Voz do que clama no deserto endireitai o caminho do Senhor
Há tempo para todas as coisas. Há também o tempo de ser farofeiros - conversadores.
Farofeiros que levam sua comida para comer na praia.
Qual foi a pergunta que os israelitas fizeram quando viram o chão coberto daquelas sementinhas que não vinham de árvores? O que é isso?
É o que muitos dizem quando vêem os farofeiros nas praias. Não é interessante que a pergunta não seja quem são estes? não é feita porque todo mundo sabe, por inferência, são pobres, moradores de subúrbio ou de morro ou de alguma maloca.
Curiosamente me veio a pergunta: Existe alguma gramática com a conjugação do verbo prover, provenho, proverá? Eu não lembro de já ter visto. Lembra?
Tem gente que quer ver nas bibliotecas, as grandes e sofisticadas, claro, anjos, até gatos.
Ser escuso sou eu. Nem mesmo entre letras mortas posso fical, afinal para que serve livros que não se dão conta de ler? Isso eu não sou capaz, de ler livros, cujas páginas estão fechadas. Não psicografo ninguém.
Que me desculpem os de padrão, de nível, de classe, dos meus farofeiros conversadores, só tenho a dizer uma coisa: Eles gostavam de dar. Tá vendo o verbo, né?
Eles gostavam de dar comida até para penetrinha, assim, como eu.
Desculpe, mas dar é uma coisa, doar é outra. Eu dou, tu dás, ele dá, nós damos vós (o quê?), eles dão. Essa 2a pessoa do plural parece muito não sei porque, com futuro, não sei pronunciar. Não sei pronuncia do futuro, mesmo ele estando travestido de 2a pessoa do plural.
Meus farofeiros eram assim. Teve festa, comida farta, nada de controle. Eu gosto assim, de quem gosta de dar comida, não esses fantoches do mundo que vai para rua mostrar que é maloqueiro, ou seja; que mora na maolca, que quem sei lá se conheceu, mesmo escreveu. Tenho saudade da maloca querida.
Sem asinhas mesmo.
Se eu não gosto de quem dá comida pra exibição na praia, vou querer exibicionistas de padrão, de nível , de classe, porque elite, agora é nome de polícia.
Meu mundo você é quem faz...
É iimpossível transformar pronome em verbo. Se pensou no primeiro, enganou-se.
Meu mundo sou eu quem faço. Muda muito
Mas olhei meu, depois de dizer a você, enganou-se e vi.
SEu mundo sou eu quem faço!
Não sou de brinquedo não , marina. Mas gosto muito de ver crianças dançando, correndo, brincando e comendo. Cantando? Isso é de só menos. O que eu gostava de ver criança brincando, gostava mesmo, porque tem tempo pra gostar de: Teco Teco TEco TEco Teco, na bola de gude, era viver de toda criança. Quando criança, todas brincavam, não tinha essa coisa de sacola, sacola quem faz questão de falar nela é religião, a de judas. Sinto muito, a rua era para todas e brincar significava liberdade. Quem é livre não escolhe, se todos fazem bem.
Sinto muito, pelo brasileiro de vocês, mas perdoar, se não aprendeu não o viu nem o conheceu.
O mestre, disse: Quem vê a mim vê o Pai. Ai veio outro e disse: Quem não ama o que vê como vai amar o que nâo vê?
Eu sou este que vocês, além de não me vê quando vê DDdiza. Se ainda fosse isso, que soubesse o número e o quanto se multiplica.
Não é qualquer casa de pobre que eu gosto, principalmente na era do chumbinho tendo um chambinho, sonoridade muito boa para criança, muito para sinal de comida. O que/quem chambinho come? Se comemos chambinho o que/quem chambinho come? Vocês sabem com o que é que tentam me afastar de casa? Enxofre. E, quando eu saio os donos das casas também saem, quando voltam as casas estão vazias. Cientificamente está provado que existe resistência no organismo em relação a determinada fórmulas.
Desculpe-me, mas no tempo bom lelê, que verdadeiramente, não volta mais. Saudade. Never. O meu é lelê de milho e coco.
Desculpem-me os saudosistas, mas num lugar onde não se falal, mas vive-se comida, o que vocês querem? Que eu esperasse esse tempo de penúria para viver? Sou touttaille, não .
Só porque a moda agora, dos supra-sumos e ricos é acompanhar receitas dos chefs no correio braziliense de brasília. Depois, revista, tem uma coisa, gosto muito dessa coisa de próclise, só quando estritamente necessário.
Como é que um rato, que já foi chamado de tudo e já foi feito de tudo contra ele, pode revestir-se?
Quanto a vocês, o mestre falou dos profetas. Eu lhes digo, vocês têm as palavras de Paulo, se acreditar nelas, siga-as, veja para onde elas podem levar você. Porque, no singular, só um fala.
Engraçado, um bêbado na televisão do brasil, dizendo a mensagem: Tempo bom lê, lê, não volta mais, saudade... E ninguém me viu dizendo: Lê, Lê, porque não fui claro e disse: Leia.
LÊ, LÊ, desculpe, vírgula musical, dispenso. O Lê }LÊ, está na... como é que chama aquilo que músico segue? Cifras?
Por causa do Tio Patinhas - não dava para ficar por lá - peso, não estou aqui para carrega, nem leve, nem trocando de nome. Quem entende de fardo é produtor, e naquele tempo de lá. Desisti do pastoreio. Cadê o neguinho daí?
Pois é, não ficava com Tio Patinhas naquela caixa forte, mas quando ele ficava rodando e eu via o chão afundando, não resistia. E lá estava eu, mas para fazer o quÊ?
Será que o que faz o navio afundar é o muito peso que ele carrega? ÀS vezes é um furo. Um pequeno furo faz naufragar qualquer embarcação. é o mesmo com o avião, com o balão, enfim.
Eu não quero ver bolas de gudes descendo do céu, afinal, quem vai gostaria desta brincadeira? Não quis escrever futuro. O que a gente não quer ver, bom é, não escrever. Entre o pensar e um escrever pode nascer o tempo. Afinal, como os animais precisavam comer Deus fez logo a comida.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
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