
Somos marcados pelos sons. Não é à toa, por exemplo, que os filmes de cinema, mesmo e até, principalmente, os infantis, são embalados por sons. É verdade, que muitas vezes ouvimos e ignoramos.
O som também é muito importante nas novelas, diferente do cinema, nas novelas, importante são as músicas. Música para fazer o clima, para o suspense, para assinalar um momento importante, um momento crítico. A verdade, porém, é que somos dependentes de sons. Tudo o que é feito para o nosso uso, praticamente, produz algum tipo de som para nos transferir informação. Se não nos automatizamos até hoje é porque não tivemos interesse para isso, pelo menos por livre e espontânea vontade, porque de algum modo somos automatizados pelos sons que chegam até nossos ouvidos e que requer alguma ação vinda de nós.
A música é uma forma de automatizar uma pessoa, porque tudo é possível se prestarmos atenção.
Fui sempre movida a música desde a minha primeira infancia. Cantigas, muitas músicas batidas nas palmas das mãos. cantigas, samba de roda, músicas de candomble, , músicas de igreja católica,as músicas de festejos, os hinos diversos que antes se cantava nas escolas e sei lá mais onde, e as músicas de rádio,música de festas que acontecia sempre, em cada casa um gosto diferente, não é como hoje que todo mundo parece ter o mesmo gosto, e a mistura de tudo isso. Para mim, tudo isso resultava em uma coisa divina. Daí, depois da mistura, o que fazer? Separar. É Igual o teclado de computador. Um mundo de palavras está contido nele.
Somos conduzidos por sons, mas ninguém liga, ou então já estão totalmente adaptados, ou dispersos, mas ninguém liga porque quer ser superior, eu não, o que é criado para, é porque é superior, queiramos admitir ou não. Eu me entrego a qualquer som, porque ele é um tipo de escrita e foi neste mundo que eu vivi, sons e letras.
Dim, nós podemos fazer o impossível de acreditar. Morrer por exemplo, quando o autor diz, seja da forma que for, você morreu. E a gente morre mesmo. Foi o que aconteceu comigo quando você pôs personagem para morrer. O som, as letras são tudo o que a gente tem para levar com a gente depois de morrer. O grande Mestre, disse: Por suas palavras serás justificados ou condenado. E, o som, de verdade, o que ele indica, o que ele determina? Uma ordem. Você é uma autora, dim, e você, em conjunto com os seus colegas de trabalho, mesmo não tem sons cinematográficos, mas tendo músicas, o que quer dizer com elas quando as colocam envolvendo os seus personagens? É uma mensagem que você envia ao telespectador, intensidade, profundidade, mais querência,.
Aa gente escreve com palavra e com sons, porque registramos tudo, o problema é ignorarmos eles.
Tudo o que nos envolve nos permite uma caminhada, a pontuação, por exemplo. Imagine que o que fazemos aqui fora, num teclado, façamos aqui dentro da nossa cabeça, como se tivesse uma mãozinha, que encaixota todos os sons, todas as palavras, todos os registros essenciais.
O Mestre disse, que o pescador seleciona os bons peixes, guardando-os, enquantos os estragados jogam foram. Mas isso é coisa que Mestre pode falar, não sou Mestre, sou apenas uma aprendiz, e não posso desperdiçar o que recebo. Não tenho um mundo vasto onde eu possa aprender, aprendo com o que possuo, portanto, aproveito, tudo o que o Mestre me dá, mesmo sendo pouco.
O melhor som que aprendi a ouvir na minha vida, foi de folha de papel. Eu limpei, com ele, toda a musicalidade da minha infância. Falta um sonzinho na sua novela, dim, um baque com som de cinema para eu voltar. Porque o som de cinema tem alguma coisa de fundo, de buscar lá atrás.
O som também é muito importante nas novelas, diferente do cinema, nas novelas, importante são as músicas. Música para fazer o clima, para o suspense, para assinalar um momento importante, um momento crítico. A verdade, porém, é que somos dependentes de sons. Tudo o que é feito para o nosso uso, praticamente, produz algum tipo de som para nos transferir informação. Se não nos automatizamos até hoje é porque não tivemos interesse para isso, pelo menos por livre e espontânea vontade, porque de algum modo somos automatizados pelos sons que chegam até nossos ouvidos e que requer alguma ação vinda de nós.
A música é uma forma de automatizar uma pessoa, porque tudo é possível se prestarmos atenção.
Fui sempre movida a música desde a minha primeira infancia. Cantigas, muitas músicas batidas nas palmas das mãos. cantigas, samba de roda, músicas de candomble, , músicas de igreja católica,as músicas de festejos, os hinos diversos que antes se cantava nas escolas e sei lá mais onde, e as músicas de rádio,música de festas que acontecia sempre, em cada casa um gosto diferente, não é como hoje que todo mundo parece ter o mesmo gosto, e a mistura de tudo isso. Para mim, tudo isso resultava em uma coisa divina. Daí, depois da mistura, o que fazer? Separar. É Igual o teclado de computador. Um mundo de palavras está contido nele.
Somos conduzidos por sons, mas ninguém liga, ou então já estão totalmente adaptados, ou dispersos, mas ninguém liga porque quer ser superior, eu não, o que é criado para, é porque é superior, queiramos admitir ou não. Eu me entrego a qualquer som, porque ele é um tipo de escrita e foi neste mundo que eu vivi, sons e letras.
Dim, nós podemos fazer o impossível de acreditar. Morrer por exemplo, quando o autor diz, seja da forma que for, você morreu. E a gente morre mesmo. Foi o que aconteceu comigo quando você pôs personagem para morrer. O som, as letras são tudo o que a gente tem para levar com a gente depois de morrer. O grande Mestre, disse: Por suas palavras serás justificados ou condenado. E, o som, de verdade, o que ele indica, o que ele determina? Uma ordem. Você é uma autora, dim, e você, em conjunto com os seus colegas de trabalho, mesmo não tem sons cinematográficos, mas tendo músicas, o que quer dizer com elas quando as colocam envolvendo os seus personagens? É uma mensagem que você envia ao telespectador, intensidade, profundidade, mais querência,.
Aa gente escreve com palavra e com sons, porque registramos tudo, o problema é ignorarmos eles.
Tudo o que nos envolve nos permite uma caminhada, a pontuação, por exemplo. Imagine que o que fazemos aqui fora, num teclado, façamos aqui dentro da nossa cabeça, como se tivesse uma mãozinha, que encaixota todos os sons, todas as palavras, todos os registros essenciais.
O Mestre disse, que o pescador seleciona os bons peixes, guardando-os, enquantos os estragados jogam foram. Mas isso é coisa que Mestre pode falar, não sou Mestre, sou apenas uma aprendiz, e não posso desperdiçar o que recebo. Não tenho um mundo vasto onde eu possa aprender, aprendo com o que possuo, portanto, aproveito, tudo o que o Mestre me dá, mesmo sendo pouco.
O melhor som que aprendi a ouvir na minha vida, foi de folha de papel. Eu limpei, com ele, toda a musicalidade da minha infância. Falta um sonzinho na sua novela, dim, um baque com som de cinema para eu voltar. Porque o som de cinema tem alguma coisa de fundo, de buscar lá atrás.
A patinha do cachorro salvou a imagem.
Marcha soldado cabeça de papel, se não marchar direito...
Se você pensa que meu coração é de papel, não vá pensando pois não é, o amor é lindo eu sei.
Eu sou o barquinho que tantos amassaram
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