quinta-feira, 7 de outubro de 2010

ELEIÇÕES 2010 DO BRASIL =I I I

Vocês querem saber quem é/foi o Davi ou proporcionalmente o menor que Davi nas eleições 2010 do Brasil? Não, não houve/há nenhum. Geograficamente, talvez, sim., mas comparado com Davi, só no tocante a geografia.

É verdade, que DAvi não foi nem um pouco humilde. Porque quem tem determinação, quem sabe o que quer não tem um pingo de humildade.

Humildade é uma farsa, é um disfarce, portanto menor que DAvi não há/houve. Porque a que~stão de Davi não foi/é de tamanho, não é cor, não foi/é vestimenta. A questão de Davi é uma só, é o que determina a vitória, é saber que o que tem nas mãos é o seu trunfo aliado a sua habilidade.

Assim sendo, nas eleições que ocorreram não houve Golias, só Davis. Todo mundo de trunfos nas mãos. Eu já fiz vou fazer de novo, nós fizemos e vamos fazer mais

O Golias bíblico, a bíblia não revelou o que ele era, quem ele era antes, o que ele fazia, ele não era apenas um gigante posto ali para amedrontar, tudo porque vestiram ele de acordo com o seu tamanho. Todo mundo ficou com tanto medo de Golias, que sem querer, ao invés de um DAvi trouxe mais um DAvi.

Davi aquele que venceu, venceu as adversidades sociais. Quem fez isso e chegou aqui pode fazer mais.

O Davi tal qual Davi o(s) que es~tá/estão todos prontos para derrubar Golias.

Quem disse que o Golias bíblico estava preparado para lutar, que era hábil para a luta?
Quem nunca foi aquilo que pretende ser como está preparado para ser? Ainda mais agora que tivemos um Presidente e, pela própria avaliação dele, fora bem sucedido e tudo o que antes fazia era se candidatar.

Alguém sabe o que é humildade? Desculpe, mas isso, simplesmente, não existe. Não, não existe mesmo. Numa competição não existe a figura do + - +_ humildade não existe.

Quando o Golias, bíblico desejou que um homem só lutasse´com ele, é porque ele só sabia lutar com um único, foi assim que ficou definido o critério. Acontece que se muitos fugiram foi/é porque muitos temeram.]

A verdade é que, nas eleições do Brasil em 2010, havia um único Golias, o Golias que a religião transferiu mundo afora. O GOLIA S DO CONVENCIMENTO., aquele que era tão convencido, tão convencido e no final foi derrotado por um menino. A questão não foi a pedra, pois o Golias nem sabia com que arma Davi iria lutar.

Ora, quando Golias de uma certa forma chamou DAvi de menino é porque para ele menino era o mesmo que dizer iniciante, principiante. Mas por que o gigante ficou tão zangado?

Que pena! Muitos Davis, só um Golias, assim mesmo a versão do Golias Brasileiro é a mesma que foi transferida para o mundo todo. O Golias biblíco ele era tão principiante quanto Davi, acontece que, quanto mais um(a) principiante é mais ele(a) quer competir, vencer o/a maior.

Ora, ora, ora, tire as suas conclusões: Assim como o rei saul quis dar a Davi as suas vestimentas, os filisteus não poderia ter feito o mesmo com o gigante?

Publicado em 07.10.2010, às 15h47

ELEIÇÕES DO BRASIL 2010 II

http://www.jusbrasil.com.br/politica/5964556/lula-vota-e-brinca-que-seu-rosto-nao-esta-na-urna-eletronica-em-2010
Geografia é tudo, pessoal.

Jesus Cristo, graças a geografia foi desacreditado várias vezes, tanto pelos seus quanto por outros.

A geografia determina a pequenês de um indivíduo, por mais importante que ele tenha se tornado. E de novo, cito Jesus Cristo.

Minas Gerais tem histórias política, independente da origem da candidata. Os pais dela escolheram o berço esplêndido da política. Também o candidato, no tocante a cidade de São Paulo.

Caríssimos brasileiros, não dá para entender essas eleições sem olhar para a história da política destas duas cidades.

Vocês hão de ser perguntar: Por que a candidata quando foi fazer algo para colaborar com o Brasil, foi para longe? Ao invés de Minas foi para Curitiba?

A gente pergunta, porque ela não começou a sua vida de prestação de serviço público em Minas, uma cidade berço político do Brasil.

Todo mundo que começa alguma coisa de cunho público, de vida pública, começa na sua cidade, na sua comunidade.

Bem, com Jesus foi assim. Estou comparando Jesus com um e/ou outro candidato? Não. Mas toda pessoa de vida pública, do maior (Jesus) ao menor, ao mais insignificante. O mais insignificante da pessoa pública, quem é?

Bem, amigos, não existe. SE é pessoa pública já sabe, o nome já diz. Essa pessoa já fez por onde.

O que qualifica uma pessoa como pública?

Por que um simples feirante não pode ser chamado de pessoa pública? Quando é que um feirante pode ser uma pessoa pú blica? Se ele sai em defesa de alguns. Alguns e não algum.

Pessoa pública é aquela pessoa que sai em defesa de alguma coisa para beneficiar alguns. É, sem benefício, sem estar buscando o benefício de alguns nenhuma pessoa se torna pessoa pública.

Que me desculpem os(as) candidatos(as), mas quem recebe salário para beneficiar alguns não é pessoa pública regida pelo caminho justo.

Quem busca benefícios para alguns em troca de salário, não faz mais do que sua obrigação. Todod empregado tem que mostrar trabalho/serviço para justificar a permanência no emprego, tem que produzir, tem que mostrar serviço em qualquer escala funcional, vai desde o presidente da república até a menor da profissões.

Bem, supõe-se, que tanto um Presidente quanto o menor dos profissionais, por melhor que faça, por mais que produza, eles recebe o salário que foi combinado, para ambos.

Qual a diferença do que acontece com o Presidente da República e o menor do profissional em relação aos salários de cada um? Não, não preciso dizer porque o problema não é salário do maior ou do menor, mas, liberdade para cada um fazer o que, como, onde, por quem, quando, quanto. Comparemos então, O Presidente da Republica e um profissional como o COVEIRO.
Que liberdade proffisional para produzir mais e melhor um coveiro tem na prática do seu trabalho?

Para o Presidente são trazidos demandas. O que ele faz? Verifica os custos? Ou apenas passa a responsabilidade para outros?

Um coveiro também pode fazer isso? Transferir a responsabilidade do seu trabalho para outro por estar com a saúde debilitada. A morte,simplesmente, não espera. Mas o Presidente da República tendo uma demanda pode transferir a decisão, a escolha, a desculpa para outros.

Um coveiro (substituto), pode até dizer aos familiares: Não tenho experiência, estou apenas substituindo um colega. Os familiares podem ponderar, mas durante quanto tempo? Ninguém quer ver o seu morto em exposição no cemitério ao pé da cova, não, ninguém quer. Então, o coveiro improvisado é aceito pelos familiares, afiinal, que dificuldade há em cavar? é o que se pensa. Mas, quantos estão dispostos, podem ou querem fazer isso?

É, entre um feirante e um coveiro há uma grande distância operacional. O coveiro não faz parte dos eventos pós morte. Ele não vê o rosto nem o corpo nem a roupa que o morto está vestido, malmente ele ele vê o caixão e acaba até conhecendo a qualidade dele.

Nós estamos olhando o Brasil pelos olhos de um Presidente, mas estamos olhando um(a) novo(a) presidente/presidenta, como o coveiro que apesar de anunciar-se conhecedora de tudo o que há no governo, como se ele estivesse aberto para todos, o Governo está sendo mostrado para nós como quem mostra o caixão fechado ao coveiro.

Imagine o contador fechando a conta. Toda empresa, toda indústria tem seu balanço, e tudo o que se quer é que as contas estejam todas quitadas. Não vou dizer que o governo não quis abrir o caixão diante do coveiro. Não se vê um papel descrevendo, especificando as contas em dias até a presente data.

Tudo bem que para o coveiro, tanto faz, naquele momento (de cavar e colocar o caixão no devido lugar e cobrí-lo com a terra) saber o que/quem há/está dentro do caixão, ele quer somente fazer o trabalho dele, encerrar com dignidade aquilo que a pessoa, ali dentro, fez antes dele, encerrou o seu trabalho. Se bem ou se mal ele não sabe, e, uma vez concluído o trabalho do coveiro isto terá sido encerrado para sempre.

Que Brasil nós estaremos recebendo em 2011? O do caixão ou o do coveiro? Porque o coveiro, de uma coisa só sabe e se especializou, e pode dizer: Este é rico ou este é pobre. E o´que o coveiro pensa do rico: Este viveu regaladamente. E do pobre: Este é pobre, sem regalias até na hora de ser enterrado.

O Brasil está assim, tal qual o rico, vivendo regaladamente, quanto a distribuição de riquezas. Até me lembrei do rei que saiu mostrando tudo o que tinha para a comissão de Nabucodonozor

Publicado em 07.10.2010, às 15h07

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Responda aí, crente (30.09.2010, às 18h16

o que será o amanhã?

Alguém tem essa resposta?
Dilma, Serra, Marina?
O que levou você a escolher um deles?
Foi ordem de Deus?
Qual o motivo?

Então, crente, o que será o amanhã do povo brasileiro?

Como é precioso irmão, estar bem junto a ti, e junto lado a lado...

Eu sou lívre pra te amar pra te aceitar e para te pedir, perdoa-me...
Pela minha falta de coragem, de unidade, de perspicácia,
pela minha falta de tempo para, verdadeiramente, orar, por quem realmente é o interesse de Deus:O povo brasileiro.

Crente,

a partir de que momento da sua caminhada você passou a acreditar que não faz parte deste mundo? Porque estrangeiro também paga imposto, mesmo aquele que verdadeiramente não fazia parte deste mundo fez questão de pagar imposto. Ele usou um pescador para trabalhar para ele indo buscar a moeda, e você, crente, tem alguém para trabalhar por você para providênciar o imposto que tem que ser pago para lhe dar direitos como morador, direito de pôr os pés, de pisar na terra.?

Crente, em que lugar neste mundo você vai viver sem pagar um preço por pisar na terra?

A primeira coisa que a gente faz quando está no que é nosso é tirar os sapatos. Foi o que Deus falou a Moisés, no entanto, ele não entrou na terra prometida.

Quando a gente tira os sapatos em casa,a gente se sente lívre, lívre do trabalho, do cansaço, porque, crente, Moisés antes de ser seu grande líder, ele era empregado, como os brasileiros são.

Pois é, crente, mesmo o seu líder maior, quando Deus convocou-o para ser líder, a primeira experiência que fez ele sentir foi a da liberdade, e, a liberdade maior que existe é pisar no solo próprio, no seu caso, como de qualquer brasileiro, ficar descalço na sua casa.

O Mestre experimentou isso, mas só por causa daquela mulher que molhou os pés dele com lágrimas. E, o que foi que ele disse a Simão? O mesmo que digo a você: Você tem agido/permitido aos moradores desta terra (Brasil), tratá-lo como verdadeiro estrangeiro? Aliás, você é estrangeiro ou estranho? Porque Ló tratou os anjos como estrangeiros, quem trantou eles como estranho foi o povo. Mas os anjos deram oportunidade a eles de reconhecê-los.

Quem experimenta o turismo (estrangeiro provisório sabe muito bem o que o natural do lugar faz de tudo para que o turista (estrangeiro provisório) usufrua do melhor em termos de conforto e tudo o mais, porque é isso que estrangeiro(visitante) tem a receber.

Mas estrangeiro o é porque não vai ficar muito tempo, vai seguir adiante, agora, estrangeiro provisório/permanente, que não diz a que vem nem faz o que tem que fazer, que não cumpre suas obrigações, sejam elas espirituais ou não.

Porque, crente, existe a obrigação funcional do cidadão seja da terra, seja do céu, que é reconhecer o tempo quando o tempo é o tempo determinado por Deus. (Lucas 12.54-59)