quinta-feira, 7 de outubro de 2010

ELEIÇÕES DO BRASIL 2010 II

http://www.jusbrasil.com.br/politica/5964556/lula-vota-e-brinca-que-seu-rosto-nao-esta-na-urna-eletronica-em-2010
Geografia é tudo, pessoal.

Jesus Cristo, graças a geografia foi desacreditado várias vezes, tanto pelos seus quanto por outros.

A geografia determina a pequenês de um indivíduo, por mais importante que ele tenha se tornado. E de novo, cito Jesus Cristo.

Minas Gerais tem histórias política, independente da origem da candidata. Os pais dela escolheram o berço esplêndido da política. Também o candidato, no tocante a cidade de São Paulo.

Caríssimos brasileiros, não dá para entender essas eleições sem olhar para a história da política destas duas cidades.

Vocês hão de ser perguntar: Por que a candidata quando foi fazer algo para colaborar com o Brasil, foi para longe? Ao invés de Minas foi para Curitiba?

A gente pergunta, porque ela não começou a sua vida de prestação de serviço público em Minas, uma cidade berço político do Brasil.

Todo mundo que começa alguma coisa de cunho público, de vida pública, começa na sua cidade, na sua comunidade.

Bem, com Jesus foi assim. Estou comparando Jesus com um e/ou outro candidato? Não. Mas toda pessoa de vida pública, do maior (Jesus) ao menor, ao mais insignificante. O mais insignificante da pessoa pública, quem é?

Bem, amigos, não existe. SE é pessoa pública já sabe, o nome já diz. Essa pessoa já fez por onde.

O que qualifica uma pessoa como pública?

Por que um simples feirante não pode ser chamado de pessoa pública? Quando é que um feirante pode ser uma pessoa pú blica? Se ele sai em defesa de alguns. Alguns e não algum.

Pessoa pública é aquela pessoa que sai em defesa de alguma coisa para beneficiar alguns. É, sem benefício, sem estar buscando o benefício de alguns nenhuma pessoa se torna pessoa pública.

Que me desculpem os(as) candidatos(as), mas quem recebe salário para beneficiar alguns não é pessoa pública regida pelo caminho justo.

Quem busca benefícios para alguns em troca de salário, não faz mais do que sua obrigação. Todod empregado tem que mostrar trabalho/serviço para justificar a permanência no emprego, tem que produzir, tem que mostrar serviço em qualquer escala funcional, vai desde o presidente da república até a menor da profissões.

Bem, supõe-se, que tanto um Presidente quanto o menor dos profissionais, por melhor que faça, por mais que produza, eles recebe o salário que foi combinado, para ambos.

Qual a diferença do que acontece com o Presidente da República e o menor do profissional em relação aos salários de cada um? Não, não preciso dizer porque o problema não é salário do maior ou do menor, mas, liberdade para cada um fazer o que, como, onde, por quem, quando, quanto. Comparemos então, O Presidente da Republica e um profissional como o COVEIRO.
Que liberdade proffisional para produzir mais e melhor um coveiro tem na prática do seu trabalho?

Para o Presidente são trazidos demandas. O que ele faz? Verifica os custos? Ou apenas passa a responsabilidade para outros?

Um coveiro também pode fazer isso? Transferir a responsabilidade do seu trabalho para outro por estar com a saúde debilitada. A morte,simplesmente, não espera. Mas o Presidente da República tendo uma demanda pode transferir a decisão, a escolha, a desculpa para outros.

Um coveiro (substituto), pode até dizer aos familiares: Não tenho experiência, estou apenas substituindo um colega. Os familiares podem ponderar, mas durante quanto tempo? Ninguém quer ver o seu morto em exposição no cemitério ao pé da cova, não, ninguém quer. Então, o coveiro improvisado é aceito pelos familiares, afiinal, que dificuldade há em cavar? é o que se pensa. Mas, quantos estão dispostos, podem ou querem fazer isso?

É, entre um feirante e um coveiro há uma grande distância operacional. O coveiro não faz parte dos eventos pós morte. Ele não vê o rosto nem o corpo nem a roupa que o morto está vestido, malmente ele ele vê o caixão e acaba até conhecendo a qualidade dele.

Nós estamos olhando o Brasil pelos olhos de um Presidente, mas estamos olhando um(a) novo(a) presidente/presidenta, como o coveiro que apesar de anunciar-se conhecedora de tudo o que há no governo, como se ele estivesse aberto para todos, o Governo está sendo mostrado para nós como quem mostra o caixão fechado ao coveiro.

Imagine o contador fechando a conta. Toda empresa, toda indústria tem seu balanço, e tudo o que se quer é que as contas estejam todas quitadas. Não vou dizer que o governo não quis abrir o caixão diante do coveiro. Não se vê um papel descrevendo, especificando as contas em dias até a presente data.

Tudo bem que para o coveiro, tanto faz, naquele momento (de cavar e colocar o caixão no devido lugar e cobrí-lo com a terra) saber o que/quem há/está dentro do caixão, ele quer somente fazer o trabalho dele, encerrar com dignidade aquilo que a pessoa, ali dentro, fez antes dele, encerrou o seu trabalho. Se bem ou se mal ele não sabe, e, uma vez concluído o trabalho do coveiro isto terá sido encerrado para sempre.

Que Brasil nós estaremos recebendo em 2011? O do caixão ou o do coveiro? Porque o coveiro, de uma coisa só sabe e se especializou, e pode dizer: Este é rico ou este é pobre. E o´que o coveiro pensa do rico: Este viveu regaladamente. E do pobre: Este é pobre, sem regalias até na hora de ser enterrado.

O Brasil está assim, tal qual o rico, vivendo regaladamente, quanto a distribuição de riquezas. Até me lembrei do rei que saiu mostrando tudo o que tinha para a comissão de Nabucodonozor

Publicado em 07.10.2010, às 15h07

Nenhum comentário:

Postar um comentário