segunda-feira, 31 de maio de 2010




Voz do que clama no deserto: preparai o caminho do Senhor, endreitai as suas veredas.


Há tempos para todas as coisas (acontecerem). Há também o tempo de ser farofeiros - conversadores. Farofeiros que levam suas comidas para as praias.


Qual foi a pergunta que os israelitas fizeram quando viram o chão coberto com aquelas coisinhas? Desculpe, estou saindo do caderno, agora, só porque quis perguntar Vocês acham que não teve quem tentou plantar a semente na areia? Não para esconder, mas para ver de que árvore ela era. Nem o mestre pensou nisso quando contou sobre o semeador. Seria isso possível? O problema de plantar semente na areiaa é só um: Como saber, depois, onde ela foi plantada. Porque criança, curiosa do jeito que era(m), com certeza, voltariam para ver o que teria acontecido. Mas, na areia? Qualquer coisa parecida com árvore, com água, já é mirage, imagine o que dizer de setenta palmeiras e doze fontes de água. Se fosse dentro da compreensão de brasileiros eles deveriam acampar junto as águas ou junto as palmeiras?


Pergunte a Rita Lee. Levava uma vida sossegada gostava de sombra e água fresca... Eu nunca vi baiano dizer isso aos moldes dos israelitas, que para beber água reuniram-se em roda para ver uma árvore ser sacrificada. E depois ficaram se perguntando. Cadê a árvore? É porque ela não servia para fazer sombra a uma multidão, mas a este ratinho que vos fala. Quanta ganância por água.


sou brasileiro, não. Tem rede de todo tipo. Mas desculpe, não entendo destes lugares que vive de rede para descansar, e aqui tem dois sentidos. o do que compra e o do que vende.A rede é descanso para todos os dois. Por incrível que pareça, havia de tudo naquele deserto, menos pescador, ´porque para Deus não faz diferença fonte, mar, ou relva quando ele quer multiplicar. Vocês acham o que, que Jesus multiplicou peixe frito? Você viu sobrar peixe? Quanto mais tempo eles ficassem ali, mais tempo o dia passava, ficava noite. Não precisa vestir vermelho para entregar aos pais presente para toda a família. E presente bom pra família. É comida. Qual é a criança que não gosta de ver o pai chegar, seja de onde for, seja desde quando for, com algo para ela. Mas bom pai pensa em tudo, até no trajeto pelo qual aquele pai vai seguir. Com fome? Não, amigo. Foram cestos de pedaços que sobraram. Pão sacia. Ou então nunca comeu peixe para saber que peixe não enche a barriga e não se aguenta comer muito dele.
é um verdadeiro peso de pão molhado.
Sinto muito, rita, misto quente eu gosto, mas sanduíche de gente?!?! Se o de carne pesa, imagine o de gente. A fome não consegue o impossível de acontecer. A china come praticamente de tudo, dizem que é problema populacional, não sabemos, pela história, de pessoas que comiam gente, mesmo os índios. Não há provas. O que não existe, rita, pra que querer ver, se quem precisou fazer isso, por causa de falta de comida sofreu demais?


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