domingo, 30 de maio de 2010

Bom dia amigo



Bom dia amigos, bom dia irmãos, é com sorriso que eu canto esta canção, pam ram, pam ram, pam ram.

Não consigo pensar em amigos sem pensar nela antes, muito menos nos irmãos.

Original:

Bom dia amigos, bom dia irmão abra um sorriso e cante esta canção. Refrão

As flores do campo, as aves do´céu, as águas do rio e eu num barco de papel

mas venha comigo estenda sua mão, enfrente a maré cantando este refrão.

O que isso lembra a você?

Quem, quem, amigos e irmãos, não teve seu momento de arrancar uma folha de caderno para construir um, que mesmo não sendo origami, o que vinha antes do barco? Tempestade? Não. Apenas um chapéu de soldado e até o balão de são joão. Quem entrava no seu barquinho, era eu? Prefere barco de pescador grande que nem reconheceram aquele a quem chamavam de mestre? O Pedro afrontou o mestre, mas o que um papel não faz para salvar uma criança da perdição? Quantas vezes, você ofereceu o seu barco de papel para ele entrar? Porque depois de grande, amigos-irmãos, ele tem que dar algum sinal para merecer isso. Gente, depois de grande, não pensa no que vem, só no que foi.

Tenho capacidade, com as patinhas que tenho, de fazer barquinho pra pequeno mestre, mas sei fazer bolinha de papel e com o poder dele, ela logo se transformou em bolinhas de gudes, elas não são lindas? Cada um tem a pedra de mó que precisa. De que é que é feito, mesmo, o vidro?

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