratá-lo como verdadeiro estrangeiro? Aliás, você é estrangeiro ou estranho? Porque Ló tratou os anjos como estrangeiros, quem trantou eles como estranho foi o povo. Mas os anjos deram oportunidade a eles de reconhecê-los.
Quem experimenta o turismo (estrangeiro provisório sabe muito bem o que o natural do lugar faz de tudo para que o turista (estrangeiro provisório) usufrua do melhor em termos de conforto e tudo o mais, porque é isso que estrangeiro(visitante) tem a receber.
Mas estrangeiro o é porque não vai ficar muito tempo, vai seguir adiante, agora, estrangeiro provisório/permanente, que não diz a que vem nem faz o que tem que fazer, que não cumpre suas obrigações, sejam elas espirituais ou não.
Porque, crente, existe a obrigação funcional do cidadão seja da terra, seja do céu, que é reconhecer o tempo quando o tempo é o tempo determinado por Deus. (Lucas 12.54-59)
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
O MEU/SEU DIA VAI CHEGAR - 30.09.2010, ÀS 9H49
Todo mundo espera por isso, às vezes programando(-se), às vezes, não.
Desculpe, apesar do título, pretendo falar de uma pessoa que eu nem sei se você conhece, estou falando do Rei DAvi.
Sabia que os crentes não prestam a devida reverência a ele?Eles nunca o chamam de Rei DAvi, apenas de Davi, aos outros reis citados na bíblia eles chamam rei tal, rei fulano, rei ciclano, rei esse, rei aquele... por isso nesse texto (escrito) eu vou honrá-lo.
O rei davi como qualquer ser humano, também, também pensava nisso, que o dia dele ia chegar.
ou vocês acham, que como dizem os crentes, davi se contentava com aquilo que era, com aquele que fazia. Fazer papel de leva e traz, de entregador de lanche, de cuidador, de tomador de contas de ovelhas?
Caríssimos(as), depois de praticado um ato de heroísmo nunca mais se será o mesmo, mas voltar para casa é um bom gesto, pra sua cidade, lá também se receberá as honras.
Mas, vocês que me desculpem, mas davi não era profeta, era apenas um jovem, que só desejava, como qualquer pessoa, uma oportunidade de mostrar sua s qualidades, suas habilidades.
Desculpem-me, eu disse que ia honrar o rei davi, e a melhor maneira de se honrar um rei é não esquecendo quem/oquê ele É.
Pois muito bem, o rei davi era apenas um jovem, como muitos são, e como muitos já foram, que só deseja mostrar, tornar público as saus qualidades, as suas habilidades para receber da parte de autoridades no assunto o reconhecimento.
É, amigos(as), nesta área somos todos iguais, iguaiszinhos. Quem se satisfaz apenas com o que lhe é oferecido? Desculpe, ninguém.
Quem se contenta em ser apenas menino(a) de recados, Quem fica feliz em levar lanches, em fazer favores para os irmãos maiores por eles terem status em casa, no bairro, na comunidade, na cidade e até no país pelo que eles fazem, por causa do que eles representam?
O rei davi era um jovem cheio de habilidades, como todo jovem, eles buscam na adolescência coisas novas para aprender, justamente, pensando que um dia pode chegar LÁ, por causa de uma delas.
O rei davi foi um adolescente, um jovem como qualquer outro, qualquer outro, vírgula, qual é o adolescente que atende pai/mãe/avós para lhes prestar algum favor como acontecia com o rei davi? José também atendia aos pedidos do pai em relação aos irmãos
Cadê a criança/adolescente/jovem ajudando os pais/avós/tios em relação a eles próprios ou aos irmãos quando os tem? Eu não vejo isso e todo mundo achando muito natural tal coisa.
O rei davi atendia as ordens do pai. José também atendia as ordens do pai quando eram meninos.
Talvez os adolescentes/jovens, pela comodidade de hoje, não saibam o que é preciso ter para realizar uma tarefa voltada para uma pessoa quando ela implica em distância. Presteza? Não, destreza. Mas, se seus pais/avós forem pessoas tementes a Deus, o que vai estar debaixo dos seus pés, será um tapete..
O rei davi atendia a tudo o que seu pai lhe mandava. José também. Acontece, que nos dias de hoje não vemos nem em supermercados filhos/netos adolescentes, jovens acompanhando os pais/avós (um simples exemplo).
Um bom rei sabe o princípio para um bom reinado. Não esquecer o que aprendeu na infância, na adolescência que é servir ao próximo, e vocês que me desculpem, mas o próximo, primeiramente, para que aprendamos, são PRÓXIMOS QUE ÑOS SÃO IMPOSTOS. Impostos pelos pais/avós, os próximos que nos são impostos a servirmos, são aqueles que vieram antes de nós, e, acredte, isso é gabardia. Talvez por isso vocês não entendam o que jesus disse: Quem der um copo de água a um destes pequeninos...
Por que vocês acham (se se dispuserem a ler toda a história de davi nos livros de samuel 1e2, para conhecê-la)que o rei davi entrava no arraial onde estavam os seus irmãos que eram soldados de saul? Porque era conhecido dos que faziam os serviços de assistência, de atendimento.
Ah, desculpem-me, vocês querem ser famosos. Vocês não querem ser apontados por razão outra. Lá vai o rei davi levar o lanche para os irmãos.
Lá vai fulano, ali, carregando tal coisa para a avó/mãe...
Vocês não sabem, não, que antes de ir sozinho fazer determinada coisa que requer distância, você primeiro tem que ir com a pessoa a quem você vai assistir, se você for adolescente como o rei davi?
O pai de josé, confiante, não sei em quê, mandou josé(você conhece ele, o que se tornou o administrador mor de faraó?) ir em tal lugar, mas daí o que aconteceu? Ele se perdeu. Se o pai mandou que ele fose até tal lugar, o que ele devia fazer? VOLTAR, amigo(a), VOLTAR.
Por que a desculpa dos irmãos convenceu o pai? Por que jacó entendeu, logo, que josé foi devorado? Porque reconheceu/admitiu que josé foi além do lugar que ele havia mandado, sendo que o pai só queria notícia. E, dizer que eles não estavam em siquem não era notícia?
Sabe aquela música: Todo menino é um rei, eu também já fui rei, mas quá, me entreguei, por cima do mar, da ilusão, eu naveguei...
Quando se vai primeira vez, seguindo os passos do seu próximo, imposto, você não conhece apenas o caminho, mas também, os moradores, as pessoas que ali vivem, que fazem parte da vida, de tudo o que acontece no trajeto daquela pessoa.
Foi essa caríssimos(as), foi essa lição que o rei davi aprendeu, no sobe e desce, no vai e vem, no pra lá e pra cá de atender o pai.
Uma coisa é ser rei (rei davi) outra coisa é administrar impostos de faraó(josé)
Além disso, não foi Deus quem disse: (Genêsis 45. 4-9) foi josé.
Jacó foi sábio.(Genêsis 46. 1-4)
Já havia se passado dois anos de fome. Se os irmãos de josé não tivessem ido ao egito, quando josé os procurariam para dar-lhes assistência propalada?
Nem mesmo josé sendo o resgatador do egito, ainda assim, os egipcíos tinham os hebreus como abominação, apesar de tudo o que ele estava fazendo. cobrar imposto por terra, por comida, por sobrevivência.
Totalmente o oposto de nabucodonozor, por causa de daniel, totalmente o contrário de artaxerxes por causa de mardoqueu e ester
Existe imposto justo, josés?
Desculpe, apesar do título, pretendo falar de uma pessoa que eu nem sei se você conhece, estou falando do Rei DAvi.
Sabia que os crentes não prestam a devida reverência a ele?Eles nunca o chamam de Rei DAvi, apenas de Davi, aos outros reis citados na bíblia eles chamam rei tal, rei fulano, rei ciclano, rei esse, rei aquele... por isso nesse texto (escrito) eu vou honrá-lo.
O rei davi como qualquer ser humano, também, também pensava nisso, que o dia dele ia chegar.
ou vocês acham, que como dizem os crentes, davi se contentava com aquilo que era, com aquele que fazia. Fazer papel de leva e traz, de entregador de lanche, de cuidador, de tomador de contas de ovelhas?
Caríssimos(as), depois de praticado um ato de heroísmo nunca mais se será o mesmo, mas voltar para casa é um bom gesto, pra sua cidade, lá também se receberá as honras.
Mas, vocês que me desculpem, mas davi não era profeta, era apenas um jovem, que só desejava, como qualquer pessoa, uma oportunidade de mostrar sua s qualidades, suas habilidades.
Desculpem-me, eu disse que ia honrar o rei davi, e a melhor maneira de se honrar um rei é não esquecendo quem/oquê ele É.
Pois muito bem, o rei davi era apenas um jovem, como muitos são, e como muitos já foram, que só deseja mostrar, tornar público as saus qualidades, as suas habilidades para receber da parte de autoridades no assunto o reconhecimento.
É, amigos(as), nesta área somos todos iguais, iguaiszinhos. Quem se satisfaz apenas com o que lhe é oferecido? Desculpe, ninguém.
Quem se contenta em ser apenas menino(a) de recados, Quem fica feliz em levar lanches, em fazer favores para os irmãos maiores por eles terem status em casa, no bairro, na comunidade, na cidade e até no país pelo que eles fazem, por causa do que eles representam?
O rei davi era um jovem cheio de habilidades, como todo jovem, eles buscam na adolescência coisas novas para aprender, justamente, pensando que um dia pode chegar LÁ, por causa de uma delas.
O rei davi foi um adolescente, um jovem como qualquer outro, qualquer outro, vírgula, qual é o adolescente que atende pai/mãe/avós para lhes prestar algum favor como acontecia com o rei davi? José também atendia aos pedidos do pai em relação aos irmãos
Cadê a criança/adolescente/jovem ajudando os pais/avós/tios em relação a eles próprios ou aos irmãos quando os tem? Eu não vejo isso e todo mundo achando muito natural tal coisa.
O rei davi atendia as ordens do pai. José também atendia as ordens do pai quando eram meninos.
Talvez os adolescentes/jovens, pela comodidade de hoje, não saibam o que é preciso ter para realizar uma tarefa voltada para uma pessoa quando ela implica em distância. Presteza? Não, destreza. Mas, se seus pais/avós forem pessoas tementes a Deus, o que vai estar debaixo dos seus pés, será um tapete..
O rei davi atendia a tudo o que seu pai lhe mandava. José também. Acontece, que nos dias de hoje não vemos nem em supermercados filhos/netos adolescentes, jovens acompanhando os pais/avós (um simples exemplo).
Um bom rei sabe o princípio para um bom reinado. Não esquecer o que aprendeu na infância, na adolescência que é servir ao próximo, e vocês que me desculpem, mas o próximo, primeiramente, para que aprendamos, são PRÓXIMOS QUE ÑOS SÃO IMPOSTOS. Impostos pelos pais/avós, os próximos que nos são impostos a servirmos, são aqueles que vieram antes de nós, e, acredte, isso é gabardia. Talvez por isso vocês não entendam o que jesus disse: Quem der um copo de água a um destes pequeninos...
Por que vocês acham (se se dispuserem a ler toda a história de davi nos livros de samuel 1e2, para conhecê-la)que o rei davi entrava no arraial onde estavam os seus irmãos que eram soldados de saul? Porque era conhecido dos que faziam os serviços de assistência, de atendimento.
Ah, desculpem-me, vocês querem ser famosos. Vocês não querem ser apontados por razão outra. Lá vai o rei davi levar o lanche para os irmãos.
Lá vai fulano, ali, carregando tal coisa para a avó/mãe...
Vocês não sabem, não, que antes de ir sozinho fazer determinada coisa que requer distância, você primeiro tem que ir com a pessoa a quem você vai assistir, se você for adolescente como o rei davi?
O pai de josé, confiante, não sei em quê, mandou josé(você conhece ele, o que se tornou o administrador mor de faraó?) ir em tal lugar, mas daí o que aconteceu? Ele se perdeu. Se o pai mandou que ele fose até tal lugar, o que ele devia fazer? VOLTAR, amigo(a), VOLTAR.
Por que a desculpa dos irmãos convenceu o pai? Por que jacó entendeu, logo, que josé foi devorado? Porque reconheceu/admitiu que josé foi além do lugar que ele havia mandado, sendo que o pai só queria notícia. E, dizer que eles não estavam em siquem não era notícia?
Sabe aquela música: Todo menino é um rei, eu também já fui rei, mas quá, me entreguei, por cima do mar, da ilusão, eu naveguei...
Quando se vai primeira vez, seguindo os passos do seu próximo, imposto, você não conhece apenas o caminho, mas também, os moradores, as pessoas que ali vivem, que fazem parte da vida, de tudo o que acontece no trajeto daquela pessoa.
Foi essa caríssimos(as), foi essa lição que o rei davi aprendeu, no sobe e desce, no vai e vem, no pra lá e pra cá de atender o pai.
Uma coisa é ser rei (rei davi) outra coisa é administrar impostos de faraó(josé)
Além disso, não foi Deus quem disse: (Genêsis 45. 4-9) foi josé.
Jacó foi sábio.(Genêsis 46. 1-4)
Já havia se passado dois anos de fome. Se os irmãos de josé não tivessem ido ao egito, quando josé os procurariam para dar-lhes assistência propalada?
Nem mesmo josé sendo o resgatador do egito, ainda assim, os egipcíos tinham os hebreus como abominação, apesar de tudo o que ele estava fazendo. cobrar imposto por terra, por comida, por sobrevivência.
Totalmente o oposto de nabucodonozor, por causa de daniel, totalmente o contrário de artaxerxes por causa de mardoqueu e ester
Existe imposto justo, josés?
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Vou voltar, por enquanto... Em 29.09.2010,às 10h46
Aí Brasil,
Quando ouvimos sobre os perseguidos da história do brasil, já que não se fala dos mortos, como não tivesse a quem exaltar. Deles, vivos, o que é falado é dos que foram obrigados a abandonar o país e ter encontrado guarida em outros países onde se estabeleceram, cresceram e desenvolveram.
Perseguidos, perseguidos, desculpem-me, brasileiros, mas estou pensando em alguns perseguidos, cujas histórias são mostradas apenas para quem quiser ler.
Eu não sei o que é ser perseguido, embora seja negra, tenha vivido num ambiente de maioria negra, com costumes e tradições, de negros, em que havia avós e bisavós que conheciam e se agradavam de ser gege, nagô, etc.
Só se é perseguido quando traz para fora do seu ambiente o aspecto de força que representa, que qualifica as suas origens - costumes e tradições, sendo que cá fora existe um domínio, mas é um domínio que é marcado por força, por não conseguir aceitar o outro como ele é, simplesmente pela forma singular de ser.
Eu agora me lembrei do povo do egito, o que faraó, disse: Quanto mais os afligimos mais eles se multiplicam. Prazer é uma coisa que não se constitue em cima de força, de domínio, mas sim pela constituição de origem, e origem é uma marca que não se arranca assim tão fácil.
Bem, eu estava falando de perseguidos, e, não preciso falar sobre o negro perseguido. Eu confesso, nasci em 62, e até 86, no meu bairro, e em todos os ambiente nos quais vivi, por estar em ambientes de negros, eu era amada e respeitada, era feliz e orgulhosa de mim e dos outros, e isso é magnífico.
Quando eu sai do meu mundo e encontrei o mundo médio - médio por causa do fundamento social, religioso, familiar - e entrei para o mundo médio, o de buscar conquista intelectual, produzir um elemento intelectual, buscar a situação de médio, ter acesso a lojas média, hospedar-me em hotéis, usar meio de transporte evoluído - quando ainda não tinha promoções relâmpagos e nem tantas empresas de viagens aéreas, como hoje. Usufruindo de benésses bancárias, ainda não tanto como hoje, por causa de ter atingido o médio de ser funcionário público, quando ainda não tinha o universo chamado internet, nem os inúmeros cursinhos tão pouco.
Os médios ainda não tinham interesse de, com seu curso superior fazer concurso para preencher vagas para trabalhar em cargo de nível de segundo grau. Aí eu vi o que é perseguição, o que é ser maltratado, o que é desprezo. Desde o lugar onde trabalhei, na unb até nas lojas onde entrava e via várias vezes a desconfiança no meu cheque ser maior do que nas outras pessoas, as pré indicativa de ser média, mesmo sendo cheque especial, no meu cartão de crédito, que ainda não era como hoje, que qualquer pessoa pode ter ser cartão independente do rendimento salarial e profissão.
Eu, quando entrei na unb, logo no primeiro dia de registro, perguntei a responsável pelo setor de atendimento dos recursos humanos: O salário aqui é bom? Ela perguntou, por que? Eu respondi. Porque estou vendo muitos negros, aqui, isso significa que o salário não deve ser dos melhores.
Eu sei o que passei na unb, mas pelo menos ninguém nunca teve coragem de mandar eu apanhar cafézinho.
Desculpem-me, brasileiros perseguidos pela ditatura, pois, de 62 a 86 eu não sabia o que queria dizer ditatura, mas quando me afastei, por localização, do meu universo factual e só trisquei o dedo do pé no mundo que ainda estava sendo construido, se abrindo e eu ousei, ousei, sim, entrar nele, por não ter tido conhecimento do que era ditatura, tive coragem de calgar qualquer degrau que aparecese diante de mim.
Desculpem-me, brasileiros, sou uma negra brasileira, nascida em salvador, crescida no engenho velho de brotas, rodeada pelo tororó, pela fonte nova, pela federação, barris, garcia, vasco da gama, campo grande, etc. Um mundo, meus amigos. Sem contar o dique, o rio vermelho,, ondina, barra,. Quem precisa de carro, de ônibus, de ãvião tendo dois pés, duas pernas saudáveis?
Sinto muito, mas o sistema deu thu tchu, perdi um bom pedaço de texto, pra perder? Ai não sei se continuo, não. Vamos ver.
Nunca, em nenhum destes lugares por onde eu andei, onde eu frequentei vi soldados ou ouvi falar de ditatura.
Ditatura militar, de governo, eu não conheci próximo de mim, de 62 a 86. Mas não foi nenhum militar que ficou dizendo com atitudes, para mim, AQUI NÃO É O SEU LUGAR. VOCÊ NÃO DEVIA ESTAR AQUI, NÃO PODIA ESTAR AQUI.
Sei lá quando foi que surgiu a lei da discriminação, se ela vale mesmo. Porque lei, lei, meu amigo, é o mesmo que dizer: VOCÊS PERDERAM, VOCÊS FORAM VENCIDOS, seja a lei que for.
Venha cá, quando a ditatura (entenda bem), a ditatura militar, de governo acabou, foi promulgada alguma lei dizendo: NÃO HAVERÁ MAIS DITATURA NO BRASIL? Porque, seja quem for os que não morreram, mas que ficam no glamour de dizer, FUI OBRIGADO A SAIR DO PAÍS.
DITATURA ACABOU. Mas a que eu conheci, a ditatura do médio existe até hoje, mas eu não experimento mais.
Não sou mais jovem, não tenho mais cartão de crédito, não tenho mais cheque especial nem qualquer outro, (agora ele nem tem mais valor comercial). Viajar de avião, hoje, é tão comum - concorrência faz isso - Quem fala mais em classe... até parece ser brega.
Desculpem-me, eu saltei de um mundo para o outro, eu não olhei apenas pela janela e saí dizendo para quem não tinha coragem de colocar a ponta do dedo do pé no rio, aquilo que estive vendo.
Quando se olha pela janela basta na hora da perseguição, saltar, mas tem que ver para que lado, se para dentro para lutar, se para fora, para fugir, mas, será que deu tempo para avisar aos que estavam na beira do rio alguma coisa do tipo: FUJA! ou então LUTE!, mas com qual arma? Letra de música? Qual?
Vocês que me desculpe, mas eu conheço uma música: Não há impossível, não, tudo é possível, sim, só Deus tem este poder...
Além disso, para o homem sem Deus há impossível, mas para o homem com Deus, não há impossível!
http://letras.terra.com.br/caetano-veloso/43867/
Com apenas 300 homens e a orientação de Deus, veja o que aconteceu. Juízes. 7.
Vocês conhecem essa história, essa do muro de jericó? Josué 6.
Perseguidos, isso é só o contrário de: SEJA BEM VINDO!
É verdade, caetano, eu lia muitas notícias em bancas de jornais, mas preferi biblioteca,
biblioteca dos barris.
Algumas letras de música a gente fica satisfeita só de ouvir a primeira parte.
http://letras.terra.com.br/elba-ramalho/253393
Será que todos que partem, partiram, que foram perseguidos dizem, disseram, dirão ou tem para quem dizer isso? Eu estou pensando em jesus quando pedro, antes de escrever isso (2pedro 3. 1-10), vocês acham que jesus não falou com ele?
A minha letra é esse (preferida) ou vocês preferem essa?
http://letras.terra.com.br/elba-ramalho/45647/
Ou esta: Eu voltei pras coisas que eu deixei, eu voltei....
Amigos, só quem nunca passou de triscar o dedo do pé no rio é que não sabe o que é ditatura do médio e o seu efeito.
Às vezes não é aumentar, melhorar o que você deixou mas é tornar o médio mais médio.
ABERTURA - Mais pessoas, ter mais acesso, que significa pessoas de menos condições adquirindo status, qualidade, ou seja; para o médio, inferiores, mas às vezes, o médio não pode pular para outro lado, status, pporque a realidade de abertura significa diminuir status (de quem vai atender, para quem vai vendar, a quem vai oferecer, e não é porque alguém melhorou de situação no tocante a sociedade, mas porque o comércio (falar de indústria é redundância) tem necessidade de expandir.
Desculpem-me, amigos, mas o comércio é o meio do caminho, é o rio, ele, junto com a indústria e as finanças são mãos estendidas para quem quer deixar o medo.(dedinho triscando a água do rio)
Isso é o que é a realidade/ditatura média.
Caminhando e cantando ouvindo a cannções, somos todos iguais braços dados ou não...
http://letras.terra.com.br/geraldo-vandre/46168/
Quem de vocês, reallmente, acredita que cada pessoa , ao ver um passar pela linha média, considera/trata a ela como igual conforme cantado na música.
Não sei se voces repararam, mas o que a gente não conhece, não sabe escrever.
Sempre tive problema na pronuncia do T e do D
...Eu vou ficar nesta cidade não vou voltar pro sertão
pois sei que sinto no peito cheiro da nova estação...
Quando ouvimos sobre os perseguidos da história do brasil, já que não se fala dos mortos, como não tivesse a quem exaltar. Deles, vivos, o que é falado é dos que foram obrigados a abandonar o país e ter encontrado guarida em outros países onde se estabeleceram, cresceram e desenvolveram.
Perseguidos, perseguidos, desculpem-me, brasileiros, mas estou pensando em alguns perseguidos, cujas histórias são mostradas apenas para quem quiser ler.
Eu não sei o que é ser perseguido, embora seja negra, tenha vivido num ambiente de maioria negra, com costumes e tradições, de negros, em que havia avós e bisavós que conheciam e se agradavam de ser gege, nagô, etc.
Só se é perseguido quando traz para fora do seu ambiente o aspecto de força que representa, que qualifica as suas origens - costumes e tradições, sendo que cá fora existe um domínio, mas é um domínio que é marcado por força, por não conseguir aceitar o outro como ele é, simplesmente pela forma singular de ser.
Eu agora me lembrei do povo do egito, o que faraó, disse: Quanto mais os afligimos mais eles se multiplicam. Prazer é uma coisa que não se constitue em cima de força, de domínio, mas sim pela constituição de origem, e origem é uma marca que não se arranca assim tão fácil.
Bem, eu estava falando de perseguidos, e, não preciso falar sobre o negro perseguido. Eu confesso, nasci em 62, e até 86, no meu bairro, e em todos os ambiente nos quais vivi, por estar em ambientes de negros, eu era amada e respeitada, era feliz e orgulhosa de mim e dos outros, e isso é magnífico.
Quando eu sai do meu mundo e encontrei o mundo médio - médio por causa do fundamento social, religioso, familiar - e entrei para o mundo médio, o de buscar conquista intelectual, produzir um elemento intelectual, buscar a situação de médio, ter acesso a lojas média, hospedar-me em hotéis, usar meio de transporte evoluído - quando ainda não tinha promoções relâmpagos e nem tantas empresas de viagens aéreas, como hoje. Usufruindo de benésses bancárias, ainda não tanto como hoje, por causa de ter atingido o médio de ser funcionário público, quando ainda não tinha o universo chamado internet, nem os inúmeros cursinhos tão pouco.
Os médios ainda não tinham interesse de, com seu curso superior fazer concurso para preencher vagas para trabalhar em cargo de nível de segundo grau. Aí eu vi o que é perseguição, o que é ser maltratado, o que é desprezo. Desde o lugar onde trabalhei, na unb até nas lojas onde entrava e via várias vezes a desconfiança no meu cheque ser maior do que nas outras pessoas, as pré indicativa de ser média, mesmo sendo cheque especial, no meu cartão de crédito, que ainda não era como hoje, que qualquer pessoa pode ter ser cartão independente do rendimento salarial e profissão.
Eu, quando entrei na unb, logo no primeiro dia de registro, perguntei a responsável pelo setor de atendimento dos recursos humanos: O salário aqui é bom? Ela perguntou, por que? Eu respondi. Porque estou vendo muitos negros, aqui, isso significa que o salário não deve ser dos melhores.
Eu sei o que passei na unb, mas pelo menos ninguém nunca teve coragem de mandar eu apanhar cafézinho.
Desculpem-me, brasileiros perseguidos pela ditatura, pois, de 62 a 86 eu não sabia o que queria dizer ditatura, mas quando me afastei, por localização, do meu universo factual e só trisquei o dedo do pé no mundo que ainda estava sendo construido, se abrindo e eu ousei, ousei, sim, entrar nele, por não ter tido conhecimento do que era ditatura, tive coragem de calgar qualquer degrau que aparecese diante de mim.
Desculpem-me, brasileiros, sou uma negra brasileira, nascida em salvador, crescida no engenho velho de brotas, rodeada pelo tororó, pela fonte nova, pela federação, barris, garcia, vasco da gama, campo grande, etc. Um mundo, meus amigos. Sem contar o dique, o rio vermelho,, ondina, barra,. Quem precisa de carro, de ônibus, de ãvião tendo dois pés, duas pernas saudáveis?
Sinto muito, mas o sistema deu thu tchu, perdi um bom pedaço de texto, pra perder? Ai não sei se continuo, não. Vamos ver.
Nunca, em nenhum destes lugares por onde eu andei, onde eu frequentei vi soldados ou ouvi falar de ditatura.
Ditatura militar, de governo, eu não conheci próximo de mim, de 62 a 86. Mas não foi nenhum militar que ficou dizendo com atitudes, para mim, AQUI NÃO É O SEU LUGAR. VOCÊ NÃO DEVIA ESTAR AQUI, NÃO PODIA ESTAR AQUI.
Sei lá quando foi que surgiu a lei da discriminação, se ela vale mesmo. Porque lei, lei, meu amigo, é o mesmo que dizer: VOCÊS PERDERAM, VOCÊS FORAM VENCIDOS, seja a lei que for.
Venha cá, quando a ditatura (entenda bem), a ditatura militar, de governo acabou, foi promulgada alguma lei dizendo: NÃO HAVERÁ MAIS DITATURA NO BRASIL? Porque, seja quem for os que não morreram, mas que ficam no glamour de dizer, FUI OBRIGADO A SAIR DO PAÍS.
DITATURA ACABOU. Mas a que eu conheci, a ditatura do médio existe até hoje, mas eu não experimento mais.
Não sou mais jovem, não tenho mais cartão de crédito, não tenho mais cheque especial nem qualquer outro, (agora ele nem tem mais valor comercial). Viajar de avião, hoje, é tão comum - concorrência faz isso - Quem fala mais em classe... até parece ser brega.
Desculpem-me, eu saltei de um mundo para o outro, eu não olhei apenas pela janela e saí dizendo para quem não tinha coragem de colocar a ponta do dedo do pé no rio, aquilo que estive vendo.
Quando se olha pela janela basta na hora da perseguição, saltar, mas tem que ver para que lado, se para dentro para lutar, se para fora, para fugir, mas, será que deu tempo para avisar aos que estavam na beira do rio alguma coisa do tipo: FUJA! ou então LUTE!, mas com qual arma? Letra de música? Qual?
Vocês que me desculpe, mas eu conheço uma música: Não há impossível, não, tudo é possível, sim, só Deus tem este poder...
Além disso, para o homem sem Deus há impossível, mas para o homem com Deus, não há impossível!
http://letras.terra.com.br/caetano-veloso/43867/
Com apenas 300 homens e a orientação de Deus, veja o que aconteceu. Juízes. 7.
Vocês conhecem essa história, essa do muro de jericó? Josué 6.
Perseguidos, isso é só o contrário de: SEJA BEM VINDO!
É verdade, caetano, eu lia muitas notícias em bancas de jornais, mas preferi biblioteca,
biblioteca dos barris.
Algumas letras de música a gente fica satisfeita só de ouvir a primeira parte.
http://letras.terra.com.br/elba-ramalho/253393
Será que todos que partem, partiram, que foram perseguidos dizem, disseram, dirão ou tem para quem dizer isso? Eu estou pensando em jesus quando pedro, antes de escrever isso (2pedro 3. 1-10), vocês acham que jesus não falou com ele?
A minha letra é esse (preferida) ou vocês preferem essa?
http://letras.terra.com.br/elba-ramalho/45647/
Ou esta: Eu voltei pras coisas que eu deixei, eu voltei....
Amigos, só quem nunca passou de triscar o dedo do pé no rio é que não sabe o que é ditatura do médio e o seu efeito.
Às vezes não é aumentar, melhorar o que você deixou mas é tornar o médio mais médio.
ABERTURA - Mais pessoas, ter mais acesso, que significa pessoas de menos condições adquirindo status, qualidade, ou seja; para o médio, inferiores, mas às vezes, o médio não pode pular para outro lado, status, pporque a realidade de abertura significa diminuir status (de quem vai atender, para quem vai vendar, a quem vai oferecer, e não é porque alguém melhorou de situação no tocante a sociedade, mas porque o comércio (falar de indústria é redundância) tem necessidade de expandir.
Desculpem-me, amigos, mas o comércio é o meio do caminho, é o rio, ele, junto com a indústria e as finanças são mãos estendidas para quem quer deixar o medo.(dedinho triscando a água do rio)
Isso é o que é a realidade/ditatura média.
Caminhando e cantando ouvindo a cannções, somos todos iguais braços dados ou não...
http://letras.terra.com.br/geraldo-vandre/46168/
Quem de vocês, reallmente, acredita que cada pessoa , ao ver um passar pela linha média, considera/trata a ela como igual conforme cantado na música.
Não sei se voces repararam, mas o que a gente não conhece, não sabe escrever.
Sempre tive problema na pronuncia do T e do D
...Eu vou ficar nesta cidade não vou voltar pro sertão
pois sei que sinto no peito cheiro da nova estação...
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Com essa mesa eu me lembrei muito da igreja
evangélica, pois é a que eu frequento desde 1989. Pelo conceito, pregador visitante significa comida nova... trazida por ele
Bom, a idéia é interessante, afinal, entre amigos, desde a infância, quando o amigos se reunem, todos na casa de um deles, divertido é cada um levar o seu prato. Religião faz isso também.
O que é religião? Religião é toda feita daquilo que se fez em casa, no convívio, no relacionamento familiar. É a tal mesa que expande quando coloca o pedaço a mais.
Na religião evangélica, da qual faço parte há 21 anos, a concepção para o pastor visitante é esta: Reunir a família em torno dele, enquanto a família espera saber aquilo que ele tem para contar, de novidade, de histórias. Animando, alegrando, ensinando alguma coisa. Por acaso, aprende-se isso em alguma religião? Não, aprende-se mesmo é em casa. Pelo menos, eu não posso negar, aprendi, sim, em casa.
Há alguns anos atrás esse método em comum. As igrejas estavam sempre recebendo pastores convidados. Aliás, em empresas também utiliza este recurso para benefício dela, visando o crescimento e o bem estar dos empregados.
Só tem uma coisa, família que não é feliz, que não tem bom convívio, bom relacionamento, não fica convidando pessoas e/ou recebendo visitas, ao contrário da igreja que receber pastores visitante (antes significava bom relacionamento externo, hoje é demonstração de faqueza).
Como eu disse, família que não é feliz não fica recebendo visitas em sua casa, porque o constrangimento é grande, diferente da família(pelo menos a evangélica) que só trazia pregadores convidados para eles levantarem o humor, para disfarçar situação inquietante em que e encontrava a igreja.
Bom, eu sempre estive satisfeito com os pastores que tinha na minha igreja, assim como, sempre estive satisfeita com a família que tive, só que os nossos convidados eram agradabilíssimos, sendo apenas eles mesmos, diferente dos pastores convidados que se esforçam para se fazer agradáveis com palavras, gestos, atitudes.
É, cheguei à conclusão lendo o que estive escrevendo, porque escrevo lendo. Quem sai atrás de religião sem nunca ter sabido o princípio de todas elas que é o mesmo da família, que é o de ter todo prazer, toda a satisfação em receber visitas por causa daquilo que elas nos propicia. Alegria, prazer, descontração, porque o principal´já existe: Amizade.
Autores de novelas são interessantes, eles mostram o visitante entrando na casa alheia levando o seu stress, desrespeitando a pessoa e a casa.
Bem, não é costume brasileiro, mas existe visitas e visitas, mas o costume é tudo. Os judeus, não sei hoje, mas há tempos atrás, tinham um costume, costume este que a pessoa podia estar, de repente, de uma hora para outra, diante de uma pessoa desconhecida nas suas plantações colhendo/recolhendo daquilo que lhe pertencia.
Há visitas e visitas, não sei se em alguma religião existe esse atendimento a visita. Portas abertas e alguma fartura, porque, amigo(a), quando se tem fome, você não vê ninguém convidando para oferecer ccoomida como se oferece a uma visita conhecida.
Na minha mente a cena dos discípulos de jesus sendo criticado pelos religiosos por estarem cumprindo, tal qual diz o costume e a história de Rute.
Jesus, amigo, disse àqueles que o seguia, que quando alguém quizesse dar uma festa, que convidasse aqueles que não pudessem retribuir. É, o mestre entendia de etiqueta, ou seja; superficialidade.
Ei! Você que está aí, venha cá!
Esta é a mesa que eu tenho para te oferecer.
Sou pobre, amigo,(a), pobre de marré deêm-se.
Um simples conselheiro,
Um simples conselho
Viu como eu gritei você ali em cima? Se você se aproximar é porque está dispensando a etiqueta.
Bom, a idéia é interessante, afinal, entre amigos, desde a infância, quando o amigos se reunem, todos na casa de um deles, divertido é cada um levar o seu prato. Religião faz isso também.
O que é religião? Religião é toda feita daquilo que se fez em casa, no convívio, no relacionamento familiar. É a tal mesa que expande quando coloca o pedaço a mais.
Na religião evangélica, da qual faço parte há 21 anos, a concepção para o pastor visitante é esta: Reunir a família em torno dele, enquanto a família espera saber aquilo que ele tem para contar, de novidade, de histórias. Animando, alegrando, ensinando alguma coisa. Por acaso, aprende-se isso em alguma religião? Não, aprende-se mesmo é em casa. Pelo menos, eu não posso negar, aprendi, sim, em casa.
Há alguns anos atrás esse método em comum. As igrejas estavam sempre recebendo pastores convidados. Aliás, em empresas também utiliza este recurso para benefício dela, visando o crescimento e o bem estar dos empregados.
Só tem uma coisa, família que não é feliz, que não tem bom convívio, bom relacionamento, não fica convidando pessoas e/ou recebendo visitas, ao contrário da igreja que receber pastores visitante (antes significava bom relacionamento externo, hoje é demonstração de faqueza).
Como eu disse, família que não é feliz não fica recebendo visitas em sua casa, porque o constrangimento é grande, diferente da família(pelo menos a evangélica) que só trazia pregadores convidados para eles levantarem o humor, para disfarçar situação inquietante em que e encontrava a igreja.
Bom, eu sempre estive satisfeito com os pastores que tinha na minha igreja, assim como, sempre estive satisfeita com a família que tive, só que os nossos convidados eram agradabilíssimos, sendo apenas eles mesmos, diferente dos pastores convidados que se esforçam para se fazer agradáveis com palavras, gestos, atitudes.
É, cheguei à conclusão lendo o que estive escrevendo, porque escrevo lendo. Quem sai atrás de religião sem nunca ter sabido o princípio de todas elas que é o mesmo da família, que é o de ter todo prazer, toda a satisfação em receber visitas por causa daquilo que elas nos propicia. Alegria, prazer, descontração, porque o principal´já existe: Amizade.
Autores de novelas são interessantes, eles mostram o visitante entrando na casa alheia levando o seu stress, desrespeitando a pessoa e a casa.
Bem, não é costume brasileiro, mas existe visitas e visitas, mas o costume é tudo. Os judeus, não sei hoje, mas há tempos atrás, tinham um costume, costume este que a pessoa podia estar, de repente, de uma hora para outra, diante de uma pessoa desconhecida nas suas plantações colhendo/recolhendo daquilo que lhe pertencia.
Há visitas e visitas, não sei se em alguma religião existe esse atendimento a visita. Portas abertas e alguma fartura, porque, amigo(a), quando se tem fome, você não vê ninguém convidando para oferecer ccoomida como se oferece a uma visita conhecida.
Na minha mente a cena dos discípulos de jesus sendo criticado pelos religiosos por estarem cumprindo, tal qual diz o costume e a história de Rute.
Jesus, amigo, disse àqueles que o seguia, que quando alguém quizesse dar uma festa, que convidasse aqueles que não pudessem retribuir. É, o mestre entendia de etiqueta, ou seja; superficialidade.
Ei! Você que está aí, venha cá!
Esta é a mesa que eu tenho para te oferecer.
Sou pobre, amigo,(a), pobre de marré deêm-se.
Um simples conselheiro,
Um simples conselho
Viu como eu gritei você ali em cima? Se você se aproximar é porque está dispensando a etiqueta.
Ordem que é igual a obediência começa
na MESA. Tem hora que eu sinto falta de uma INSTRUÇÃO PROGRAMADA, só´por causa do "SE" e puder indicar a direção.
Ordem, que é igual a obediência, começa na, e não à mesa. disputar espaço não é fácil, não, em cima. Acho que nem existe mais aquela mesa redonda ou não, que tinha um pedaço a mais de madeira para aumentar espaço, que significava apenas uma coisa. Hoje teremos visita. Viva!
Assinar:
Postagens (Atom)