Uma grande árvore, não no meu planeta, mas no lugar onde eu estava pousando. Lá estava ela, enorme, só estranhei aquela coisa inerte vestida de verde, amarelo, azul e branco. Estava muito mais alta do que a árvore.
Gostei de me ver como eu sou. Meu planeta é laranja, mas eu sou azul, verde, amarelo e branco, mas não me chame brasil, pois não sou, sou apenas um menino.
Não conheci este planeta. Na minha cabeça, por muito tempo carreguei pequeninos planetas, não conheci este planeta. Certo dia, deitado, uma grande árvore cresceu de dentro da minha barriga, mesmo sen (não vou completar, acontece que as letras daqui de baixo estão se alojando lá naquele "estava", antes quando o espaço é de um dedinho depois do ponto branco. Quan(não vou completar) falei delas, advinhe o que fizeram? Se arrancharam entre pequeninos e planetas. Quando a gene dependet (tá vendo o que elas fizeram?) Tudo porque escrevi para completar texto de "quando a gente" depende de uma letra para viver tem que dar mais do que valor a elas, mas seguí-la para saber se é verdade que se diz.
Tenho impressão que bem ali tem um "o"
São quinze horas e quarenta e oito minutos
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário