sábado, 5 de junho de 2010

QUAL É A COMIDA DO PAPEL?

Sou eu. Não sou apenas a comida, mas ta´mbém, a roupa.
Quis dar uma aparecida neste reino do meu Pai. Ninguém/nada deve estar sozinho, por isso estou aqui. Estamos cansados deste abandono.
Quando analfabetos todos fazem parte do mesmo reino. Reino da incongruência, com diferença, além de tudo o homem é tido por ignorante, porque saber proteger-se é sinal de inteligência em qualquer espécie.
Qual é a lição que com ela se sabe que o homem, inteligentemente, progrediu? malícia, astúcia.
Não tenho malícia, não tenho astúcia, sou apenas a roupa com que se veste o papel.
Tenho visto muitos papéis nus, há muito tempo.
Criança, adulto, jovem, velho. Seguiram exemplo de Gal Costa. Ela não fazia roupa para boneca.
O que chamava boneca no jornal era papel vestido com letras. Um prova como toda boa roupa deve passar por prova.
Adoro ser prova. Prova no jornal, prova na editora, prova na gráfica, e olhe que não se faz isso como se prova roupa, tecido, ou provar cédula.
Prova, no caso de jornal, de editora, de gráfica é simplesmente, assim: VERIFICAÇÂO DE TRABALHO.
Na prova alguém/alguns faz/fazem para um único papel, o mesmo trabalho que teria/terá que fazer para milhares. Isso não é maravilhoso? Não sou maravilhosa?

Nenhum comentário:

Postar um comentário