Este ditado de vocês, "Brincadeira tem limites", tanto quanto este "Brincadeira tem hora", são indigestos, são infelizes, uma vez que são usados inadequadamente. o primeiro porque não é usado para quem está brincando, mas para quem acha que está excedendo, ou seja , transformou a brincadeira em pirraça. O outro é´utilizado quando a pessoa não está receptiva a brincadeira, o que considera o excesso, também, pirraça.
Brincadeira não tem limites quando é brincadeira mesmo, principalmente a que se faz comigo. Eu, mesminha.
Olhe eu aqui, ó. Por exemplo, o Ó foi transformado naquilo que vocês muito desenham e agora tem até em ultrasom, pena eu não puder me mostrar para vocês. Em que meu Ó se transforma.
Com que idade vocês conseguem me ver assim? Mais tarde vou tentar uma coisa.
Nada de passarinho, nada de cobrinha, nada de anfíbio. Esta sou eu. Isso mesmo sou/estou no útero da natureza.
Quando vocês me Vêem assim?
Se a sua resposta for não a estas perguntas que farei, ficarei decepcionado(a) com vocês.
Você nunca usou o dedo para contar estrelas do céu?
Nunca deitou no chão para apreciá-las? Por que está esperando completar a idade de Abraão para fazer isso, ou tem medo da verruguinha?
Todo bichinho se parece comigo. Gosta de andar pelo cantos, fazem barulhinho sem se saber onde ele está, come apressadamente como se não houvesse amanha (Acrescentado, não tem uma músca assim? Como se não houvesse amanhã?)
Acha que Deus fez luminares para que? Céu estrelado para que? Para que, com liberdade o filho do homem não se perdesse e pudesse brincar à vontade.
Vocês acham que para olhar as estrelas, contá-las, tem que morar ao léu?
Não pé preciso dar nomes para elas como fazem o homem, basta apontar, olhe aquela ali.
Vocês não têm culpa se Abraão quis olhar sozinho.
Não quero saber nada daquilo que eu não possa contar.
Quem precisou se achar foi adão.
A gente sõ dá nome ao/a que/quem conhece. Ao que não se conhece, aponta e diz as características. Astrônomos fazem isso das estrelas, ou isso Que pena, não posso mostrar o que astronomo faz, nao, agora.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
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