Não quero ser ostentoso, mas de perseguido eu entendo.
Todo texto tem uma introdução. Com palavra não se brinca, pelo menos, eu não. Porque num determiinado momento os acontecimentos fazem com que ela surja como se estivesse sendo inventada.
Tenho que ir em frente. Dizem que a imagem revela a mais pura verdade. Escrevi e risquei. Eu não posso esperar. Estava pensando, quando os discípulos estavam coletando alimentos, como é solicitado quando acontece uma tragédia. Lá estava eu. Sou movido a comida, como todo ser vivo, porque Deus nos fez assim. Movido a comida, não por fome.
Alguns de vocês ouviram, no tempo de Paulo, que alguém comeu, ou servindo comida, além do carcereiro? Alguém gosta de privação?
Não tenho como me esconder usando a palavra, ela revela tudo que sou, que penso, que falo. Não foi traição, mas quando vi uma ratinha atravessando o ocidente vindo para o oriente eu já havia feito isso antes. De ir para outro lado. A imagem é irrefutável. A imagem que se vê, pelo menos,(fiquei tão em dúvida sobre essa vírgula ser entre ou ser depois de pelo menos. o negócio é a leitura, vou repetir.
A imagem que se vê, pelo menos, é o que todo mundo pensa. Muito gostoso de ler porque eu leio o que escrevo. Mexi um pouco na régua. Mas, a imagem, quando a construo, (desculpe, escrevo com régua, por isso gosto de vírgulas assim, pertinhas uma das outra. A gramática não determina quantas delas devem ser usadas para quem escreve com régua e não com caneta.
Agora vou em frente, vou ver o que acontce com a vírgula nossa de todos os dias.
Mas, a imagem, quando a construo com a palavra, também, ela, está revelando uma verdade, só que eu não construi, mesmo, a revelação da verdade. Ela aconteceu.
Dizem de mim - não que eu sou comilão como o mestre disse que diziam dele - mas que sou estragador.
Eu ia falar do mestre, do que ele disse que muitos do oriente e do ocidente se assentarão à mesa com Abrãao.
Vocês lembram de um certo (acho que mini) banquete que Abrãao fez Repita comigo: Eu estava lá. Você também estava lá? Então foi ali que ti conheci.
Não tenho nenhuma responsabilida para com quem se diz crente e não sabe do Banquete que Abrãao fez em honra da verdade. Só porque foi para um filisteu?
Eu não sei como é que acontece hoje em dia, mas há alguns anos atrás, fazia-se questão de noticiar na mídia de verdade - chamar facebook, twitter , etc de mídia digital, não comento. Meu negócio, embora não goste do termo, é mídia informativa, mas, como sou rato das antgas, ainda prefiro meio de comunicações. POis é, antes, via-se muito nos noticiários sobre os banquetes quando presidentes e outros termos para poderosos visitavam o Brasil. Mas, agora, não se vê isso nem no Brasil nem em país nenhum. Eu tenho ouvido falar tanto sobre acordo, acordo, acordo e não vejo celebração com banquete Ele foi assinado, apoiado em que?
Será que é porque aquilo que não se vê não se deseja? Comida.
Teve festas nos Estados Unidos e só se falava nos penetras, na falha de segurança, de comida ninguém falou.
No Brasil já foram tantos presidentes de oriente, de ocidente que lá compareceram, não vi nenhuma imagem mostrando que comida Brasileiro oferece quando se pretende ajudar na redação de um acordo. Parece que o acordo é a próprio alimento para empurrar a engrenagem do mundo. Homem gosta muito disso, de chamar determinada coisa de a bola da vez, o cara da vez, o assunto da vez, pra fugir do verdadeiro problema do mundo que com certeza não é o meio ambiente. Ambíguo. Não digo palavras soltas, se escrevi ambíguo é porque não admito esse meio no ambiente.
O Caldeirão do Hulk, com a autorização de uma grande empresa de comunicação inventaram que ao invés de am-bi-en-te, o soletrado é esse: a-eme-bê-i-e-ene-te-e., e todo mundo repete, achando ótimo, porque, afinal, ninguém sabe porque antes era assim: am-bi-en-te. Você vê algum meio no ambiente quando ele é soletrado (de verdade?) Não existe meia sílaba, existe?
Letra não é número. Com o SO_LE_TRAN_DO do Hulck ou não.
Gosto de roupa nova nem posso vestí-la, sou rato de verdade e não cobra.
Rê - A - Rá - to - 4tó.
Não, nome de cachorro. Tem alguém querendo me domesticar? Desde que me entendo, conhecendo-me como rato ninguém nunca descobriu meu nome, não vai ser agora.
A gente trás à existência o que quer ver, com um simples separar de sílabas? às vezes, sim.
Não quero disputa, só obedeço mestre, mestre, não, só O MESTRE. Só o chamo assim, porque não sou hipócrita o suficiente para dizer como Paulo. Fraco com o fraco, forte com o forte.
O mestre disse: Pois qualquer que tiver será dado, e terá em abundâncoa, ao que não tiver, até o que tem será tirado. Eu sei que o mestre disse, mas eu não gosto muito de certo lugares onde colocam o lhe, torna tudo muito pessoal. Longe de mim achar que a palavra do mestre não tem forte efeito.
Mas o mestre também disse e sem lhe, Quem quiser ser o maior, seja o menor. Eu tenho meu alvo. Não quero que façam comigo depois de crescer o que fazem com os dinossauros, só porque eles eram grandes mas tinham duas patinha pequenas na frente, como canguru.
Essa história de Cresça ele e diminua eu. Ele vai crescer para onde? Perguntaram às costureiras as suas medidas? Crescer para quê? Para onde?
Ora, se nabucodonozor tivesse se transformado num animal enorme ele não ia ter como voltar pois seria perseguido e morto. Não é o homem o animal mais convencido do reino? Maior do que ele, de onde vieram os dinossauros, que pelo que o homem apresenta são bichos sem inteligência. Claro, animal sem inteligência é maior que o homem, mas maior em que? Tamanho? Domínio? Só mesm0 inventando uma história maior ainda. Para que? Pra esconder que Deus fez um ser sem inteligência, porque, amigos, quando não tem sinal expressivo de inteligência, só fica um sinal, uma prova de existência: Montar ossos.
Sei lá como estavam montados os ossos do profeta Eliseu, no entanto, tamanho era o poder contido neles que o homem que fora lançado no buraco, morto, ressuscitou.
Até hoje, nenhuma mídia falou da rotina de vida dos dinossauros, porque Deus fez todos os seres assim. Maior que a inteligência construída é a inteligêcia que Deus deu a todos os seres. A rotina do dia-a-dia; ou seja; familiar.
Ou é o GLOBO_HULCK acreditam que é na escola que se aprende a SO-LE-TRAR?
Algumas palavras não se separam nem para construir palavra nova
Vocês vêem tanta gente, agora, tirando pedaço de fígado, de rim pra que outra pessoa viva com saúde e não são capazes de entender o que ele fez quando mandou-o para cá?
Nossa, totalmente, pequeno princípe.
Quando foi que você se separou pela primeira vez do seu ente mais querido? O que foi que você sentiu?
Não vou dizer mais nada, a não ser que, eu sei o que é ser perseguido, abandonar seus filhos e quando voltar encontrar alguém cuidando dele, mesmo sem ter pedido.
4 - Que eu saiba, TOTÓ é o cachorro do sargento tainha que vive Às voltas com aquele RECRUTA ZERO.
Tal qual, hoje se faz, esse nome não está disponível.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
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