2 - Algumas coisas, como dizem alguns, eu gosto de assistir de camarote.
Chamam no Brasil - não sei se todo - "farofeiros", pessoas que vão para a praia levando comida feita em casa. Ou seja, o seu significado foi totalmente transformado, numa língua mais elitizada. A RALÈ. Mas, no lugar onde se originou o termo o significado era outro: Farofeiro era o sofisticado paroleiro de Atenas. Pessoas que gostavam de conversar.
Onde era que um ratinho, como eu era, ficava? Às vezes, o que separa o crente de um não crente é só um estreito. Só que o meu não tinha água. Atravessava a pés... desculpe, patinhas enxutas.
Vocês já pensaram? Será que não havia uma grávida já em trabalho de parto quando os judeus atravessaram o mar vermelho? Se ninguém dos judeus foi contado entre os egípcios é porque Deus esperou que esse parto acontecesse. Não foi o movimento dos judeus que determinou a derrocada dos egípcios.
Bom, se fosse eu a guiar um povo diversificado, eu vestiria a todos de uma mesma cor.
A travessia foi para todos, homens e bichos, com certeza, eu estava lá.
Por que Deus pensou em cores de roupas depois da travessia?
Sim, a diferença entre o crente e não crente é só esse estreito que Deus guiou no mar. Era para dizer, criou no mar. Pra onde quer que o homem´vá, ele pensa emlevar mantimento, mas acho que judeus não pensaram tanto em comida, afinal, porque tive que atravessar andando ou em alguns lombos.
Egípcios não deram comida, vocês viram na palavra.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário