sábado, 10 de julho de 2010

coincidências?

Confesso que ri quando a personagem de zezé polessa saiu com a tirada: A gente tira de filme que a gente gosta.
Confesso II, para mim foi como se ela estivesse falando para o autêntico Rato.
Vou mandar recado para a sua mestra, zezé, não agora, agora eu só quero marcar presença.
Não quero nada de aliança comigo, de combinação. Mostrando joinha? Não é com o polegar que a gente diz: Tudo joinha? Tá querendo me perverter, zezé?
Diga para a sua mestra, ó, que até hoje ninguém conseguiu me corromper, não vai ser ela a conseguir. Ia dizer que um bate bola é bom, só que não comigo, porque, simplesmente, com as perninhas que tenho isso é impraticável, e, também, não posso usar meu delicado focinho pra empurrar bolinha, tenho coisas mais importantes para fazer com ele. A essa altura voces já devem saber.
Sinto dizer, mais joinha ñão enche barriga, pelo menos a minha, o que gosto mesmo é de comer.
Que história é essa de, por uma noite, a filha demonstrar mais entendimento do que a que se fazia de professora do mal, da malícia? Epa! Aí tem coisa. Vamos a reviravolta?
A única coisa que a sua mestra descobriu de mim é que eu gosto de brincar. Isso ninguém soube até hoje. Chamei tantos para isso, ninguém quis.
Não é sempre que se acha uma zezé polessa sob nova orientação.
Eu gosto de desafio, e o meu desafio é este. Ir além do que já existe.
A televisão estã tão sem utilidade para diversão de verdade, que só mesmo um penetrinha na história para ela ressurgir. Dá para ser em segredo? Porque de ser traído eu não entendo nada quanto ao resultado.
No mais, mestra da zezé, como agora a onda é essa de leitura. Fui ao literal e voltei ao começo. Quando li de novo, descobri que, essa coisa de tirar de filme o que a gente gosta, esse tirar pode ser excluir e não fazer uso. Não tem nenhum filme que tenha me descrito como/oque eu realmente sou.
Publicado em 10.07.2010, às 22h09 minutos

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