É verdade, a Bíblia é livro para adulto manusear, visto que, está escrito: Quem der um copo de água a um destes meus discípulos receberá o seu galardão.
Maria Bethânia que me desculpe, mas você cantou para a menininha errada.
Só porque o dela era para os importantes da federação - literal e físico.
Era conhecido por grande, se havia outro nem aparecia e o nosso era velho.
Só que velho por velho o meu era cheio e, se sabedoria de velho é a mesma em qualquer lugar se se tiver respeito por eles.
É bethânia, tem menininha por ser me ninninha por estar.
Se o seu só tinha festa num dia, no nosso, só não lembro de ter no domingo, e no nosso tinha muitos e não era só disso, não, tinha de galo também. Depois menininha por menininha, aqui estou eu, e sei o que é isso. Lá em casa, ao invés de signos o que reconhecíamos, antes, uns dos outros era o nome dos santos, aliás, era assim no bairro inteiro.
Nunca vi, ouvi, li pela mídia de vocês, bathânia, fulana, ciclana ofereceu comida ao santo. Se oferecia, oferecia aonde?
Estou só refrescando memória de bethânia. Ninguém serviu de carro chefe para puxar a religião? Que estranho.
Desculpe, bethânia, mas você é a única que se manifesta de alguma forma.
Escrito em 13.06.2010, às 10h30
É verdade, que entre os nossos e o que você frequenta(va) existiu sempre um comprido dique que vai de um lugar chamado fonte nova... aliás, do seu engenho para o nosso, nós éramos privilegiados demais, tínhamos a fonte nova, a fonte de água e também, o dique, além disso não precissavámos ir para o mar ver barquinhos, tínhamos os nossos saveiros. Nosso universo era perfeito. Quanto ao dique nunca soube sua origem se no rio vermelho ou na fonte nova.
É bethânia, parece que o seu engenho era mesmo da/para elite, faculdade,tvs, rádios.
No nosso a gente só sabia de uma coisa, de domingo a domingo festa, que de verdade chamavamos de farra no nosso significado particular, festa o tempo inteiro. nada a ver com farra de boi.
Quem sabe se divertir com os seus não precisa maltratar animal e dizer estar se divertindo - mas será que só brasileiro é assim, gosta de imitar os seus semelhantes? Por que uma pessoa imita a outra? Porque ela não tem raiz própria.
A onda do mar ~é tão interessante olhar paraela. Ela parece surgir do nada, de repente se avoluma e daqui a pouco já não é.
Mas todo mundo, que por causa da imagem do surfista, só quer da onda estar na sua crista. Aliás, a crista do galo é uma coisa linda de se ver. Sabe que eles, brigando, um machuca o outro por todo o corpo mas não ferem as cristas um do outro.
Os animais entendem coisas básicas que nós não somos capazes de entender. Temos que preservar o que nos iguala. O homem faz isso, mas a preservação do homem dura pouco porque ele cria aquilo que deve ser preservado, as vezes, não passa de estilo, criar um estilo, o problema é mantê-la depois, porque não tem onda que deixe de seguir seu curso pra continuar segurando surfista (de todas as áreas) na sua crista.
Estou escrevendo é certo, mas pensando nos sertanejos, um pouco antes, em rita lee. Alguém que põe mensagem no nome é para ser pensada. Aí vai o tal do tempo.
por falar nisso, vou parando por aqui, depois continuo.
Publicado em 00h05 minutos
Escrito em 14.06.2010
Ou rita veste.
ou rita diz: Vista-se. Comprar briga tem que saber porque e para que.
Meu tempo musical encerrou-se há muito tempo, muito tempo mesmo.
cosminho e damião, agora? Já foi-se o tempo.
Eu nunca vi uma coisa ser mais esticada, não lembro de saber que crianças gostem
Rita, vou tirar que é pra ficar mais claro, sobre quem estou falando.
quem gosta mesmo desse modelo, digo, estilo, é que estava escrevendo e pensando no que se justifica a roupa do sertanejo cantor.
Como podem ver, não posso escrever pensando, porque isso de penso, logo, existo.
Penso, logo, sou, é a mesma coisa?
Adão tornou-se alguém quando vestiu-se e é assim com todos até hoje.
Pensamento só surge a partir do que se vê e ninguém pode dizer isso, pois mesmo quem escreveu genesis disse: no começo era o verbo?Não. No princípio era o verbo?Não. A terra era, mas o espírito pairava sobre as águas. Nada do que ele escreveu antes está até hoje ao alcance dos nosso olhos, no entanto, água é visível.
É possível pensar no que não existe? Como? A matemática, a física explica, volume, peso, área, massa.
Qual foi a ação de Deus? juntar as águas de debaixo dos céus até que a parte seca aparecesse.
Aquilo que era visível era visível a quem? É, como podem ver, pensar é algo inadequado para mim.
Também não sou essa menininha, não. Essa do primeiro: pai. segundo, irmão. terceiro, a menina deu a mão. Não teve nenhum desses, lá, pra me acudir. Não tenho nada a ver com pantaleão, de certo chico. Aliás, chico aqui tem de fartura, mas não se compara, em magia, ao meu dique. E, depois, nos tempos idos, não fantasiávamos, era saber mesmo a diferença entre a grafia, não a filosofia do cavaleiro ou cavalheiro. Professores, antes, se preocupavam com isso. Quem sabe porquê? Para dizer que no livro não só tem fantasia, tem verdades também, mas que é importante, antes da história/estória a grafia.
Quando a prosa é boa,
a hora voa,
a gente se sente à toa
e esquece dela.
Publicado em 14.06.2010, às 15h50 minutos
domingo, 13 de junho de 2010
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