Oi jihn
Não vou mudar minha rotina. Não vou dar mão minha para outro escrever. Quero isso, não, jihn. Me mostrando computador pra dizer para mim: Vá direto ao ponto. Quero ponto, não.
O que foi que você fez comigo, jihn? Agora, enquanto escrevo penso, desejo em computador escrever, e só querendo escrever dan.
O que é jihn, tá querendo saber segredos, não. Afinal, o que sai em jorna,l público é. Gostei, cruzei letras, escritos e pronto, me constitui o Gato que hoje sou. Mas dan me traiu antes mesmo que eu viesse. Trocou-me por uma tartaruga, não foi dan?
Essa coisa de cotidiano. O que é possível fazer com um livro? Nada dessa história de: não está no gibi. Ratinho novo~, não sabe nem ler ainda, mas já sabe tanto fazer quanto ler, mapinha.
Porque é assim, jihn, quando me dão missão como esta de achar pontos culminantes em textos que já foram escritos eu chamo os menores. Ele, logo, desenha, ele, logo, identifica, o quê, onde, quando, como. E eles logo acham um lugar onde devo ficar. Quanto mais estreito o caminho lá ele está.
É, dan. Pára com isso jihn, só porque minha mente está vazia você está querendo colocar dados dentro dela? Sinto muito, nada a ver com computador, e, as minhas crianças não são desse tempo de lançar dados para saber que caminho seguir. O computador é muito parecido com isso.
É jihn, a dan me abandonou, agora não lembro nem o nome dos livros que li dela.
jihn, deixe eu dar uma invertida? Não lembro nem mais o nome do livro que dela li, onde boníssimo Gato, eu deitei e rolei, jihn. Gosto desta palavra, ó, literal mente. Lembra, dan? Ah! Agora veja como estou. Eu não. A gata miou. Fui ver porquê, o que ela estava querendo.
Mas dizia, dan, - quero dizer, - Pára de mandar eu riscar palavra, jihn. Mas dizia, jihn, que não identifiquei o seu ambiente ontem V.S. porque na sala com dan.
Ô jihn, pára de estar fazendo isto. Colocando palavras em mim. Por acaso a dan te contou que pode-se fazer isso comigo?
É jihn, quando eu saio, que eu volto, não volto mais do mesmo jeito. Pára jihn de fazer eu riscar. Você não pode ver, não sabe quais foram as palavras. Tá querendo entrar no meu escrito?
Ó, ratinho, já disse, tá com o mapa nas mãos. Segurando-o.
Eles não são iguais a vocês que pequenos não dão um passo durante muito tempo. Mas menininha, todo dia ia lá cuidar dos ratinhos até que eles cresceram. Era um estreito, muito estreito, para receber tanto a mãe quanto a menininha. Eles eram tão pequeninos, tão pequeninos, tão pequeninos que a mãe só ficava parada, e eles, os ratinhos nem se alimentavam.
Às vezes, quando se vem de baixo para cima, tem muito o que se aprender, muito o que se ensinar sobre si. O mestre fez isto, disse tanto de si para que a humanidade o entendesse, mas quando ele subiu e voltou, quem o reconheceu de pronto? Eu gosto desse pronto, jihn.
Não quero lembrar do que dan disse sobre alguém não lhe contar segredos. Porque aprendi, viu dan. Abrir o verbo.
Quero ver se você vai deixar isso, dan. Não quero que estejam buscando seus escritos na minha memória, dan, negócio de zipper. De onde eu sei isso? meu Deus! Help!
Publicado em 14.07.2010, às 10h45 minutos
quarta-feira, 14 de julho de 2010
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