
Não costumo falar do meu relacionamento com os felinos, que quando filhotes, dependendo da cor, pode parecer um pouco comigo.
Ele, como todo filhote, adora tudo o que se movimenta e comer, a diferença é que sou rasteiro, ele, saltitante. Como eu, não tem medo de nada, enfrenta qualquer adversidade. Eu, num instante fico adulto ao contrário deles. Mas prefiro não me aventurar brincando com ele. Os seus dentes, e força, rapidez e prazer de brincar é o que me mata. É isso aí, felino mata brincando, mesmo filhote. Prefiro não arriscar, pois o que cachorro faz com a bola, felino faz comigo. Quero ser bola da vez de felino, não. Por isso que sou eu aqui em baixo e eles aí em cima com vocês.
http://blogdopastorricardo.blogspot.com/Repare a patinha dele, não parece um tapa na cara? Eu não tenho pata pra isso.
Depois, ele agarra no pescoço como qualquer felino, é um lutador como eu.
Quanto à sobrevivência ainda falta muito para ser devidamente aceito pelo homem como acontece com o caninos. Somos sobreviventes.
Não é o cachorro, sim o gato, exímio jogador de bola, pois diferente do canino que morde quando a vê, ele bota ela para correr na base do tapinha, ele joga com uma para a outra devolver.
Vocês não conhecem o diatado, não? Quem não tem irmão aprende a brincar sozinho, mas se tem quatro patas e qualquer coisa que se movimente.
Essa cadeia alimentar me é muito desfavorável. Pela terra, pelo céu, pelo ar e pelo mar. Depois dizem que sou venenoso. Imagine se não fosse. Na verdade, sou danoso.
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